12/06/2010

A Lenda de Egas Moniz, o Aio (Braga)

"A batalha de Valdevez entre os exércitos de D. Afonso Henriques e Afonso VII de Castela não teve um resultado decisivo para nenhuma das hostes envolvidas. D. Afonso Henriques retirou-se para Guimarães com o seu aio Egas Moniz e com os outros chefes das cinco famílias mais importantes do Condado Portucalense, interessadas na independência.
O monarca castelhano pôs cerco ao castelo de Guimarães mas o futuro rei de Portugal preferia morrer a render-se ao primo. Egas Moniz, fundamentado na autoridade que a posição e a idade lhe conferiam, decidiu negociar a paz com Afonso VII a troco da vassalagem de D. Afonso Henriques e dos nobres que o apoiavam.
O rei castelhano aceitou a palavra de Egas Moniz de que D. Afonso Henriques cumpriria o voto de vassalagem. Mas um ano depois, D. Afonso Henriques quebrou o prometido e resolveu invadir a Galiza, dando origem a um dos momentos mais heróicos da nossa história.
Vestidos de condenados, Egas Moniz apresentou-se com toda a sua família na côrte de D. Afonso VII, em Castela, pondo nas mãos do rei as suas vidas como penhor da promessa quebrada. O rei castelhano, diante da coragem e humildade de Egas Moniz, decidiu perdoar-lhe e presenteou-o com favores.
Este acto heróico impressionou também D. Afonso Henriques, que concedeu ao seu velho aio extensos domínios. Pensa-se que esta terá sido uma estratégia inteligente por parte de Egas Moniz para que o primeiro rei de Portugal pudesse ganhar tempo.
Ao entregar-se, Egas Moniz ressalvava a sua honra e também a de Afonso Henriques, assegurando através da sua astúcia a futura independência de Portugal."

Extraído de: http://contosdeadormecer.wordpress.com/2010/07/10/a-lenda-de-egas-moniz-o-aio-braga-portugal/

Egas Moniz: Prémio Nobel da Medicina em 27 de Outubro de 1949

"EGAS MONIZ (António Caetano de Abreu Freire), nasceu em Avanca em 29 de Novembro de 1874 e faleceu em Lisboa a 13 de Dezembro de 1955.
Frequentou a instrução Primária em Pardilhó, cursou os estudos liceais no Colégio de S. Fiel dos Jesuítas e os últimos anos no liceu de Viseu.
Após os preparatórios de Medicina em Coimbra desde 1891, matriculou-se em 1894 na respectiva Faculdade. Termina o curso em 1899, doutorou-se em Medicina em 14 de Julho de 1902 e a partir de 1903 foi Professor Catedrático na mesma Faculdade (Anatomia, Fisiologia e mais tarde Patologia Geral).
Ainda em Coimbra cultivou a Neurologia, estimulado pelo seu notável Mestre Augusto Rocha, um dos raros empreendedores da pesquisa laboratorial na Faculdade de Coimbra.
Foi em França, que procurou fazer a sua formação neurológica. Trabalhou primeiro em Bordéus com Pitres e Abadie e mais tarde, em Psiquiatria com Régis.
Em Paris, aprendeu com os grandes Neurologistas do tempo, Raymond, Pierre Marie, Degérine e Babinski."
Continue a ler aqui

Primeira travessia aérea do Atlântico Sul







Para ler:
Para ver:

12/05/2010

O Mercado de Acções dos EUA antes e depois da Terça-feira Negra (29 de Outubro de 1929)

Fonte: http://affordablehousinginstitute.org/blogs/us/2005/11/catastrophe_is.html

A grande crise do capitalismo nos Anos 30 e as respostas à mesma

O mecanismo da crise de 1929

O "New Deal"

O "crash" da Bolsa de Nova York na Imprensa

EUA: Da prosperidade à crise de 1929




Conceitos básicos:
  • superprodução: produção acima do nível normal. Há produtos a mais para as necessidades e/ou poder de compra dos consumidores;
  • deflação: situação económica caracterizada por uma redução do consumo, baixa significativa dos preços e diminuição do ritmo das actividades;
  • "Crash": grande baixa, repentina e generalizada, das cotações da Bolsa.
  • Bolsa de Valores: aqui.

Metas de aprendizagem da disciplina de História (3º Ciclo do ensino Básico)


http://www.portoeditora.pt/espacoprofessor/assets/newsletter/mah/brochura.pdf

Os antecedentes da 1ª República. A 1ª República

Os antecedentes da 1ª República: resumo aqui.
A 1ª República: resumo aqui.

Material extraído de: http://professorpedro.wordpress.com/

12/04/2010

Quadro Síntese sobre a II Guerra Mundial

Antecedentes

· Fracasso da SDN
· A Grande Depressão dos Anos 30
· O aparecimento dos regimes ditatoriais
· O sentimento de humilhação dos alemães face ao Tratado de Versalhes
· O militarismo e expansionismo dos regimes fascista e nazi


Eclosão do conflito
. A luta pela posse de Danzing (território polaco)
· A Polónia não cede à pressão alemã
· A Alemanha invade a Polónia

· A França e a Inglaterra declaram guerra à Alemanha
Fases da 2ª Grande Guerra
· 1ª fase (1940/1941) – Guerra-relâmpago (Blitzkrieg).
· 2ª fase (1942-1943) – Guerra total [mundialização da guerra].
· 3ª fase (1944-1945) – Vitória dos Aliados.


Consequências humanas
· Genocídio do povo judeu
· Cerca de 60 milhões de vítimas
· Destruição de cidades, indústrias e vias de comunicação.


Consequências políticas
· Formação de duas grandes áreas de influência:
· URSS – [BLOCO DE LESTE]
· EUA – [BLOCO OCIDENTAL]
· Julgamento dos autores dos crimes de guerra [Tribunal de Nuremberga]
· Formação da ONU

Adaptado do manual Cadernos de História 9, Areal Editores

Quadro comparativo dos regimes totalitários de Itália e da Alemanha























Extraído: http://aprenderhistoriablog.blogspot.com/2008_02_01_archive.html

Os Regimes totalitários

Resumo do subtema: Sociedade e Cultura num Mundo em Mudança

Os inícios do século XX mais não foram que a continuação de um século XIX onde o optimismo face ao progresso material, os valores morais e sociais de uma burguesia triunfante imperaram.


A Iª Guerra Mundial, a Revolução Soviética e o crescimento económico originam um certo nivelamento dos modos de vida e marcam o início de um movimento de viragem em todos os campos: cultural, político e social e na formação de uma nova mentalidade, mais aberta e inovadora, responsável por comportamentos até aí impensáveis.

As Classes Médias (médicos, professores, engenheiros, arquitectos, comerciantes, homens de leis, guarda-livros...) adquirem um peso e influência crescente nesta sociedade e vão estar na base das principais transformações políticas e culturais:

a) Novos valores morais e sociais;
b) O prazer e a boémia ganham significado (aumentam os locais de convívio);
c) A mulher luta pela sua afirmação através do trabalho fora de casa, do direito ao voto;
d) A Moda (mais leve e desportiva) e a Música (Jazz) reflectem os novos gostos.

Surge uma Cultura de Massas (1) associada ao desenvolvimento tecnológico e ao crescente aumento dos tempos livres.

· A Imprensa, a Rádio, o Cinema, revistas foram os veículos dessa cultura destinada ao grande público.
· O Desporto tornou-se, igualmente, uma manifestação de massas.
Verifica-se um significativo progresso das Ciências Exactas.

a) A discussão sobre os limites de validade das ciências assume um papel importante na reflexão.
b) A ciência faz a sua auto-crítica.
c) A teoria da Relatividade desenvolvida por Einstein vai mostrar a existência de factos experimentais contraditórios com os princípios formulados pela ciência, desde Newton.
d) Outros cientistas defendem que em certos campos não é possível alcançar um conhecimento exacto mas apenas probabilistico (Max Planck).

No campo das Ciências Sociais e Humanas, igualmente se verificam inovações.
a) A Psicologia, com FREUD, defende que a razão não controla totalmente as nossas acções. Os impulsos inconscientes são responsáveis por grande parte dos nossos comportamentos. Por outro lado existem valores morais que provocam recalcamentos e reprimem o indivíduo.
A tomada de consciência destes vai permitir a alteração no comportamento social que deve ser mais livre dos constrangimentos morais.
A descoberta da existência de uma vasta área do nosso psiquismo que não se manifesta de forma consciente vai ser valorizado do ponto de vista cultural pelas tendências artísticas e literárias da época.
RUPTURA E INOVAÇÃO NAS ARTES
Vive-se, nos primeiros anos do século XX, um período de aparecimento de movimentos artísticos, inovadores, que vão contra a norma, contra as “Escolas” que ditavam os gostos, os temas e as técnicas da arte.
Os novos artistas apresentam experiências diversificadas, marcadas por um corte com a tradição;
Revelam uma certa agressividade e irreverência na utilização das formas e da cor.

Na pintura, o cubismo, o abstraccionismo, o surrealismo e o futurismo (pretendia retratar a civilização industrial, o movimento da vida moderna) foram as correntes que mais se impuseram. (Picasso, Bracque, Salvador Dali, Amadeo de Sousa Cardoso, Almada Negreiros, Santa Rita) foram alguns dos seus artistas.

Na arquitectura, a adaptação dos edifícios à função para a qual se destinam e a utilização de novos materiais, fruto da nova sociedade industrial, são as características mais marcantes. (Funcionalismo arquitectónico)
A literatura revelou autores e estilos inovadores que se debruçam sobre a intimidade humana, sobre os sentimentos das pessoas. (Modernismo). (Fernando Pessoa, Mário de Sá Carneiro, )

_________________________________

(1) Cultura de massas – É um produto da indústria cultural e resulta do aumento da produção, dos tempos livres e dos rendimentos familiares. Estas mudanças traduziram-se num consumo em larga escala, nomeadamente de produtos culturais.

A cultura de massas é frequentemente associada a uma cultura de imagens, a diversão é a principal característica positiva associada à cultura de massas. Esta cultura é resultado de técnicos e artistas, formados em escolas de artes, que concebem produtos destinados a explorar os desejos de consumidores anónimos.

A Sociedade de consumo recebeu entusiasticamente as novas estéticas determinadas pela televisão, cinema, audiovisuais, artes plásticas e a comunicação social, sob a grande proposta do nivelamento cultural.

Chama-se cultura de massa toda cultura produzida para a população em geral — independentemente de heterogeneidades sociais, étnicas, etárias, sexuais ou psicológicas — e veiculada pelos meios de comunicação de massa. Enfim, cultura de massa, é toda manifestação cultural produzida para o conjunto das camadas mais numerosas da população; o povo, o grande público.

Extraído de: http://aprenderhistoriablog.blogspot.com/2007/12/sociedade-e-cultura-num-mundo-em-mudana.html

Cronologia da República

1910 - Implantação da República (5 de Outubro)
1911:
  • 20 de Abril: Lei da Separação do Estado da Igreja
  • 28 de Maio: Eleição para a Assembleia Nacional Constituinte
  • 19 de Junho: Proclamação da Constituição da República Portuguesa
  • 24 de Agosto: Manuel de Arriaga eleito Presidente da República
  • 3 de Setembro. 1º Governo Constitucional
1912:
  • Julho: Manisfestação de massa e levantamento monárquico
1915: Ditadura de Pimenta de Castro
1916: Declaração de guerra da Alemanha a Portugal
1917: O Corpo Expedicionário Português (CEP) parte de Lisboa
1918: Golpe militar de Sidónio Pais
1926: Golpe de 28 de Maio; Gomes da Costa institui a ditadura.

Francisco Sá Carneiro: 30 anos após a sua morte

12/03/2010

Portugal: Da 1ª República à ditadura militar (um resumo) Folhas 1 e 2



Conceitos Básicos do Tema B.3: Origem e difusão do Cristianismo

Diáspora (judaica): dispersão dos Judeus pelo Mundo ocorrida ao longo dos séculos. Essa dispersão deve-se em grande medida às perseguições de que os Judeus foram vítimas em muitos dos lugares onde viviam.

Messianismo: esperança num salvador ou redentor, ou seja, num Messias.

Apóstolo: cada um dos 12 seguidores (ou discípulos) de Jesus Cristo que, após a sua morte, se espalharam pelo mundo romano para difundir a mensagem cristã.

Cristianismo: Religião monoteísta fundada por Jesus Cristo. A salvação do Homem faz-se por meio da fé, da esperança, da caridade e do cumprimento dos “Dez Mandamentos”.

Antigo Testamento: conjunto de livros sagrados anteriores a Cristo. Juntamente com o Novo Testamento forma a Bíblia, o livro sagrado dos Cristãos.

Novo Testamento: conjunto de livros sagrados posteriores a Jesus Cristo. É composto pelos Evangelhos, Actos dos Apóstolos, Epístolas e Apocalipse.

Evangelho: cada um dos quatros primeiros livros que fazem parte do Novo Testamento e que representam a Boa Nova da salvação anunciada aos Homens por Jesus Cristo.

Mártir: palavra que significa “testemunho” e que se emprega para nomear aqueles que sofreram tormentos ou mesmo morreram em nome da sua fé.

Fonte: “Momentos”, 7º ano, Editora: Constância.

Conceitos Básicos do Tema B.2.: O Mundo Romano no Apogeu do Império

Império: Estado constituído por vários povos e territórios diferentes, dominados politicamente por um deles – a metrópole – e em que o governo é exercido por um Imperador, que concentra em si todo o poder. No caso do império romano, o conceito de domínio foi progressivamente substituído pelo de integração de todos os povos, através da concessão da cidadania romana.

Administração: conjunto de leis e órgãos, que permitiam a organização e o funcionamento das instituições.

Economia comercial e monetária: tipo de economia em que todas as actividades produtivas são orientadas para a compra e venda, e em que a moeda é o principal meio de regulação das trocas.

Latifúndio: Propriedade rural de grande extensão, pertencente a uma só pessoa.

Magistrado: indivíduo com um importante poder na administração: exercer a justiça, comandar o exército, recolher os impostos, etc.

Senado: Assembleia legislativa e consultiva romana, constituída por antigos magistrados. Esta era, em teoria, a mais alta autoridade do Estado, mas, na prática, foi perdendo o seu poder, passando a ser um órgão consultivo.

Direito: conjunto de leis regulamentares das relações entre os indivíduos de uma sociedade e entre eles e o Estado.

Sestércio: unidade monetária romana.

Alforria: documento através do qual um escravo obtinha a sua liberdade passando a ser livre.

Município: cidade (com o respectivo território circundante) que, embora dependente de Roma, tinha um governo local eleito pelos seus habitantes, o que lhe conferia alguma autonomia administrativa e financeira.

Mecenas: amigo do Imperador Augusto que ficou conhecido por ter usado a sua fortuna para apoiar artistas e escritores. O seu nome passou depois a designar aqueles que protegiam a arte e a cultura, patrocinando obras e artistas.

Romanização: difusão do modo de vida, das leis e da cultura romana pelos povos conquistados de modo a que estes se integrem como cidadãos do Império.

Urbanismo: sistema de construção, organização e melhoramento das cidades, quanto aos seus aspectos fundamentais: concepção dos edifícios, dos arruamentos, sistema de esgotos, dos espaços
culturais e de lazer, entre outros.

Fontes: “Momentos”, 7º ano, Editora: Constância e “Descobrir a História 7”,7º ano, Porto Editora.




Cronologia da Implantação 1ª República em Portugal

1873 – Fundação do Partido Republicano
1875 – Fundação do Partido Socialista
1880 – Comemoração do tricentenário de Camões
1890 – Ultimatum inglês
1891 – Revolta Republicana no Porto
1907 – Início da ditadura de João Franco
1908 – Regicídio. D. Manuel II sucede a D. Carlos
1910 – Revolução Republicana

General Gomes da Costa (1863 - 1929)

Afonso Costa

O descontentamento com a República

Quem beneficiou com as leis da 1ª República?

As principais medidas da 1ª República

A quebra da produção industrial e desemprego nos EUA entre 1922 e 1936





















Fonte: História 9, Constância, 1997.

12/02/2010

Cerimónia de beija-mão na Corte de D. João VI

Saiba mais sobre D. João VI aqui

Calendário: judaico, cristão e muçulmano

Sarcófago egípcio

As pirâmides de Gizé
















Leia mais sobre as famosas pirâmides aqui.

Moedas atenienses

Mapa da América do Sul, 1575

Colonização portuguesa em África

Igreja de São Francisco de Assis
















Descubra quem foi o Aleijadinho aqui.
Conheça o Museu do Aleijadinho aqui e descubra informações sobre esta Igreja.

Leonardo Da Vinci - A Última Ceia

Colonização espanhola no mundo

Países do G8

Mapa do Rio Nilo

Reservas mundiais de petróleo

Pangeia

Leia mais sobre Pangeia aqui.

Mapa do Japão

G15: países em desenvolvimento

Colonização da América do Sul


Veja aqui a cronologia da Colonização.

A divisão da Alemanha no pós II Guerra Mundial

Israel: áreas de conflito

Capitanias hereditárias no Brasil

Israel: a evolução das fronteiras

A II Guerra Mundial: alguns mapas



Muro de Berlim (Berlim após a II Guerra Mundial)