11/27/2010
A pintura e o relevo no Egipto Antigo
11/26/2010
Escaravelhos no Antigo Egipto
O livro dos Mortos
- Capítulos 1-16: O falecido entra no sepulcro, desce ao submundo, e o corpo recupera seus poderes de movimento e fala.
- Capítulos 17- 63: explicação da origem mítica dos deuses e dos lugares, o falecido existe para viver novamente, para que possa surgir, renascer, com o sol da manhã.
- Capítulos 64-129: O defunto viaja pelos céus na arca sol como um dos mortos abençoados. À noite, o defunto viaja para o submundo para comparecer perante Osíris.
- Capítulos 130-189: o defunto assume o poder no universo como um dos deuses. Esta secção também inclui capítulos sobre diversos amuletos de proteção, fornecimento de alimentos, e lugares importantes. Há 192 capítulos originais conhecidos, e nenhum papiro contém todos os capítulos conhecido.(...)
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| Detalhe da pesagem do coração |
Recriação virtual da Lisboa destruída pelo terramoto de 1755, através da plataforma virtual Second Life®
City and Spectacle: A Vision of Pre-Earthquake Lisbon from Lisbon Pre 1755 Earthquake on Vimeo.
"Trata-se de um projecto inovador: a recriação virtual da Lisboa destruída pelo terramoto de 1755, através da plataforma virtual Second Life®.
O projecto está a ser desenvolvido pelo Centro de História da Arte e Investigação Artística (CHAIA), da Universidade de Évora, em colaboração com a empresa Beta Technologies e o King’s Visualisation Lab – King’s College London.
O trabalho realizado até à data poderá ser visitado em http://lisbon-pre-1755-earthquake.org/ "
Extraído de: O Mundo dos Museus
11/23/2010
"Mulheres de Atenas" de Chico Buarque
Secam por seus maridos, orgulho e raça de Atenas
Vivem pros seu maridos, orgulho e raça de Atenas
Quando andas, se perfumam
Se banham com leite, se arrumam
Suas melenas
Quando fustigadas não choram
Se ajoelham, pedem, imploram
Mais duras penas
Cadenas
Mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas
Sofrem pros seus maridos, poder e força de Atenas
Quando eles embarcam, soldados
Elas tecem longos bordados
Mil quarentenas
E quando eles voltam sedentos
Querem arrancar violentos
Carícias plenas
Obscenas
Mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas
Despem-se pros maridos, bravos guerreiros de Atenas
Quando eles se entopem de vinho
Costumam buscar o carinho
De outras felenas
Mas no fim da noite, aos pedaços
Quase sempre voltam pros braços
De suas pequenas
Helenas
Mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas
Geram pros seus maridos os novos filhos de Atenas
Elas não têm gosto ou vontade
Nem defeito nem qualidade
Têm medo apenas
Não têm sonhos, só têm presságios
Lindas sirenas
Morenas
Mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas
Temem por seus maridos, heróis e amantes de Atenas
As jovens viúvas marcadas
E as gestantes abandonadas
Não fazem cenas
Vestem-se de negro, se encolhem
Se conformam e se recolhem
Às suas novenas
Serenas
Mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas
Secam por seus maridos, orgulho e raça de Atenas
Interessante explicação da canção de Chico Buarque, que nos ajuda a compreender um pouco o papel exercido pela mulher em nossa sociedade, é a seguinte:
Elas tecem longos bordados
A principal ocupação das atenienses de todas as classes sociais era usar lã para fazer tecidos. O processo, longo e trabalhoso, envolvia desde a preparação do fio até a criação de peças em teares manuais.
Os novos filhos de Atenas
Cuidar das crianças também era uma ocupação exclusivamente feminina. Até os 7 anos, meninos e meninas passavam quase todo o tempo na barra da mãe. Depois os meninos podiam estudar, enquanto as meninas continuavam em casa.
Quando fustigadas não choram
As camponesas não precisavam ficar trancafiadas em casa, como ocorria com as atenienses urbanas ricas. Mas elas tinham de dar duro o ano inteiro. Uma de suas principais atividades era plantar e colher ervas, verduras e legumes.
Não fazem cenas
Além de cultivar feijão, cebola, condimentos e verduras silvestres, era preciso limpar constantemente o jardim para evitar ervas daninhas.
Ajoelham
As mulheres do campo também eram responsáveis pela pecuária. Elas ordenhavam cabras e ovelhas e usavam o leite para preparar queijo e coalhada. Ocasionalmente, ainda criavam abelhas para produzir mel. Tudo isso sem reclamar.
Vivem pros seus maridos
Fora o trabalho de fiar e de supervisionar o criados, as donas-de-casa de casa abastadas deixavam quase todo o trabalho para as escravas domésticas. As crianças, e às vezes até a amamentação, podiam ficar por conta das cativas.
Fonte: Revista Aventuras na História
http://cafehistoria.ning.com/profiles/blogs/as-mulheres-de-atenas
11/19/2010
11/17/2010
Actividades/Jogos online
11/15/2010
Trabalho infantil
Fonte: Arquivo histórico do Seixal.
Consideras que este texto pudesse ter sido escrito nos nossos dias? Porquê?
A aquisição do saber
A Educação segundo Locke
in http://www.fordham.edu/halsall/mod/1692locke-education.html
O sentimento da infância no Antigo Regime
11/14/2010
Consegues decifrar?

Actividade extraída de: http://www.revistadehistoria.com.br/
O Muro de Berlim
Saiba tudo através deste interessante conteúdo multimédia.
Desenvolvimento: Tadeu Correa, edição: Felipe van Deursen (texto) e Fabiane Zambon (arte)
Publicado originalmente na edição 76 de AVENTURAS NA HISTÓRIA: texto: Ari Almeida e Fabio Otubo, edição: Tiago Cordeiro (texto) e Débora Bianchi (arte), ilustrações: Sattu, design: Fabio Otubo
Flintstones e a História
Deixem o vosso comentário.
Encontrei esta interessante actividade aqui.
11/12/2010
Gostar de História
A DIDÁTICA NA HISTÓRIA
Hoje sabemos que a História escolar, apesar de possuir vários vínculos com a História dos historiadores, não depende exclusivamente dela. Como diria André Chervel, muitos dos conteúdos escolares foram criados "pela própria escola, na escola e para a escola".
Portanto, não faz mais sentido acreditar numa "Didática Geral" que sirva para ensinar todas as disciplinas escolares. A Didática da História não tem nada a ver com a invenção de fórmulas mágicas para ensinar História.
Segundo Hans-Jürgen Pandel, a Didática da História é uma disciplina que estuda todos os "processamentos da História sem forma científica". A Didática da História é mais do que a Prática ou Metodologia de Ensino de História que se ensina hoje nas universidades brasileiras. A Didática da História estuda os usos da História na mídia, nas instituições públicas, nas obras de arte, no turismo, nas festas populares e, inclusive, na escola.
É necessário que os profissionais da área da educação possuam a consciência sobre que métodos utilizar em sua aula, qual a metodologia mais aconselhável para um desenvolvimento produtivo do ensino. A repetição das práticas estão levando a uma aula improdutiva, sem interesse por parte dos discentes. A didática bem planejada consegue avanços extraordinários, e é justamente por isso que é preciso pensar e efetivar essa idéia.
Perfil do Autor
PÓS-GRADUANDA EM ENSINO DE HISTÓRIA PELA FACULDADE SÃO LUÍS DE FRANÇA; GRADUADA EM HISTÓRIA LICENCIATURA PELA UNIVERSIDADE ESTADUAL VALE DO ACARAÚ; GRADUADA EM RECURSOS HUMANOS PELA UNIVERSIDADE NORTE DO PARANÁ.
(Artigonal SC #2296844)
Fonte do Artigo - http://www.artigonal.com/ciencia-artigos/a-didatica-na-historia-2296844.html
Por que os alunos (não) aprendem História? Reflexões sobre ensino, aprendizagem e formação de professores de História
11/07/2010
AETiC 2010 – I Congresso «Aprender e Ensinar com TIC»
A evolução tecnológica assemelha-se a uma bola de neve, isto é, cresce a cada dia. Contudo, no âmbito da Educação, a tecnologia não pode representar um fim em si mesma, devendo ser vista como um recurso auxiliar no processo cognitivo.
"A Internet imprimiu alterações no acto de comunicar e, consequentemente, em múltiplos aspectos com ele relacionados: na leitura, na escrita, nas práticas de pesquisa, no conceito de sala de aula, até às estratégias de marketing e de divulgação da informação. O trabalho colaborativo aparece, agora, facilitado por uma panóplia de recursos e a avaliação das aprendizagens pode ser cada vez mais natural, frequente e rápido.
O AETiC 2010 – I Congresso «Aprender e Ensinar com TIC» procura ser um momento de aprofundamento de conhecimentos, de debate e de reflexão acerca das tecnologias educativas emergentes e dos cenários em que elas podem ser aplicadas como elemento potenciador das aprendizagens."
Continue a ler aqui
Programa
9h30m – Sessão de Abertura
Doutor António Leite (Director Regional de Educação do Norte)
Dr.ª Angelina Pereira (Coordenadora Interconcelhia da Rede de Bibliotecas Escolares)
Professora Doutora Guilhermina Rego (Vereadora do Pelouro do Conhecimento e Coesão Social, Câmara Municipal do Porto)
Dr. Rómulo Neves (Associação Portuguesa de Professores de Inglês)
10:00h – As Tecnologias como factor de Identidade no séc. XXI
Moderadora: Dr.ª Emília Baliza (Coordenadora do Centro de Recursos TIC de Setúbal)
“Geração Digital”
Dr. Miguel Dias (Direcção Regional de Educação e Formação dos Açores)
“Tecnologias para interagir e colaborar”
Dr. Luca Rischbeter (Positivo - Brasil)
11:00h–Coffee Interactivo
O Sabor da Experiência
11h30m – Cenários e Estratégias inovadoras
Moderador: Professor Doutor Alexandre Valente de Sousa (Director Porto Digital)
As TIC ao serviço das Bibliotecas Escolares
Dr. Evandro Morgado (Agr. de Escolas Bento Carqueja)
Quadro Interactivo: uma ferramenta potenciadora das aprendizagens
Dr. José Paulo Santos (Promethean)
Mesas Educativas E-Blocks: reforçar para saber +
Dr. Jander Mesquita (Positivo – Brasil)
Educação para o Empreendedorismo: projectar hoje para construir amanhã
Prof. Doutor Jacques da Silva (Universidade Portucalense)
Dr. Narciso Moreira (ENDU – Energias Educativas)
13:00 - Almoço
15:00h - Workshops temáticos
Sala 1: Os Visualizadores ao serviço da Biblioteca Escolar
Sala 2: O Quadro Interactivo: uma ferramenta ao serviço da aprendizagem
Sala 3: Dispositivos Electrónicos de Avaliação em interacção com o Quadro Interactivo
Sala 4: As Mesas Educativas E-Blocks ao serviço do Ensino Pré-escolar e do 1.º Ciclo do Ensino Básico
Sala 5: As Mesas Educativas E-Blocks ao serviço do Ensino Especial
Sala 6: Projectos de Empreendedorismo: um valor acrescentado em cada Escola
16:00h - Sessão de Encerramento
Momento Cultural
10/24/2010
9/30/2010
9/28/2010
Congresso intitulado “Imagens da República: quotidiano e cultura”.
Sexta-feira de manhã 10:00 - 13:00
Abertura
O legado da República na modernidade política portuguesa
Imagens da República e Propaganda Política
República e pluralismo
Sexta-feira de tarde 14:30 - 19:00
Os Centros Republicanos na relação com o povo
O contributo dos fotógrafos para uma história social da República
Tempos livres e desporto
República e Religião
Visitas guiadas à Casa-Museu Engº António de Almeida
Sábado de manhã 9:00 - 13:00
Os olhos da alma: o único filme mudo português sobre a I República
Gostos musicais republicanos
Reflexos republicanos na pintura
Sábado de tarde 14:30 - 18:45
O olhar do médico sobre a sociedade republicana
Questões sociais: republicanos e trabalhadores. A mulher pobre
Porque caiu a República?
Mulheres e República. A invisibilidade feminina nos programas de História
Encerramento
Programa detalhado aqui.




















