11/06/2008
11/02/2008
10/28/2008
Um Dia na Vida de um Homo Sapiens Sapiens

Acordo muito cedo de manhã e vou caçar com os meus camaradas do acampamento. Nós usamos arcos e flechas e lanças afiadas. Quando achamos que temos carne suficiente para o almoço, voltamos para o acampamento e comemos com nossa família. Para além de carne, também comemos frutos e vegetais que as mulheres apanham enquanto nós caçamos. Depois do almoço, fabrico novos instrumentos com pedra lascada e outros materiais que encontro durante a caçada.
Ao fim da tarde, como o nosso acampamento é perto de um rio, eu pego no meu arpão e vou pescar. Assim, o jantar é peixe.
No fim do jantar, o feiticeiro da aldeia faz ritos mágicos à volta da fogueira para garantir o sucesso da caçada de amanhã.
No fim deste longo dia, entro na minha cabana e durmo.
João Francisco Costa
Nº: 16 Turma: 7ºA
9/19/2008
9/17/2008
9/16/2008
TEMA H Revolução Industrial
http://orbita.starmedia.com/achouhp/historia/revolucao_industrial.htm
Realismo:
http://www.universal.pt/scripts/hlp/hlp.exe/artigo?cod=6_191
Romantismo:
http://faroldasletras.no.sapo.pt/romantismo.htm
http://www.english.upenn.edu/~mgamer/Romantic/index.html

Século XIX:
http://www.citi.pt/cultura/default.asp
Proletariado:
http://www.hystoria.hpg.ig.com.br/rindus03.html
http://www.dhnet.org.br/direitos/anthist/manifesto/index.html
Sindicatos:
CGTP - http://www.cgtp.pt/index2.htm
UGT - http://www.ugt.pt/
Material de apoio para os 9ºs C e D
http://8e2007.files.wordpress.com/2008/06/historia.pdf
Os novos modelos culturais:
http://pt.textoeditores.com/projectos_te/index.jsp?p=411&x=12 (no fundo da página)
Bom ano lectivo a todos

7/02/2008
Aviso
6/22/2008
5/23/2008
E se fosses tu... a queres vestir-te "à Idade Média"?
http://www.sallypointer.com/simplemedievaldress.html
http://www.sallypointer.com/reddress.html
http://www.virtue.to/articles/hoodlum.html
http://www.virtue.to/articles/easy_cauls.html
http://www.virtue.to/articles/in_depth_garb.html
http://www.virtue.to/articles/tunic_worksheet.html
http://www.virtue.to/articles/laurel/laurel_constr.html
http://www.virtue.to/articles/modern_fabric.html
http://www.butterick.com/item/B4827.htm?tab=costumes&page=2
E se fosses tu... a queres vestir-te "à Idade Média"?
http://www.sallypointer.com/simplemedievaldress.html
http://www.sallypointer.com/reddress.html
http://www.virtue.to/articles/hoodlum.html
http://www.virtue.to/articles/easy_cauls.html
http://www.virtue.to/articles/in_depth_garb.html
http://www.virtue.to/articles/tunic_worksheet.html
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http://www.virtue.to/articles/modern_fabric.html
http://www.butterick.com/item/B4827.htm?tab=costumes&page=2
E se... de repente ... decidisses vestir as tuas bonecas e bonecos à moda da Idade Média?
Se quiseres alinhar nesta ideia, vai até:
http://vikki.ethernauts.net/clothes.html
e poderás ver bonecos conhecidos como a Barbie e o Ken vestigos a rigor.
Bom trabalho!
5/15/2008
4/30/2008
Para o 7º ano: Castelos Medievais
"A época medieval foi marcada pelas edificações militares, durante a fase da reconquista de Portugal aos Mouros. Nesta altura surgem uma série de castelos de origem Templária com características construtivas muito próprias e bastante evoluídas. A topografia e o tipo do solo eram os elementos fundamentais para a definição da localização do edificado, dos seus alicerces e das suas muralhas.- Muralhas, paredes de 4 a 5m de espessura com dois paramentos de pedra emparelhadas, com pedras mais pequenas e argamassa a encher os vazios. Não eram habitualmente muito altas, pois obrigaria a serem demasiado espessas, mas eram construídas ao longo do perfil mais inclinado do terreno, dificultando a acção dos invasores.
- Porta de Entrada, era o ponto fraco da defesa de um castelo. Assim sendo era comum que fosse ladeada por duas torres.-
- Adarve, caminho no topo das muralhas que percorre todo o perímetro do castelo, permitindo a movimentação rápida dos guerreiros.
- Torres, elementos de maior altura interrompendo o adarve, possibilitando maior vantagem defensiva.-
- Ameias e merlões, o parapeito da muralha apresentava saliências que serviam de protecção para ataques com bestas e arcos. Os elementos elevados são os merlões e os vazios as ameias.
- Torre de Menagem, era o último reduto de defesa de um castelo quando todas as restantes defesas tivessem sucumbido. Era um edifício com diversos andares, escadas estreitas, paredes muito espessas e porta de difícil acesso."
Andas à procura de ideias para construir um castelo?
http://www.yourchildlearns.com/castle.htm
http://www.mrmcgroovys.com/t-plans-cardboard-castle.aspx
http://www.jaconline.com.au/atlasofdiscovery/downloads/worksheets/ws37-castle.pdf
4/20/2008
O lado feminino do 25 de Abril
"Antes da Revolução a mulher tinha um papel secundário na sociedade. Só com o 25 de Abril é que conquistaria alguns dos direitos essenciais.
Na história do nosso país, as mulheres ocuparam quase sempre um papel secundário, sendo apresentadas, na maioria das vezes, como figurantes nos grandes episódios da construção da nação.
Já em 1872, um dos mais influentes intelectuais da chamada “Geração de 70”, Ramalho Ortigão, escrevia assim sobre aquela que era a representação popular da mulher na altura: “Ela é na casa um ente subalterno e passivo, que se manda, que se força, que se espanca se desobedece (…). Ninguém a instrue, ninguém a distrae, ninguém procura tornar-lhe a existência doce e risonha, dar-lhe o nobre orgulho de ser amada, querida, necessária no mundo para mais alguma coisa do que lavar a casa, coser a roupa e cosinhar a comida”.
Esta concepção do século feminino vai vigorar durante muitos anos no nosso país, e tornar-se-á particularmente evidente durante o Estado Novo, um regime político de cariz conservador e tradicionalista, instaurado em Portugal em 1933. Durante quase meio século, ao sexo feminino eram associados os papéis de dona-de-casa, mãe e companheira, e pouco mais.
(...) Mas se hoje a mulher já tem um papel mais activo na sociedade, parece que ainda nem tudo foi conseguido…
Anabela Couto"
O retrato da mulher durante o Estado Novo
Em Portugal, o Estado Novo esforçou-se por conservar a mulher no seu posto tradicional, como mãe, dona-de-casa e em quase tudo submissa ao marido. A Constituição de 1933 estabeleceu o princípio da Igualdade entre cidadãos perante a Lei, mas com algumas excepções. No documento constavam referências às "diferenças resultantes da sua [mulher] natureza e do bem da família". A mulher via-se, assim, relegada para um plano secundário na família e na sociedade em geral.
Luísa Neto é docente na Faculdade de Direito da Universidade do Porto. Esta doutorada em Direitos Fundamentais explica qual a situação da mulher perante a Lei, durante a ditadura: "A constituição de 1933, que era a constituição que vigorava antes da Revolução de 25 de Abril de 1974, não estabelecia efectivamente o princípio da igualdade, pelo menos material. Formalmente estabelecia o princípio da igualdade, mas na prática ele não tinha grande vigência".
"A mulher praticamente não tinha direitos. Se se tratasse de uma mulher casada, os direitos eram exercidos pelo chefe de família. Aliás, a expressão do pai de família, que normalmente era benfiquista, deriva daí e do entendimento que era voz comum nessa altura", realça.
A lei portuguesa designava o marido como chefe de família, donde resultava uma série de incapacidades para a mulher casada, contrariamente à mulher solteira, que era considerada cidadã de plenos direitos: "a mulher não tinha direito de voto, a mulher não tinha possibilidade de exercer nenhum cargo político, e, mesmo em termos da família, a mulher não tinha os mesmos direitos na educação dos filhos", diz a magistrada.
Nesta altura, a Lei atribuía à mulher casada uma função específica: o governo doméstico, o que se traduzia pela imposição dos trabalhos domésticos como obrigação. E os poderes especiais do pai e da mãe em relação ao filho resultavam na sobrevalorização do pai e subalternidade da mãe, que, como recomendava a lei, apenas devia ser «ouvida».
Outro dos problemas que a mulher enfrentava na altura acontecia nas situações de reconstituição da família. O divórcio era proibido, devido ao acordo estabelecido com a Igreja Católica na Concordata de 1944, pelo que todas as crianças nascidas de uma nova relação, posterior ao primeiro casamento, eram consideradas ilegítimas. E havia duas alternativas no acto do registo: a mulher ou dava à criança o nome do marido anterior ou assumia o estatuto de "mãe incógnita". O que não podia era dar o seu nome e o do marido actual.
Trabalho só para homens
Também em relação ao trabalho, a mulher deparava frequentemente com grandes limitações. E o acesso a determinadas profissões era-lhe completamente vedado, como nos diz Luísa Neto: "no que diz respeito à questão profissional, a mulher não tinha direito de acesso a determinados lugares que se considerava que deviam ser ocupados por homens". A magistratura, a diplomacia e a política são apenas alguns dos exemplos de sectores profissionais a que a mulher não podia aceder.Maria José Magalhães é hoje assistente na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto, onde concluiu o seu mestrado em Ciências da Educação. Realiza investigação sobre a questão do género e participa em alguns grupos e publicações feministas. Sobre o tema, escreveu o livro "Movimento Feminista e Educação - Portugal, décadas de 70 e 80". E descreve assim a situação da mulher naquela altura: "Antes do 25 de Abril, muitas mulheres não podiam casar com quem queriam, as mulheres casadas não podiam mexer na sua propriedade, as enfermeiras não podiam casar, as professoras não podiam casar com qualquer pessoa: tinham que pedir autorização para casar, e saía em Diário da República a autorização para ela casar com o senhor fulano de tal".
Além disso, naquela altura estava escrito em decreto-lei que uma professora só podia casar com um homem que tivesse um vencimento superior ao dela. "Uma mulher casada não podia ir para o estrangeiro sem autorização do marido, não podia trabalhar sem autorização do marido. O marido podia chegar a uma empresa ou estabelecimento público e dizer: eu não autorizo a minha esposa a trabalhar. E ela tinha que vir embora, tinha que ser despedida", contou ao JPN Maria José Magalhães.
Anabela Couto"
4/14/2008
Entrevita realizada no âmbito do estudo dos regimes ditatoriais

Entrevista 1
Nome*: .................................................Data de nascimento: ........................*Escola(s) em que estudou: ..................................*
Entrevistadora: Durante o regime do Estado novo, quanto tempo estudou?
Entrevistado:Até ao terceiro Industrial.
1ª, 2ª, 3ª, 4ª classe, admissão depois 1º, 2º e 3º anos.
Entrevistadora:Concluiu os seus estudos antes ou depois da queda deste regime?
Entrevistado: Concluí os estudos antes da queda do regime.
Entrevistadora:Quais eram os materiais didácticos utilizados na época?
Entrevistado: Caderno de Linhas, caderno de linhas quadriculado, sebenta e na primária havia a lousa em ardósia.
Entrevistadora:Quais eram os meios de disciplina empregados para castigar os alunos?
Entrevistado: Os meios utilizados eram físicos tais como: reguadas nas palmas das mãos, em pé a um canto da sala de costas para os colegas.
Entrevistadora:A “mocidade portuguesa” fazia parte da educação naquele tempo. “Pretendia abranger toda a juventude… e atribuía-se como fins estimular o desenvolvimento integral da sua capacidade física, a formação do carácter e a devoção à Pátria, no sentimento da ordem, no gosto da disciplina, no culto dos deveres morais, cívicos e militares.” Quais os meios utilizados para esta formação ideológica na escola? (Exº: cantar o hino…)
Entrevistado: Disciplina militar, não era obrigatório cantar o hino.
Entrevistadora:Requeria-se algum tipo de uniforme em particular? Se sim, qual?
Entrevistado: Uma camisa, calção, blusão, meias, cinto com a fivela em “S” e calças.
Entrevistadora:Havia diferenciação de sexos? Desenvolva.
Entrevistado:Havia diferenciação de sexos só nos intervalos. Havia um recreio para rapazes e outro para raparigas. Quem fosse encontrado no recreio sem ser o “seu” era castigado.
Entrevistadora:Existia alguma cerimónia de carácter obrigatório antes, durante ou depois das aulas?
Entrevistado: Não existia nenhuma cerimónia, nem antes nem depois das aulas.
Entrevistadora:Caracterize os professores daquela época.
Entrevistado: Os professores naquela época eram mais rígidos e obrigavam os alunos a fazer os deveres de casa.
Entrevistadora:Em comparação com os dias de hoje, seria mais difícil estudar no regime do Estado Novo?
Entrevistado: Não era mais difícil, era mais exigente.
Entrevistadora: Em que sentido acha que as medidas daquela altura influenciaram os jovens daquela geração?
Entrevistado: No sentido de haver mais respeito pelo ser humano mais velho. Aprendia-se por exemplo a ceder o lugar num transporte público a uma pessoa que necessitasse mais do que nós.
Entrevistadora:Concluiu os seus estudos antes ou depois da queda deste regime?
Entrevistado: Concluí os estudos antes da queda do regime.
Entrevistadora:Quais eram os materiais didácticos utilizados na época?
Entrevistado: Caderno de Linhas, caderno de linhas quadriculado, sebenta e na primária havia a lousa em ardósia.
Entrevistadora:Quais eram os meios de disciplina empregados para castigar os alunos?
Entrevistado:Os meios utilizados eram físicos tais como: reguadas nas palmas das mãos, em pé a um canto da sala de costas para os colegas.
Entrevistadora: A “mocidade portuguesa” fazia parte da educação naquele tempo. “Pretendia abranger toda a juventude… e atribuía-se como fins estimular o desenvolvimento integral da sua capacidade física, a formação do carácter e a devoção à Pátria, no sentimento da ordem, no gosto da disciplina, no culto dos deveres morais, cívicos e militares.” Quais os meios utilizados para esta formação ideológica na escola? (Exº: cantar o hino…)
Entrevistado:Disciplina militar, não era obrigatório cantar o hino.
Entrevistadora: Requeria-se algum tipo de uniforme em particular? Se sim, qual?
Entrevistado:Uma camisa, calção, blusão, meias, cinto com a fivela em “S” e calças.
Entrevistadora:Havia diferenciação de sexos? Desenvolva, por favor.
Entrevistado:Havia diferenciação de sexos só nos intervalos. Havia um recreio para rapazes e outro para raparigas. Quem fosse encontrado no recreio sem ser o “seu” era castigado.
Entrevistadora:Existia alguma cerimónia de carácter obrigatório antes, durante ou depois das aulas?
Entrevistado: Não existia nenhuma cerimónia, nem antes nem depois das aulas.
Entrevistadora: Caracterize os professores daquela época.
Entrevistado: Os professores naquela época eram mais rígidos e obrigavam os alunos a fazer os deveres de casa.
Entrevistadora: Em comparação com os dias de hoje, seria mais difícil estudar no regime do Estado Novo?
Entrevistado: Não era mais difícil, era mais exigente.
Entrevistadora:Em que sentido acha que as medidas daquela altura influenciaram os jovens daquela geração?
Entrevistado: No sentido de haver mais respeito pelo ser humano mais velho. Aprendia-se por exemplo a ceder o lugar num transporte público a uma pessoa que necessitasse mais do que nós.
* Os nomes dos intervenientes foram omitidos para salvaguardar a sua privacidade.
2/24/2008
Mare nostrum (nosso mar)
2/18/2008
1/17/2008
As escolas na Grécia antiga
A infância na Grécia Antiga

A
s raparigas não iam à escola. Ficavam em casa onde aprendiam a bordar, fiar e a gerir uma casa. Somente algumas raparigas ricas aprendiam a ler e escrever.Os brinquedos dos rapazes eram dedicados ao deus Apolo e os das raparigas a Artemis (ou Artemisia)
1/15/2008
O cidadão ateniense versus o escravo

A mundialização da crise

O crash em Wall Street
“A quinta –feira de 24 de Outubro de 1929 é o primeiro dia em que a história identifica com o pânico de 1929. (…) Nesse dia, 12 894 650 acções mudaram de dono, muitas delas a preços que destruíram os sonhos e as esperanças dos que as possuíam. (…). Cerca das onze horas, o mercado tinha degenerado numa confusão doida e desenfreada para vender (…) mas só após numerosas quedas verticais é que algumas acções foram vendidas. (…) Às onze e meia era verdadeiramente o pânico. (…) Ajuntamentos formaram-se em volta das sucursais das firmas dos correctores na cidade e por todo o país (…). As Bolsas de Chicago e Búfalo fecharam. Os suicídios sucediam-se e onze especuladores bem conhecidos tinham já morrido.(1)
O dia 29 de Outubro, a terça-feira negra, foi o mais apocalíptico do “Grande Crash”. Na bolsa reinava um silêncio sepulcral. (…) 16 Milhões de acções estavam sem comprador. (…) Nos 22 dias seguintes, o índice dos valores industriais baixou de 327 para 197. Foi o “crash” mais longo da história.”(2)
Antecedentes da crise de 1929
P. Reynaud: Não poderá tratar-se de uma crise violenta. (...) De qualquer modo, julgo no entanto que se prefigura uma crise nos Estados Unidos. Algumas fontes de riqueza estão paradas. Os agricultores lamentam-se, a indústria têxtil atravessa dificuldades. (...) "Por outro lado, a alta contínua dos títulos da Bolsa desenvolve o gosto pela especulação."
15 de Outubro de 1929
1/02/2008
2 anos de vida
12/02/2007
Inteligência Emocional dos Alunos
veja e ouça a entrevista à Exmª Srª Doutora Ângela Escada sobre o tema.
Muito interessante
11/17/2007
11/13/2007
Uma mulher como Faraó?
11/12/2007
Quem foi Imhotep?
Lembras-te de mim no filme a "Múmia"? Certamente já perguntaste à Professora de História se eu existi na realidade. De facto, vivi entre 2667 a.C. e 2648 a. C. . Eu era arquitecto chefe do Faraó egípcio Djoser que reinou entre 2630 a.C. e 2611 a.C. . Eu fui responsável pelo primeiro edifício de pedra monumental e mundialmente conhecido. Sou também o primeiro arquitecto do mundo a ser conhecido pelo nome...Viagem fascinante ao Egipto
http://www.ancientegypt.co.uk/menu.html
(Nota: se não conheces lá muito bem a língua inglesa... visita o sítio na mesma. Afinal... uma imagem vale mais do que mil palavras.)
Os algarismos da civilização egípcia
http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/opombo/seminario/algarismos/egipto.htm
Textos de apoio para o 9º ano
http://historianove.no.sapo.pt/trabalhostemaI2.htm

Atenção ao glossário:http://historianove.no.sapo.pt/glossariodefinicoes.htm#R
11/11/2007
Lei da frontalidade

11/01/2007
Estudando… O Egipto
Sítios na Internet que deves consultar:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Antigo_Egipto
http://www.mariomarcia.com/FotosViagens/Africa/Egipto/InfoEgypt/MapasPlantas/EgyptMapsEgipto1.htm
O Egipto situa-se junto ao rio Nilo, em África, entre os desertos da Síria e da Arábia. É banhado pelo mar Mediterrâneo e, na Antiguidade, estava dividido em Baixo Egipto e Alto Egipto.
O Alto Egipto começava em Assuão e terminava na antiga cidade Mênfis perto da moderna Cairo. O Baixo Egipto correspondia à região do Delta, a norte de Mênfis.
“A história do Antigo Egipto inicia-se em cerca de 3100 a.C. altura em que se verificou a unificação dos reinos do Alto e do Baixo Egipto, e termina em 30 a.C. quando o Egipto, já então sob dominação estrangeira, se transformou numa província do Império Romano, após a derrota da rainha Cleópatra VII na Batalha de Ácio.” (http://pt.wikipedia.org/wiki/Antigo_Egipto).
As suas principais actividades económicas eram:
- A agricultura;
- A pecuária;
- O Artesanato;
- O comércio.
“A sociedade do Antigo Egipto apresentava uma estrutura fortemente hierarquizada. Em termos gerais podem distinguir-se três níveis com uma importância decrescente: o nível composto pelo faraó, nobres e altos funcionários; o nível constituído por outros funcionários, por escribas, altos sacerdotes e generais; e por último, o nível composto pelos agricultores, artesãos e sacerdotes, onde se enquadrava a larga maioria da população.” (http://pt.wikipedia.org/wiki/Antigo_Egipto#Sociedade)
Define sociedade hierarquizada.
O Faraó tinha poder absoluto e era considerado um deus.
Define monarquia teocrática.
Os Egípcios eram politeístas.
Define politeísmo.
Os seus principais deuses eram: Amon – Rá, Osíris, Isís e Horus.
Regista os atributos destes deuses.
Este povo acreditava na vida após a morte, praticando ritos funerários. Uma prática egípcia, que comprova a necessidade de preservar o corpo para a vida eterna e a sua crença na vida para além da morte, é o embalsamamento.
Define embalsamamento.
As suas actividades culturais eram:
- Arquitectura: templos, palácios, túmulos;
- Escultura: estátuas colossais;
- Pintura;
- Escrita hieroglífica;
- Medicina;
- Astronomia;
- Astrologia.
Define Hipogeu.
Escrita hieroglífica
“A arte do Antigo Egipto esteve fundamentalmente ao serviço da religião e da realeza. Esta arte obedeceu a cânones precisos ao longo dos seus três mil anos de existência, sendo desvalorizada a inovação.
Uma das regras mais importantes seguidas pelos artistas era a lei da frontalidade, segundo a qual na figura humana o tronco era representado de frente, enquanto que a cabeça, pernas, pés e olhos de perfil.” (http://pt.wikipedia.org/wiki/Antigo_Egipto#Arte)
Define cânone.
Define Lei da frontalidade.
Procura uma imagem do Tribunal de Osíris. Cola-a aqui e faz a sua legenda
Qual foi o legado (herança) que os Egípcios nos deixaram?
(Faz um resumo aqui)
Bom Trabalho!
10/26/2007
"Stress"?
"Tome uma bebida calmante, com por exemplo um chá quente ou gelado."Saiba mais em:
http://www.pfizer.pt/viver_melhor/stress.php
10/22/2007
10/19/2007
10/18/2007
Tens dúvidas acerca do "PowerPoint"
Acede a este endereço: http://www.est.ipcb.pt/tecnologias/tec_SEMINARIO/docs/Como_Fazer_uma%20apresentacao.pdf
e certamente poderás aprender a fazer um bom trabalho.







