3/10/2007

Associação Gato de Rua











"Associação Gato de Rua é uma pessoa colectiva, sem fins lucrativos, com o NIF 507669967, legalmente constituida (escritura publica lavrada a fls cento e uma verso do livro de notas de ESCRITURAS DIVERSAS nº 33G do Cartório Notarial do Notário António Amaral Marques), com sede em Aveiro.

Porque surgimos?Como resultado da preocupação de um grupo de pessoas insatisfeitas e inquietas com a quantidade de gatos e gatas errantes que deambulam pelas nossas cidades, com prejuizo para si e também para a saúde pública, sem que se vislumbre a tomada de medidas no sentido de evitar a reprodução desregrada.

Onde estamos?

A Associação não possui instalações físicas, sendo todo o trabalho desenvolvido pelos associados e voluntários em suas casas e nas ruas.

Como subsistimos?
A Associação Gato de Rua não é subsidiada, nem possui qualquer fonte de rendimento que não sejam as quotas anuais dos socios ou donativos.

Quais os nossos objectivos?

Temos como objectivos principais:

- captura de gatas e gatos errantes com a finalidade de proceder à sua esterilização, devolvendo-os ao seu habitat natural;

- tratamento de gatos e gatas errantes que se encontrem doentes ou maltratados

- esclarecimento sobre a importância do controlo de natalidade nas colonias de gatos errantes e domésticos.

Para a prossecução dos nossos objectivos contamos com a colaboração de clínicas verterinárias, com as quais estabelecemos protocolos.

O que pretendemos?
A sua colaboração.Para o bem dos animaise de todos nós faça-se sócio, ajude-nos a prosseguir este objectivo.
Faça-se sócio.
Os Nossos Contactos
Morada: Apartado 1 - EC Aveiro: 3811-901 Aveiro

telefones: 967203658; 917726455


Os nosso dados bancários: conta 189 10.003996-6 na Agencia do Montepio Geral em AveiroNIB: 003601899910003996698"

Hoje, falaram-me, muito bem, do trabalho realizado por esta jovem associação e resolvi ajudar na divulgação deste trabalho.

2/28/2007













O que podes fazer para ajudar a salvar o nosso Planeta?












    DEZ COISAS QUE PODES FAZER:


  • Muda as lâmpadas (opta sempre por lâmpadas economizadoras, poupas o teu dinheiro e o ambiente)!
  • Anda menos de carro!
  • Recicla mais!
  • Verifica os pneus (poupas gasolina e emites menos dióxido de carbono para a atmosfera)!
  • Usa menos água quente!
  • Evita produtos com muitas embalagens!
  • Ajusta o termóstato!
  • Planta uma árvore!
  • Desliga os aparelhos eléctricos quando não estão a ser usados
Estas recomendações foram retiradas e traduzidas de:



Vamos salvar o Planeta



"There is no more important cause than the call to action to save our planet. This is a movement about change, as individuals, as a country, and as a global community. We are all contributors to global warming and we all need to be part of the solution. Join the 645,216 supporters of the Stop Global Warming Virtual March, and become part of the movement to demand solutions to global warming now."






Tradução livre:


Não há causa mais importante do que a chamada para agir para salvar o nosso planeta. Este é um movimento de mudança, como indivíduos, como país, como comunidade global. Todos contribuimos para o aquecimento global e todos precisamos ser parte da solução. Junta-te aos 645,216 apoiantes da Marcha Virtual para Parar o Aquecimento Global, e torna-te parte do movimento para exigir soluções para o aquecimento global agora.




Se quiseres fazer parte desta marcha virtual para salvar o nosso planeta, segue o link acima e inscreve-te. É gratuito.

2/11/2007

NOTA POSITIVA

Nas minhas andanças pela Net descobri este "site" onde podem consultar trabalhos e até.... publicar os vossos trabalhos.
Eis a mensagem que transcrevi do NOTA POSITIVA:
"SE TENS TRABALHOS COM BOAS CLASSIFICAÇÕES ENVIA-NOS (DE PREFERÊNCIA EM WORD) PARA notapositiva@sapo.pt POIS SÓ ASSIM O NOSSO SITE PODERÁ CRESCER."

Se quiserem dar uma espreitadela....

Queridos visitantes






Gosto muito de receber no meu mail comentários sobre o que escrevo aqui. Agrada-me, sobretudo, quando me colocam dúvidas sobre os conteúdos que são úteis para as aulas. Contudo, aviso que não publico comentários anónimos. Todavia, agradeço, desde já, todos os comentários...


Um grande abraço


Voltem sempre!

1/30/2007

Amor é fogo que arde sem se ver


Amor é fogo que arde sem se ver
Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;
É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;
É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?
Luís de Camões
Dedico a certos apaixonados....

1/22/2007

NOVO ECD

Publicado novo ECD Decreto-Lei n.º 15/2007,D.R. n.º 14, Série I de 2007-01-19 Sétima alteração do Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e secundário, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 139-A/90, de 28 de Abril, e altera o regime jurídico da formação contínua de professores, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 249/92, de 9 de Novembro.(consulte em http://www.spzc.pt/ act:19Jan2007)

1/08/2007

Atenção

O "site" dos blogs está "parado". Graças a isso é difícil deixar comentários, aceder aos links, etc.
Temos que ter paciência....
Obrigada

12/29/2006

Alguém quer estas fofuras??

Em caso afirmativo, contacte por favor:

Canil MunicipalLocal: Aldão/Atães junto à Feira Grossista e Mercado Abastecedor
Contacto: 253 551060
Horário de funcionamento:Segunda a Sexta
das 09.30 às 12.00h e das 14.00h às 16.30h
Sábado das 09.30h às 12.00hy
Veterinária Municipal: Dra.Guida Brito

12/27/2006

Para lembrar


POEMA DE NATAL
Para isso fomos feitos:
Para lembrar e ser lembrados
Para chorar e fazer chorar
Para enterrar os nossos mortos
—Por isso temos braços longos para os adeuses
Mãos para colher o que foi dado
Dedos para cavar a terra.
Assim será nossa vida:
Uma tarde sempre a esquecer
Uma estrela a se apagar na treva
Um caminho entre dois túmulos
—Por isso precisamos velar
Falar baixo, pisar leve, ver
A noite dormir em silêncio.
Não há muito o que dizer:
Uma canção sobre um berço
Um verso, talvez de amor
Uma prece por quem se vai
—Mas que essa hora não esqueça
E por ela os nossos corações
Se deixem, graves e simples.
Pois para isso fomos feitos:
Para a esperança no milagre
Para a participação da poesia
Para ver a face da morte
—De repente nunca mais esperaremos...
Hoje a noite é jovem; da morte, apenas
Nascemos, imensamente.

Autor:
Vinicius de Moraes

12/23/2006

Podemos ser felizes!


"A diferença, aquilo que marca uma mudança vital na nossa existência, é quando conseguimos passar da reacção à acção, quando nos apercebemos que o sentimos depende, em grande medida, do que pensamos, e não do que nos está a acontecer. Então, assumimos que podemos realmente controlar e «provocar» as nossas emoções, mais além do que imaginávamos. Podemos ser felizes ou infelizes, colocando o nosso «cérebro a nosso favor» ou, pelo contrário, pondo-o «contra nós».
María de Jesús Álava Reyes, in "A inutilidade do sofrimento"

12/18/2006

A Árvore de Natal


"Diz-se que foi Lutero (1483-1546), autor da reforma protestante, que após um passeio, pela floresta no Inverno, numa noite de céu limpo e de estrelas brilhantes trouxe essa imagem à família sob a forma de Árvore de Natal, com uma estrela brilhante no topo e decorada com velas, isto porque para ele o céu devia ter estado assim no dia do nascimento do Menino Jesus.

O costume começou a enraizar-se. Na Alemanha, as famílias, ricas e pobres, decoravam as suas árvores com frutos, doces e flores de papel (as flores vermelhas representavam o conhecimento e as brancas representavam a inocência). Isto permitiu que surgisse uma indústria de decorações de Natal, em que a Turíngia se especializou.

No início do século XVII, a Grã-Bretanha começou a importar da Alemanha a tradição da Árvore de Natal pelas mãos dos monarcas de Hannover. Contudo a tradição só se consolidou nas Ilhas Britânicas após a publicação pela “Illustrated London News”, de uma imagem da Rainha Vitória e Alberto com os seus filhos, junto à Árvore de Natal no castelo de Windsor, no Natal de 1846.

Esta tradição espalhou-se por toda a Europa e chegou aos EUA aquando da guerra da independência pelas mãos dos soldados alemães. A tradição não se consolidou uniformemente dada a divergência de povos e culturas. Contudo, em 1856, a Casa Branca foi enfeitada com uma árvore de Natal e a tradição mantém-se desde 1923. (...)
Contudo, em Portugal, a aceitação da Árvore de Natal é recente quando comparada com os restantes países. Assim, entre nós, o presépio foi durante muito tempo a única decoração de Natal.

Até aos anos 50, a Árvore de Natal era até algo mal visto nas cidades e nos campos era pura e simplesmente ignorada. Contudo, hoje em dia, a Árvore de Natal já faz parte da tradição natalícia portuguesa e já todos se renderam aos Pinheirinhos de Natal!"
Extraído de:

O Significado do Natal

"O Natal surge como o aniversário do nascimento de Jesus Cristo, Filho de Deus, sendo actualmente uma das festas católicas mais importantes.
Inicialmente, a Igreja Católica não comemorava o Natal. Foi em meados do século IV d.C. que se começou a festejar o nascimento do Menino Jesus, tendo o Papa Júlio I fixado a data no dia 25 de Dezembro, já que se desconhece a verdadeira data do Seu nascimento.

Uma das explicações para a escolha do dia 25 de Dezembro como sendo o dia de Natal prende-se como facto de esta data coincidir com a Saturnália dos romanos e com as festas germânicas e célticas do Solstício de Inverno, sendo todas estas festividades pagãs, a Igreja viu aqui uma oportunidade de cristianizar a data, colocando em segundo plano a sua conotação pagã. Algumas zonas optaram por festejar o acontecimento em 6 de Janeiro, contudo, gradualmente esta data foi sendo associada à chegada dos Reis Magos e não ao nascimento de Jesus Cristo.

O Natal é, assim, dedicado pelos cristãos a Cristo, que é o verdadeiro Sol de Justiça (Mateus 17,2; Apocalipse 1,16), e transformou-se numa das festividades centrais da Igreja, equiparada desde cedo à Páscoa.
Apesar de ser uma festa cristã, o Natal, com o passar do tempo, converteu-se numa festa familiar com tradições pagãs, em parte germânicas e em parte romanas.

Sob influência franciscana, espalhou-se, a partir de 1233, o costume de, em toda a cristandade, se construírem presépios, já que estes reconstituíam a cena do nascimento de Jesus. A árvore de Natal surge no século XVI, sendo enfeitada com luzes símbolo de Cristo, Luz do Mundo. Uma outra tradição de Natal é a troca de presentes, que são dados pelo Pai Natal ou pelo Menino Jesus, dependendo da tradição de cada país.
Apesar de todas estas tradições serem importantes (o Natal já nem pareceria Natal se não as cumpríssemos), a verdade é que não nos podemos esquecer que o verdadeiro significado de Natal prende-se com o nascimento de Cristo, que veio ao Mundo com um único propósito: o de justificar os nossos pecados através da sua própria morte. Nesses tempos, sempre que alguém pecava e desejava obter o perdão divino, oferecia um cordeiro em forma de sacrifício. Então, Deus enviou Jesus Cristo que, como um cordeiro sem pecados, veio ao mundo para limpar os pecados de toda a Humanidade através da Sua morte, para que um dia possamos alcançar a vida eterna, por intermédio Dele, Cristo, Filho de Deus.

Assim, não se esqueçam que o Natal não se resume a bonitas decorações e a presentes, pois a sua essência é o festejo do nascimento Daquele que deu a Sua vida por nós, Jesus Cristo."
Extraído de:

12/12/2006

Antigo Regime

Esta expressão é utilizada para caracterizar o sistema sócio-económico e político que vigorou em quase toda a Europa Ocidental e Central entre o final da época feudal e a Revolução Francesa de 1789.
A expressão « Antigo Regime» ou « Ancien Régime» surgiu em França no século XVIII e pode ser caracterizada a três níveis:
  • A nível político, caracteriza-se pelo Absolutismo;
  • A nível económico, caracteriza-se por uma economia rural e pelo desenvolvimento de uma economia mercantil, único sector económico mais rentável;
  • A nível social, caracteriza-se pela existência de uma sociedade de ordens: privilegiadas (Clero e Nobreza) e não privilegiadas (Povo e Burguesia*) muito hierarquizada e estratificada.
"Sites" a consultar para o estudo deste conteúdo:
Para observar a arte deste período faço-te 4 sugestões:
* esta estava integrada na terceira ordem social, ou seja, no Povo.

11/09/2006

Igreja Matriz de Vila do Conde


Se quiseres saber mais sobre esta igreja matriz da linda cidade de Vila do Conde, clica no título desta postagem.

11/05/2006

Aqui há Gato...


Os gatos são hoje animais domésticos muito comuns. No Antigo Egipto, o Gato era venerado como um animal dedicado e útil, o favorito da deusa Bastet (protectora dos lares, das mães e das crianças).
No santuário de Bastet, em Bubástis, foram encontrados milhares de gatos mumificados, assim como inúmeras efígies de bronze que provam a veneração a este animal.
Esta deusa era o símbolo da luz, do calor e da energia. Era também o símbolo da lua, e acreditava-se que tinha o poder de fertilizar a terra e os homens, curar doenças e conduzir as almas dos mortos. Nesta época, os gatos eram, por isso, considerados guardiões do outro mundo, e eram comuns em muitos amuletos.

10/31/2006

O Mito de Osíris

Osíris, o filho mais velho de Geb e Nut e deus do mundo subterrâneo, da ressurreição e da vida eterna, foi uma vez o rei do Egito. Ísis, sua irmã, era sua esposa e rainha. A Terra floresceu sob o reu reinado e o céu e todas as estrelas obedeciam-lhe. No entanto, o seu governo foi interrompido por um acto de extrema violência. Osíris foi atacado pelo seu irmão Seth, enquanto dormia sob uma árvore às margens do Nilo, tendo sido morto.
Seth cortou o corpo do irmão em diversos pedaços e espalhou-os pelas terras mais distantes para que ele jamais fosse encontrado. Mas Seth não conseguiria destruir o amor e encanto de Ísis, a consorte de Osíris. Ela percorreu todo o Nilo a fim de encontrar cada parte do corpo de seu marido. Quando as encontrou, e as juntou novamente, deu fôlego a Osíris para que pudessem desfrutar de seu amor mais uma vez.

Museu Nacional de Arqueologia

Se és um apaixonado(a) pelo Egipto, vale a pena ires ao "site" do Museu Nacional de Arqueologia para uma visita virtual.

10/25/2006

Mona Lisa Interactiva








Se quiseres observar o quadro mudar conforme as eventuais emoções de Mona Lisa, clica em:
http://www.citesciences.fr/english/ala_cite/expo/explora/image/mona/pt.php

Citações de Leonardo Da Vinci:


"Lastimável discípulo, que não ultrapassa o mestre."

"Quem pouco pensa, engana-se muito."

"Quanto mais conhecemos, mais amamos."

"A arte diz o indizível; exprime o inexprimível; traduz o intraduzível".

"Virá o tempo em que os seres humanos se contentarão com uma alimentação vegetariana e julgarão a matança de um animal inocente como hoje se julga o assassínio de um homem."

Para mais citações, navega até: http://www.consciencia.net/citacoes/cd/davinci.html

10/19/2006

Queres escrever o teu nome com Hieróglifos?

Clica no link seguinte e diverte-te....
O "site" é em inglês mas basta escreveres o teu nome que o programa converte-o em escrita hieroglífica.

A lenda e os trechos do Livro dos Mortos

"Diz a lenda egípcia, que quando alguém morria, o seu corpo ia para um tribunal (tribunal de Osíris, deus do Além). Lá seria pesado seu coração, junto a "Maat" (A verdade), o coração deveria mostrar-se leve como tal.. O falecido também fazia uma confissão chamada, "Confissão Negativa", na qual se dirigia para uma espécie de júri composto por 42 deuses, recitando uma confissão para cada deus.

Partes da Confissão negativa, extraída do papiro de Nebseni (livro dos mortos da tumba de Nebseni):
1: Salve, ó tu, cujos passos são longos, que vens de Heliópolis, Não cometi iniquidade.
2:Salve, ó tu, que és abraçado pela chama, que vens de Quer-aha (cidade que surge nas proximidades de Mênfis), não roubei com violência.
3:Salve, ó tu, que és abraçado pela chama, que vens de Hermópolis, não fiz violência a homem algum.
4:Salve, ó, tu, que comes sombras, que vens do sítio onde o Nilo aparecen(eles achavam que o nilo nascia na região de Philae e Assuã). Não roubei.
5:Salve, Neha-hau, que vens de Re-stau, não matei homem nem mulher.
[...]
Outras confissões dizem:
"Nunca fiz ninguém chorar".
"Nunca espionei".
"Não pratiquei actos obscenos no lugar puro do templo".
"Não cometi adultério"
.(...)
Se o falecido se mostrava "Certo na voz" (dizia a verdade), então ingressava no reino de Osíris. Já quem era condenado, segundo poucas informações, ficaria por toda a eternidade de corpo fechado, passando fome e sede."
Para saberes tudo sobre o Antigo Egipto clica aqui!

O TEMPO HISTÓRICO


O tempo histórico pode ser divido em dois grandes períodos: a Pré-história (antes da invenção da escrita) e a História( depois da invenção da escrita). Pode também ser dividido tendo em atenção o nascimento de Cristo: Antes de Cristo (a.C.) e Depois de Cristo (d.C.).

A Pré-história pode ser dividida em dois períodos: o Paleolítico (Do aparecimento do Homem à invenção da agricultura) e o Neolítico (Da invenção da agricultura à invenção da escrita).

A História foi também dividida em quatro idades:

  • A Idade Antiga (Do 4º milénio a.C. - invenção da escrita - a 476 d.C.);
  • A Idade Média (De 476 d.C. a 1453 d.C. - queda do império romano do Oriente, ou seja, do Império Bizantino);
  • A Idade Moderna (De 1453 a 1789 - início da Revolução Francesa);
  • A Idade Contemporânea (de 1789 aos nossos dias).

Como apresentar a Bibliografia num trabalho escrito?






A indicação da bibliografia obedece a regras que deves seguir sempre. Para exemplificá-las vou, de seguida, apresentar um exemplo:

THIBAULT, Pierre, O Período das Ditaduras – 1918-1947, Lisboa, Publicações D. Quixote, 1981.


1ª Regra: o nome do autor é apresentado, como vês, colocando primeiro em letras maiúsculas todo o apelido, e depois o nome (neste caso só a primeira letra é maiúscula). O apelido e o nome aparecem separados por vírgulas.

2ª Regra: de seguida, apresentamos o título do livro que devemos sublinhar ou escrever em itálico e colocamos logo uma vírgula.

3ª Regra: devemos procurar na capa do livro a cidade em que este foi editado. No exemplo, corresponde a Lisboa o local de edição, mas poderia ser outra cidade. Registada a cidade deves, de imediato, pôr uma vírgula.

4ª Regra: na capa vem sempre indicado o nome da editora que editou o livro. Neste caso foi a “Publicações D. Quixote”, mas, como deves imaginar há muitas outras editoras no País e no Mundo. Não te esqueças de, logo a seguir à editora, colocar uma vírgula.

5ª Regra: na capa ou na contra – capa do livro deves localizar o ano em que a obra foi publicada, ou seja, a sua data de edição. Se acontecer o caso do livro que utilizaste na pesquisa não ter data, deves escrever: s/d, ou seja, sem data. Para a tua bibliografia estar completa falta colocar um ponto final.
Bom trabalho!

Saudades da Minha Praia

Tenho saudades de chegar....
Olhar o mar e sentir que fazia parte de ti,
Do teu cheiro, do teu mar...
sorrir...
Voar com as tuas gaivotas
O meu sonho de liberdade.
Perto de ti o céu era o meu limite...
E eu...sempre quis ir para além dele...
Vã expectativa,
Mero sargaço que o mar, diligentemente,
Deixa a secar na praia.
O teu mar apagava as pegadas pesadas da minha caminhada e libertava-me...
O teu mar do qual conheço todas as tonalidades.
Agora moro longe e mortifica-me o medo de as esquecer...
Esquecer-me de mim...
Quero voltar a devolver ao mar as tuas estrelas.
Mas...
Ao pé de ti...
Eu não percebia o valor de poder chegar ao meu porto seguro...
Perdoa-me minha praia...
Hoje...
Sempre...
Eu tenho saudades tuas.

9/19/2006

"O Mostrengo" de Fernando Pessoa


O mostrengo que está no fundo do mar
Na noite de breu ergueu-se a voar;
À roda da nau voou três vezes,
Voou três vezes a chiar, E disse:
"Quem é que ousou entrar
Nas minhas cavernas que não desvendo,
Meus tectos negros do fim do mundo?"
E o homem do leme disse, tremendo:
"El-Rei D. João Segundo!"
"De quem são as velas onde me roço?
De quem as quilhas que vejo e ouço?"
Disse o mostrengo, e rodou três vezes,
Três vezes rodou imundo e grosso.
"Quem vem poder o que só eu posso,
Que moro onde nunca ninguém me visse
E escorro os medos do mar sem fundo?"
E o homem do leme tremeu, e disse:
"El-Rei D. João Segundo!"
Três vezes do leme as mãos ergueu,
Três vezes ao leme as reprendeu,
E disse no fim de tremer três vezes:
"Aqui ao leme sou mais do que eu:
Sou um Povo que quer o mar que é teu;
E mais que o mostrengo, que me a alma teme
E roda nas trevas do fim do mundo,
Manda a vontade, que me ata ao leme,
De El-Rei D. João Segundo!"

9/18/2006

O Triunfo da Morte

"Durante a Idade Média e início da Idade Moderna pragas, epidemias e guerras religiosas e políticas assolaram a Europa. Falou-se em "castigo divino", como se não houvesse possibilidade de salvação para a humanidade. Uma das formas em que esta visão apocalíptica do futuro proliferou-se foi A Dança da Morte: uma temática do imaginário popular medieval que gerou inúmeras manifestações populares, como a cerimônia realizada nos fundos da igreja (cemitério) no século XIV, que era acompanhada por sermões falando do caráter impiedoso da morte. Os principais personagens eram "a vítima" e "a morte" (representada por pessoas vestidas com uma roupa preta e justa, sobre a qual eram pintadas as linhas de um esqueleto, e usando uma máscara de caveira). Em todos os casos a morte triunfava ao final, ceifando a vida da vítima."
Pieter Bruegel “O Velho”O Triunfo da Morte, 1562, óleo sobre tela, 117 x 162 cm. Museu do Prado – Espanha: http://museoprado.mcu.es/muerte.html

Imagens da Peste negra


"A Peste Negra foi introduzida no Ocidente pelos ratos contaminados que vinham nos porões dos barcos que faziam o comércio com o Oriente". (VÁRIOS, História 8, Lisboa, Texto Editora, p.13)
"No início da epidemia, produziam-se inchações nas virilhas e nos sovacos (...). Depois, o mal passava a apresentar-sesob o aspecto de manchas negras, que apareciam em qualquer parte do corpo." ( Decameron, citado em VÁRIOS, História 8, Lisboa, Texto Editora, p.12)

As pessoas temiam que a Peste fosse um castigo divino, por isso, auto-flagelavam-se para aplacar a ira divina.

8/28/2006

Olá

Hoje estou um pouco triste. Devido a mudanças no blogger para a versão Beta, eu perdi muita informação que pacientemente tinha colocado nos meus links.
Um outro problema aconteceu com o contador de visitas, pois já eram mais de 600....
Vou tentar organizar tudo de novo. Espero que não haja mais problemas.

8/26/2006

O Que É Um Bom Professor... as seis qualidades mais apreciadas

1. Os bons professores incentivam os alunos;
2. Os bons professores mantêm a ordem;
3. Os bons professores estão dispostos a ajudar;
4. Os bons professores explicam até que todos compreendam;
5. Os bons professores variam as actividades da sala de aula;
6. Os bons professores tentam compreender os alunos.
Dick Corbett eBruce Wilson "What Urbam Students Say About Good Teaching"
in Educational Leadership, vol.60, n.º1 , Alexandria, ASCD, 2002 (texto adaptado)
(transcrito do Dossiê do ProfAsa)

8/22/2006

"EU HOJE JOGUEI TANTA COISA FORA...." (Carlos Drummond Andrade)

"Não importa onde você parou... em que momento da vida
você cansou... o que importa
é que sempre é possível
e necessário "recomeçar".
Recomeçar é dar
uma nova chance a si mesmo... é renovar as esperanças
na vida e o mais importante...acreditar em você de novo.
Sofreu muito nesse período? foi aprendizado...Chorou muito? foi limpeza da alma... Ficou com raiva das pessoas? foi para perdoá-las um dia...
Sentiu-se só por diversas vezes? é por que fechaste
a porta até para os anjos... Acreditou
que tudo estava perdido? era o indício da tua melhora...
Pois ...agora é hora de reiniciar... de pensar na luz...de encontrar prazer
nas coisas simples de novo. Que tal um novo emprego? Uma nova profissão?Um corte de cabelo
arrojado... diferente? Um novo curso...
ou aquele velho desejo
de aprender a pintar... desenhar...
dominar o computador...
qualquer outra coisa...
Olha quanto desafio...
quanta coisa nova
nesse mundo de meu Deus
te esperando.Está se sentindo sozinho? besteira... tem tanta gente
que você afastou
com o seu período de isolamento tem tanta gente esperando
apenas um sorriso teu para "chegar" perto de você.
Quando nos trancamos
na tristeza...nem nós mesmos nos suportamos... ficamos horríveis...o mal humor
vai comendo nosso fígado...
até a boca fica amarga.
Recomeçar...
hoje é um bom dia
para começar novos desafios. Onde você quer chegar?
ir alto... sonhe alto...
queira o melhor do melhor... queira coisas boas para a vida... pensando assim trazemos
prá nós aquilo que desejamos... se pensamos pequeno...
coisas pequenas teremos... se desejarmos fortemente
o melhor e principalmente
lutarmos pelo melhor...o melhor vai se instalar
na nossa vida.
É hoje o dia da faxina mental... joga fora tudo
que te prende ao passado... ao mundinho de coisas tristes... fotos...
peças de roupa...
papel de bala... ingressos de cinema...
bilhetes de viagens... e toda aquela tranqueira
que guardamos
quando nos julgamos apaixonados...
jogue tudo fora... mas principalmente...
esvazie seu coração... fique pronto para a vida...
para um novo amor...
Lembre-se somos apaixonáveis... somos sempre capazes
de amar muitas
e muitas vezes... afinal de contas...
Nós somos o "Amor"...

"O NAVIO NEGREIRO" Um poema de Castro Alves

Era um sonho dantesco...
O tombadilho
Que das luzernas avermelha o brilho,
Em sangue a se banhar.
Tinir de ferros... estalar do açoite...
Legiões de homens negros como a noite,
Horrendos a dançar...
Negras mulheres, suspendendo às tetas
Magras crianças, cujas bocas pretas
Rega o sangue das mães:
Outras, moças... mas nuas, espantadas,
No turbilhão de espectros arrastadas,
Em ânsia e mágoa vãs.
E ri-se a orquestra, irônica, estridente...
E da ronda fantástica a serpente
Faz doudas espirais...
Se o velho arqueja... se no chão resvala,
Ouvem-se gritos... o chicote estala.
E voam mais e mais...
Presa nos elos de uma só cadeia,
A multidão faminta cambaleia,
E chora e dança ali!
Um de raiva delira, outro enlouquece...
Outro, que de martírios embrutece,
Cantando, geme e ri!
No entanto o capitão manda a manobra
E após, fitando o céu que se desdobra
Tão puro sobre o mar,
Diz do fumo entre os densos nevoeiros:
"Vibrai rijo o chicote, marinheiros!
Fazei-os mais dançar!..."
E ri-se a orquestra irônica, estridente...
E da roda fantástica a serpente
Faz doudas espirais!
Qual num sonho dantesco as sombras voam...
Gritos, ais, maldições, preces ressoam!
E ri-se Satanás!...
Senhor Deus dos desgraçados!
Dizei-me vós, Senhor Deus!
Se é loucura... se é verdade
Tanto horror perante os céus...
Ó mar! por que não apagas
Co'a esponja de tuas vagas
De teu manto este borrão?...
Astros! noite! tempestades!
Rolai das imensidades!
Varrei os mares, tufão!...
Quem são estes desgraçados,
Que não encontram em vós,
Mais que o rir calmo da turba
Que excita a fúria do algoz?
Quem são?... Se a estrela se cala,
Se a vaga à pressa resvala
Como um cúmplice fugaz,
Perante a noite confusa...
Dize-o tu, severa musa,
Musa libérrima, audaz!
São os filhos do deserto
Onde a terra esposa a luz.
Onde voa em campo aberto
A tribo dos homens nus...
São os guerreiros ousados,
Que com os tigres mosqueados
Combatem na solidão...
Homens simples, fortes, bravos...
Hoje míseros escravos
Sem ar, sem luz, sem razão...
São mulheres desgraçadas
Como Agar o foi também,
Que sedentas, alquebradas,
De longe... bem longe vêm...
Trazendo com tíbios passos,
Filhos e algemas nos braços,
N'alma — lágrimas e fel.
Como Agar sofrendo tanto
Que nem o leite do pranto
Têm que dar para Ismael...
Lá nas areias infindas,
Das palmeiras no país,
Nasceram — crianças lindas,
Viveram — moças gentis...
Passa um dia a caravana
Quando a virgem na cabana
Cisma da noite nos véus......
Adeus! ó choça do monte!......
Adeus! palmeiras da fonte!......
Adeus! amores... adeus!...
Depois o areal extenso...
Depois o oceano de pó...
Depois no horizonte imenso
Desertos... desertos só...
E a fome, o cansaço, a sede...
Ai! quanto infeliz que cede,
E cai p'ra não mais s'erguer!...
Vaga um lugar na cadeia,
Mas o chacal sobre a areia
Acha um corpo que roer...
Ontem a Serra Leoa,
A guerra, a caça ao leão,
O sono dormindo à toa
Sob as tendas d'amplidão...
Hoje... o porão negro, fundo,
Infecto, apertado, imundo,tendo a peste por jaguar...
E o sono sempre cortado
Pelo arranco de um finado,
E o baque de um corpo ao mar...
Ontem plena liberdade,
A vontade por poder...
Hoje... cum'lo de maldade
Nem são livres p'ra... morrer...
Prende-os a mesma corrente— Férrea, lúgubre serpente —
Nas rôscas da escravidão.
E assim roubados à morte,
Dança a lúgubre coorte
Ao som do açoite... Irrisão!...
Senhor Deus dos desgraçados!
Dizei-me vós, Senhor Deus!
Se eu deliro... ou se é verdade
Tanto horror perante os céus...
Ó mar, por que não apagas
Co'a esponja de tuas vagas
De teu manto este borrão?...
Astros! noite! tempestades!Rolai das imensidades!Varrei os mares, tufão!... "

Este é um excerto do poema. Para ler todo o poema, por favor, clique aqui.

8/19/2006

Decálogo do bom professor


"Introdução:
Apresentamos um texto contendo dez princípios para actividade docente de um bom professor do terceiro milênio, século marcado pela informação e pelo conhecimento tecnológico.
O professor do século XXI é aquele que, além da competência, habilidade interpessoal, equilíbrio emocional, tem a consciência de que mais importante do que o desenvolvimento cognitivo é o desenvolvimento humano e que o respeito às diferenças está acima de toda pedagogia..A função do bom professor do século XXI não é apenas a de ensinar, mas de levar seus alunos ao reino da contemplação do saber.
Dez princípios:Eis então os dez passos na direção de uma pedagogia do desenvolvimento humano:
- Aprimorar o educando como pessoa humana - A nossa grande tarefa como professor ou educador não é a de instruir, mas a de educar nosso aluno como pessoa humana, como pessoa que vai trabalhar no mundo tecnológico, mas povoado de corações, de dores, incertezas e inquietações humanas.
A escola não pode se limitar a educar pelo conhecimento destituído da compreensão do homem real, de carne e osso, de corpo e alma. De nada adianta o conhecimento bem ministrado em sala de aula, se fora da escola, o aluno se torna um homem brutalizado, desumano e patrocinador da barbárie. Educamos pela vida como perspectiva de favorecer a felicidade e a paz entre os homens.
- Preparar o educando para o exercício da cidadania - Se de um lado, primordialmente, devemos ter como grande finalidade do nosso magistério o ministério de fazer o bem às pessoas, fazer o bem é preparar nosso para o exercício exemplar e pleno da cidadania.
O cidadão não começa quando os pais registram seus filhos no cartório nem quando os filhos, aos dezoito anos, tiram suas carteira de identidade civil, a cidadania começa na escola, desde os primeiros anos da educação infantil e se estende à educação superior, nas universidades; começa com o fim do medo de perguntar, de inquirir o professor, de cogitar outras possibilidades do fazer, enfim, quando o aluno aprende a fazer fazer, a construir espaço de sua utopia e criar um clima de paz e bem-estar social, política e econômico no meio social.
- Construir uma escola democrática - A gestão democrática é a palavra de ordem na administração das escolas. Os educadores que atuarão no novo milênio devem ter na gestão democrática um princípio em que não arredam pé, não abrem mão.
Quanto mais a escola for democrática, mais transparente. Quanto mais a escola é democrática, menos erra, tem mais acerto e possibilidade de atender com eqüidade as demandas sociais. Quanto mais exercitamos a gestão democrática nas escolas, mais no preparamos para a gestão da sociedade política e civil organizada.
Aqui, pois, reside uma possibilidade concreta: chegar à universidade e concluir um curso de educação superior e estar preparado para tarefas de gestão na governo do Estado, nas prefeituras municipais e nos órgãos governamentais.
Quem exercita a democracia em pequenas unidades escolares, constrói um espaço próprio e competente para assumir responsabilidades maiores na estrutura do Estado. Portanto, quem chega à universidade não deve nunca descartar a possibilidade de inserção no meio político e poder exercitar a melhor política do mundo, a democracia.
- Qualificar o educando para progredir no mundo do trabalho - Por mais que a escola qualifique seus recursos humanos, por mais que adquira o melhor do mundo tecnológico, por mais que atualize suas ações pedagógicas, era sempre estará marcando passo frente às novas transformações cibernéticas, mas a escola, através de seus professores, poderá qualificar o educando para aprender a progredir no mundo do trabalho, o que eqüivale a dizer a oferecer instrumentos para dar respostas, não acabadas ( porque a vida é processo inacabado) às novas demandas sociais, sem medo de perdas, sem medo de mudar, sem medo de se qualificar, sem medo do novo, principalmente o novo que vem nas novas ocupações e empregabilidade.
- Fortalecer a solidariedade humana - É papel da escola favorecer a solidariedade, mas não a solidariedade de ocasião, que nasce de uma catástrofe, mas do laço recíproco e cotidiano e de amor entre as pessoas. A solidariedade que cabe à escola ensinar é a solidariedade que não nasce apenas das perdas materiais, mas que chega como adesão às causas maiores da vida, principalmente às referentes à existência humana.
Enfim, é na solidariedade que a escola pode desenvolver, no aluno-cidadão, o sentido de sua adesão às causas do ser e apego à vida de todos os seres vivos, aos interesses da coletividade e às responsabilidades de uma sociedade a todo instante transformada e desafiada pela modernidade.
- Fortalecer a tolerância recíproca - Um dos mais importantes princípios de quem ensina e trabalha com crianças, jovens e adultos é o da tolerância, sem o qual todo magistério perde o sentido de ministério, de adesão aos processos de formação do educando.
A tolerância começa na aceitação, sem reserva, das diferenças humanas, expressas na cor, no cheiro, no falar e no jeito de ser de cada educando. Só a tolerância é capaz de fazer o educador admitir modos de pensar, de agir e de sentir que diferente dos de um indivíduo ou de grupos determinados, políticos ou religiosos.
- Zelar pela aprendizagem dos alunos - Muitos de nós professores, principalmente os do magistério da educação escolar, acreditam que o importante, em sala de aula, é o instruir bem, o que pode ser traduzido, ter domínio de conhecimento da matéria que ministra aula.
No entanto, o domínio de conhecimento não deve estar dissociado da capacidade de ensinar, de fazer aprender. De que adiante e conhecimento e não saber, de forma autônoma e crítica, aplicar as informações? O conhecimento não se faz apenas com metalinguagem, com conceitos a, b ou c, e sim, com didática, com pedagogia do desenvolvimento do ser humano, sua mediação fundamental.
O zelo pela aprendizagem passa pela recuperação daqueles que têm dificuldade de assimilar informações, sejam por limitações pessoais ou sociais. Daí, a necessidade de uma educação dialógica, marcada pela troca de idéias e opiniões, de uma conversa colaborativa em que não se cogita o insucesso do aluno.
Se o aluno fracassa, a escola também fracassou. A escola deve riscar do dicionário a palavra FRACASSO. Quando o aluno sofre com o insucesso, também fracassa o professor. A ordem, pois, é fazer sempre progredir, dedicar-se mais do que as horas oficialmente destinadas ao trabalho e reconhecer que nosso magistério é missão, às vezes árdua, mas prazerosa, às vezes sem recompensa financeira condigna que merecemos, mas que pouco a pouco vamos construindo a consciência na sociedade, principalmente a política, de que a educação, se não é panacéia, é o caminho mais seguro para reverter as situações mais inquietantes e vexatórias da vida social.
- Colaborar com a articulação da escola com a família - O professor do novo milênio deve ter em mente que o profissional de ensino não é mais pedestal, dono da verdade, representante de todos os saberes, capaz de dar respostas para tudo. Articular-se com as famílias é a primeira missão dos docentes, inclusive para contornar situações desafiadoras em sala de aula.
Quanto mais conhecemos a família dos nossos alunos, mais os entendemos e mais os amamos. Uma criança amada é disciplinada. Os pais, são, portanto, coadjuvantes do processo ensino-aprendizagem, sem os quais nossa ensinança fica coxa, não vai adiante, não educa.
A sala de aula não é sala-de-estar do nosso lar, mas nada impede que os pais possam ajudar nos desafios da pedagogia dos docentes nem inoportuno é que os professores se aproximam dos lares para conhecerem de perto a realidade dos alunos e possam juntos, pais e professores, fazer a aliança de uma pedagogia de conhecimento mútuo, compartilhado e mais solidário.
- Participar ativamente da proposta pedagógica da escola - A proposta pedagógica não deve ser exclusividade dos diretores da escola. Cabe ao professor participar do processo de elaboração da proposta pedagógica da escola até mesmo para definir de forma clara os grandes objetivos da escola para seus educandos.
Um professor que não participa, se trumbica, se perde na solidão de suas aulas e não tem como pensar-se como ser participante de um processo maior, holístico e globalizado. O mundo globalizado para o professor começa por sentir-se parte no seu chão das decisões da escola, da sua organização administrativa e pedagógica.
10º - Respeitar as diferenças - Se de um lado, devemos levantar a bandeira da tolerância, como um dos princípios do ensino, o respeito às diferenças conjuga-se com esse princípio, de modo a favorecer a unidade na diversidade, a semelhança na dessemelhança. Decerto, o respeito às diferenças de linguagem, às variedades lingüísticas e culturais, é a grande tarefa dos educadores do novo milênio.
O respeito às diferenças não tem sido uma prática no nosso cotidiano, mas, depois de cinco séculos de civilização tropical, descobrimos que a igualdade passa pelo respeito às diferenças ideológicas, às concepções plurais de vida, de pedagogia, às formas de agir e de ser feliz dos gêneros humanos.
O educador, pois, deve ter a preocupação é reeducar-se de forma contínua uma vez que nossa sociedade ainda traz no seu tecido social as teorias da homogeneidade para as realizações humanas, teoria que, depois de 500 anos, conseguiu apenas reforçar as desigualdades sociais. Nossa missão, é dizer que podemos amar, viver e ser felizes com as diferenças, pois, nelas, encontraremos nossas semelhanças históricas e ancestrais: é, dessa maneira, a nossa forma de dizer ao mundo que as diferenças nunca diminuem, e sim, somam valores e multiplicam os gestos de fraternidade e paz entre os homens."
Autor:
Vicente Martins possui mestrado em educação pela Universidade Federal do Ceará (UFC)e graduação e pós-graduação lato sensu em Lingüística. Atualmente, é professor do Centro de Letras e Artes da Universidade EstadualVale do Acaraú (UVA), no Brasil.

LISTAS DE COLOCAÇÃO E NÃO COLOCAÇÃO


Finalmente foram publicadas as listas de colocação de professores. Estas podem ser consultadas em:
http://www.dgrhe.min-edu.pt/CONCURSO2006/LISTAS_NR/Listas.asp
Pode também consultar informações sobre as colocações enviando um SMS para o 4903. Disponível até 31-08-2006
Escrever mensagem com o código: “DGRHE”[Espaço]”número de candidatura”

Bom ano lectivo a todos.

7/31/2006

POR FAVOR AJUDEM ESTES ANIMAIS



Para adopção URGENTE no Canil Municipal de Torres Vedras (50 kms de Lisboa) estão muitos animais (450) que, se não ajudarmos, irão morrer.
Se os quiserem conhecer e ajudar, cliquem no link:
http://www.companhiadosanimais.pt/forum/viewtopic.php?t=13370&highlight

7/20/2006

O Código Da Vinci



No decorrer deste ano lectivo, na minha escola, um excelente aluno do 8º ano, o Renato Nolasco, percorria todos os lugares com o "O Código Da Vinci" nas mãos, por vezes, lendo em andamento....
Seria assim tão interessante?
Não quis mais saber o que a crítica dizia sobre o livro.... Prometi a mim mesma que, um dia, eu ia lê-lo, pois gostaria de verificar se seria merecedor de tanta atenção por parte do meu aluno.
Agora que já vi o filme e começo a leitura do livro, senti a necessidade de deixar aqui um registo de alguns sites sobre "O Código Da Vinci"(livro e filme).
http://www.chamada.com.br/mensagens/codigo_da_vinci.html (argumentos para ser contra o Código)
http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=615 ( Refletindo sobre o livro e os ditos "factos" lá narrados)
http://www.conelpapa.com/codigo/ ( O Código Da Vinci, livro e filme em 10 minutos)
http://www.visitdavincicode.com/PRT/?source=google (Para viajar pelos locais das filmagens)
http://fumacas.weblog.com.pt/arquivo/cat_o_codigo_da_vinci.html ( Um blog a descodificar... muito interessante...)
Gostaria também de dizer este livro é apenas um romance, por isso, não sintamos a necessidade de concordar com o que vem escrito no "Código da Vinci". Vamos dar-lhe simplesmente o valor de um enredo intrigante, não de História (a Ciência), de História da Arte ou de Religião.
Boas leituras!

7/13/2006

Notas sobre a organização do ano lectivo 2006 / 2007

Algumas notas sobre a elaboração dos horários e sobre a distribuição das horas dos cargos de orientação educativa e de supervisão pedagógica.

Despacho nº 13599/2006


Estabelece as regras e os princípios orientadores para a elaboração do horário dos professores bem como para a programação das actividades educativas.

7/09/2006

Grande golo.....


Eu tinha razão.....
Viva o Nuno Gomes!... Que espectáculo!... que maravilha!

Obrigada selecção! Sejam bemvindos!

7/08/2006

O Mundial de 2006


Para mim... o Mundial termina hoje...Independentemente do resultado de Portugal, eu estarei feliz e orgulhosa da nossa selecção.
Obrigada pelas emoções, fortes, pelos sucessos, pelos sofrimentos...
Obrigada por continuarem a lutar, mesmo quando são vítimas de injustiça.
Um lamento porém... não gostei de ver o Nuno Gomes no banco. Tenho muito respeito por todos os jogadores, mas não se deixa no banco um valor destes!
Força Nuno!
Viva Portugal!

7/02/2006

Rosas

É muito bom acabar um ano lectivo recebendo rosas.
É mesmo muito bom... especialmente se, quem as dá, já está connosco há dois anos, dentro de uma qualquer sala de aula, a aprender, a rir, a divertir-se, a sonhar, a barafustar...
Agradeço ao 9ºB pelas rosas e pelo convite para jantar.
Gostei muito de estar convosco neste jantar de fim-de-ano .
Um grande abraço da vossa professora de História....
Até sempre.

6/16/2006

Ao meu 9º B


Levem convosco a minha amizade e um sentimento enorme de saudades.
Sejam felizes, muito felizes.
Um grande abraço
Professora Elisabete