“A quinta –feira de 24 de Outubro de 1929 é o primeiro dia em que a história identifica com o pânico de 1929. (…) Nesse dia, 12 894 650 acções mudaram de dono, muitas delas a preços que destruíram os sonhos e as esperanças dos que as possuíam. (…). Cerca das onze horas, o mercado tinha degenerado numa confusão doida e desenfreada para vender (…) mas só após numerosas quedas verticais é que algumas acções foram vendidas. (…) Às onze e meia era verdadeiramente o pânico. (…) Ajuntamentos formaram-se em volta das sucursais das firmas dos correctores na cidade e por todo o país (…). As Bolsas de Chicago e Búfalo fecharam. Os suicídios sucediam-se e onze especuladores bem conhecidos tinham já morrido.(1)
O dia 29 de Outubro, a terça-feira negra, foi o mais apocalíptico do “Grande Crash”. Na bolsa reinava um silêncio sepulcral. (…) 16 Milhões de acções estavam sem comprador. (…) Nos 22 dias seguintes, o índice dos valores industriais baixou de 327 para 197. Foi o “crash” mais longo da história.”(2)


Lembras-te de mim no filme a "Múmia"? Certamente já perguntaste à Professora de História se eu existi na realidade. De facto, vivi entre 2667 a.C. e 2648 a. C. . Eu era arquitecto chefe do Faraó egípcio Djoser que reinou entre 2630 a.C. e 2611 a.C. . Eu fui responsável pelo primeiro edifício de pedra monumental e mundialmente conhecido. Sou também o primeiro arquitecto do mundo a ser conhecido pelo nome...
















