
Agradeço, mais uma vez, às minhas alunas todo o apoio que me têm dado.
A minha auto-estima está ao nível da do gato da imagem...


"Um dia, um coelho que vivia entre muitos outros resolveu viajar. Ele queria conhecer coisas novas. Viajou, viajou, aprendeu um monte. Desenvolveu-se e , lá pelas tantas, resolveu voltar e compartilhar com os seus, as suas descobertas. Quando já estava próximo da toca, uma raposa que o vira aproximar-se, começa a perseguí-lo. O coelho corre, a raposa corre, o coelho corre mais ainda ... e a coelhada na toca fica na maior torcida - e o coelho consegue entrar na toca, escapando da raposa. Foi a maior vibração. Foi aplaudido. Teve até um coelho mais joven que lhe trouxe uma toalha para secar o suor, e quando percebeu que o outro recuperara o fôlego, lhe perguntou:- Me conta, como é que você conseguiu escapar da raposa ?- Simples. Foi uma questão de intenção! A raposa corria atrás do jantar, eu corria pela minha vida."




“Originária da América do Sul e conhecida dos europeus através dos descobrimentos, (…) ela é uma planta setecentista por excelência. Foi preciso muito tempo, porém, para que fosse aceite e utilizada em larga escala como alimento comestível para os humanos. (…) Foram as más colheitas que aumentaram o recurso a uma planta que os agrónomos e os estudiosos de economia vinham exaltando já há muito tempo sem grande êxito. (…) Considerada, ainda por cima, boa para alimentar os animais, a batata estava imersa numa selva de lendas obscuras e sinistras: provocava a lepra e outras doenças mais ou menos graves, era venenosa e era até uma planta maldita de Deus, como sustentavam na Rússia os velhos crentes, que evocavam com horror e com escândalo as «maçãs do diabo», capazes de fechar as portas do paraíso a quem as comia.”Bibliografia: VÁRIOS, História Universal, vol. 10, Edições “Correio da Manhã”, pp447,448.








