2/28/2007













O que podes fazer para ajudar a salvar o nosso Planeta?












    DEZ COISAS QUE PODES FAZER:


  • Muda as lâmpadas (opta sempre por lâmpadas economizadoras, poupas o teu dinheiro e o ambiente)!
  • Anda menos de carro!
  • Recicla mais!
  • Verifica os pneus (poupas gasolina e emites menos dióxido de carbono para a atmosfera)!
  • Usa menos água quente!
  • Evita produtos com muitas embalagens!
  • Ajusta o termóstato!
  • Planta uma árvore!
  • Desliga os aparelhos eléctricos quando não estão a ser usados
Estas recomendações foram retiradas e traduzidas de:



Vamos salvar o Planeta



"There is no more important cause than the call to action to save our planet. This is a movement about change, as individuals, as a country, and as a global community. We are all contributors to global warming and we all need to be part of the solution. Join the 645,216 supporters of the Stop Global Warming Virtual March, and become part of the movement to demand solutions to global warming now."






Tradução livre:


Não há causa mais importante do que a chamada para agir para salvar o nosso planeta. Este é um movimento de mudança, como indivíduos, como país, como comunidade global. Todos contribuimos para o aquecimento global e todos precisamos ser parte da solução. Junta-te aos 645,216 apoiantes da Marcha Virtual para Parar o Aquecimento Global, e torna-te parte do movimento para exigir soluções para o aquecimento global agora.




Se quiseres fazer parte desta marcha virtual para salvar o nosso planeta, segue o link acima e inscreve-te. É gratuito.

2/11/2007

NOTA POSITIVA

Nas minhas andanças pela Net descobri este "site" onde podem consultar trabalhos e até.... publicar os vossos trabalhos.
Eis a mensagem que transcrevi do NOTA POSITIVA:
"SE TENS TRABALHOS COM BOAS CLASSIFICAÇÕES ENVIA-NOS (DE PREFERÊNCIA EM WORD) PARA notapositiva@sapo.pt POIS SÓ ASSIM O NOSSO SITE PODERÁ CRESCER."

Se quiserem dar uma espreitadela....

Queridos visitantes






Gosto muito de receber no meu mail comentários sobre o que escrevo aqui. Agrada-me, sobretudo, quando me colocam dúvidas sobre os conteúdos que são úteis para as aulas. Contudo, aviso que não publico comentários anónimos. Todavia, agradeço, desde já, todos os comentários...


Um grande abraço


Voltem sempre!

1/30/2007

Amor é fogo que arde sem se ver


Amor é fogo que arde sem se ver
Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;
É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;
É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?
Luís de Camões
Dedico a certos apaixonados....

1/22/2007

NOVO ECD

Publicado novo ECD Decreto-Lei n.º 15/2007,D.R. n.º 14, Série I de 2007-01-19 Sétima alteração do Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e secundário, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 139-A/90, de 28 de Abril, e altera o regime jurídico da formação contínua de professores, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 249/92, de 9 de Novembro.(consulte em http://www.spzc.pt/ act:19Jan2007)

1/08/2007

Atenção

O "site" dos blogs está "parado". Graças a isso é difícil deixar comentários, aceder aos links, etc.
Temos que ter paciência....
Obrigada

12/29/2006

Alguém quer estas fofuras??

Em caso afirmativo, contacte por favor:

Canil MunicipalLocal: Aldão/Atães junto à Feira Grossista e Mercado Abastecedor
Contacto: 253 551060
Horário de funcionamento:Segunda a Sexta
das 09.30 às 12.00h e das 14.00h às 16.30h
Sábado das 09.30h às 12.00hy
Veterinária Municipal: Dra.Guida Brito

12/27/2006

Para lembrar


POEMA DE NATAL
Para isso fomos feitos:
Para lembrar e ser lembrados
Para chorar e fazer chorar
Para enterrar os nossos mortos
—Por isso temos braços longos para os adeuses
Mãos para colher o que foi dado
Dedos para cavar a terra.
Assim será nossa vida:
Uma tarde sempre a esquecer
Uma estrela a se apagar na treva
Um caminho entre dois túmulos
—Por isso precisamos velar
Falar baixo, pisar leve, ver
A noite dormir em silêncio.
Não há muito o que dizer:
Uma canção sobre um berço
Um verso, talvez de amor
Uma prece por quem se vai
—Mas que essa hora não esqueça
E por ela os nossos corações
Se deixem, graves e simples.
Pois para isso fomos feitos:
Para a esperança no milagre
Para a participação da poesia
Para ver a face da morte
—De repente nunca mais esperaremos...
Hoje a noite é jovem; da morte, apenas
Nascemos, imensamente.

Autor:
Vinicius de Moraes

12/23/2006

Podemos ser felizes!


"A diferença, aquilo que marca uma mudança vital na nossa existência, é quando conseguimos passar da reacção à acção, quando nos apercebemos que o sentimos depende, em grande medida, do que pensamos, e não do que nos está a acontecer. Então, assumimos que podemos realmente controlar e «provocar» as nossas emoções, mais além do que imaginávamos. Podemos ser felizes ou infelizes, colocando o nosso «cérebro a nosso favor» ou, pelo contrário, pondo-o «contra nós».
María de Jesús Álava Reyes, in "A inutilidade do sofrimento"

12/18/2006

A Árvore de Natal


"Diz-se que foi Lutero (1483-1546), autor da reforma protestante, que após um passeio, pela floresta no Inverno, numa noite de céu limpo e de estrelas brilhantes trouxe essa imagem à família sob a forma de Árvore de Natal, com uma estrela brilhante no topo e decorada com velas, isto porque para ele o céu devia ter estado assim no dia do nascimento do Menino Jesus.

O costume começou a enraizar-se. Na Alemanha, as famílias, ricas e pobres, decoravam as suas árvores com frutos, doces e flores de papel (as flores vermelhas representavam o conhecimento e as brancas representavam a inocência). Isto permitiu que surgisse uma indústria de decorações de Natal, em que a Turíngia se especializou.

No início do século XVII, a Grã-Bretanha começou a importar da Alemanha a tradição da Árvore de Natal pelas mãos dos monarcas de Hannover. Contudo a tradição só se consolidou nas Ilhas Britânicas após a publicação pela “Illustrated London News”, de uma imagem da Rainha Vitória e Alberto com os seus filhos, junto à Árvore de Natal no castelo de Windsor, no Natal de 1846.

Esta tradição espalhou-se por toda a Europa e chegou aos EUA aquando da guerra da independência pelas mãos dos soldados alemães. A tradição não se consolidou uniformemente dada a divergência de povos e culturas. Contudo, em 1856, a Casa Branca foi enfeitada com uma árvore de Natal e a tradição mantém-se desde 1923. (...)
Contudo, em Portugal, a aceitação da Árvore de Natal é recente quando comparada com os restantes países. Assim, entre nós, o presépio foi durante muito tempo a única decoração de Natal.

Até aos anos 50, a Árvore de Natal era até algo mal visto nas cidades e nos campos era pura e simplesmente ignorada. Contudo, hoje em dia, a Árvore de Natal já faz parte da tradição natalícia portuguesa e já todos se renderam aos Pinheirinhos de Natal!"
Extraído de:

O Significado do Natal

"O Natal surge como o aniversário do nascimento de Jesus Cristo, Filho de Deus, sendo actualmente uma das festas católicas mais importantes.
Inicialmente, a Igreja Católica não comemorava o Natal. Foi em meados do século IV d.C. que se começou a festejar o nascimento do Menino Jesus, tendo o Papa Júlio I fixado a data no dia 25 de Dezembro, já que se desconhece a verdadeira data do Seu nascimento.

Uma das explicações para a escolha do dia 25 de Dezembro como sendo o dia de Natal prende-se como facto de esta data coincidir com a Saturnália dos romanos e com as festas germânicas e célticas do Solstício de Inverno, sendo todas estas festividades pagãs, a Igreja viu aqui uma oportunidade de cristianizar a data, colocando em segundo plano a sua conotação pagã. Algumas zonas optaram por festejar o acontecimento em 6 de Janeiro, contudo, gradualmente esta data foi sendo associada à chegada dos Reis Magos e não ao nascimento de Jesus Cristo.

O Natal é, assim, dedicado pelos cristãos a Cristo, que é o verdadeiro Sol de Justiça (Mateus 17,2; Apocalipse 1,16), e transformou-se numa das festividades centrais da Igreja, equiparada desde cedo à Páscoa.
Apesar de ser uma festa cristã, o Natal, com o passar do tempo, converteu-se numa festa familiar com tradições pagãs, em parte germânicas e em parte romanas.

Sob influência franciscana, espalhou-se, a partir de 1233, o costume de, em toda a cristandade, se construírem presépios, já que estes reconstituíam a cena do nascimento de Jesus. A árvore de Natal surge no século XVI, sendo enfeitada com luzes símbolo de Cristo, Luz do Mundo. Uma outra tradição de Natal é a troca de presentes, que são dados pelo Pai Natal ou pelo Menino Jesus, dependendo da tradição de cada país.
Apesar de todas estas tradições serem importantes (o Natal já nem pareceria Natal se não as cumpríssemos), a verdade é que não nos podemos esquecer que o verdadeiro significado de Natal prende-se com o nascimento de Cristo, que veio ao Mundo com um único propósito: o de justificar os nossos pecados através da sua própria morte. Nesses tempos, sempre que alguém pecava e desejava obter o perdão divino, oferecia um cordeiro em forma de sacrifício. Então, Deus enviou Jesus Cristo que, como um cordeiro sem pecados, veio ao mundo para limpar os pecados de toda a Humanidade através da Sua morte, para que um dia possamos alcançar a vida eterna, por intermédio Dele, Cristo, Filho de Deus.

Assim, não se esqueçam que o Natal não se resume a bonitas decorações e a presentes, pois a sua essência é o festejo do nascimento Daquele que deu a Sua vida por nós, Jesus Cristo."
Extraído de:

12/12/2006

Antigo Regime

Esta expressão é utilizada para caracterizar o sistema sócio-económico e político que vigorou em quase toda a Europa Ocidental e Central entre o final da época feudal e a Revolução Francesa de 1789.
A expressão « Antigo Regime» ou « Ancien Régime» surgiu em França no século XVIII e pode ser caracterizada a três níveis:
  • A nível político, caracteriza-se pelo Absolutismo;
  • A nível económico, caracteriza-se por uma economia rural e pelo desenvolvimento de uma economia mercantil, único sector económico mais rentável;
  • A nível social, caracteriza-se pela existência de uma sociedade de ordens: privilegiadas (Clero e Nobreza) e não privilegiadas (Povo e Burguesia*) muito hierarquizada e estratificada.
"Sites" a consultar para o estudo deste conteúdo:
Para observar a arte deste período faço-te 4 sugestões:
* esta estava integrada na terceira ordem social, ou seja, no Povo.

11/09/2006

Igreja Matriz de Vila do Conde


Se quiseres saber mais sobre esta igreja matriz da linda cidade de Vila do Conde, clica no título desta postagem.

11/05/2006

Aqui há Gato...


Os gatos são hoje animais domésticos muito comuns. No Antigo Egipto, o Gato era venerado como um animal dedicado e útil, o favorito da deusa Bastet (protectora dos lares, das mães e das crianças).
No santuário de Bastet, em Bubástis, foram encontrados milhares de gatos mumificados, assim como inúmeras efígies de bronze que provam a veneração a este animal.
Esta deusa era o símbolo da luz, do calor e da energia. Era também o símbolo da lua, e acreditava-se que tinha o poder de fertilizar a terra e os homens, curar doenças e conduzir as almas dos mortos. Nesta época, os gatos eram, por isso, considerados guardiões do outro mundo, e eram comuns em muitos amuletos.

10/31/2006

O Mito de Osíris

Osíris, o filho mais velho de Geb e Nut e deus do mundo subterrâneo, da ressurreição e da vida eterna, foi uma vez o rei do Egito. Ísis, sua irmã, era sua esposa e rainha. A Terra floresceu sob o reu reinado e o céu e todas as estrelas obedeciam-lhe. No entanto, o seu governo foi interrompido por um acto de extrema violência. Osíris foi atacado pelo seu irmão Seth, enquanto dormia sob uma árvore às margens do Nilo, tendo sido morto.
Seth cortou o corpo do irmão em diversos pedaços e espalhou-os pelas terras mais distantes para que ele jamais fosse encontrado. Mas Seth não conseguiria destruir o amor e encanto de Ísis, a consorte de Osíris. Ela percorreu todo o Nilo a fim de encontrar cada parte do corpo de seu marido. Quando as encontrou, e as juntou novamente, deu fôlego a Osíris para que pudessem desfrutar de seu amor mais uma vez.

Museu Nacional de Arqueologia

Se és um apaixonado(a) pelo Egipto, vale a pena ires ao "site" do Museu Nacional de Arqueologia para uma visita virtual.

10/25/2006

Mona Lisa Interactiva








Se quiseres observar o quadro mudar conforme as eventuais emoções de Mona Lisa, clica em:
http://www.citesciences.fr/english/ala_cite/expo/explora/image/mona/pt.php

Citações de Leonardo Da Vinci:


"Lastimável discípulo, que não ultrapassa o mestre."

"Quem pouco pensa, engana-se muito."

"Quanto mais conhecemos, mais amamos."

"A arte diz o indizível; exprime o inexprimível; traduz o intraduzível".

"Virá o tempo em que os seres humanos se contentarão com uma alimentação vegetariana e julgarão a matança de um animal inocente como hoje se julga o assassínio de um homem."

Para mais citações, navega até: http://www.consciencia.net/citacoes/cd/davinci.html

10/19/2006

Queres escrever o teu nome com Hieróglifos?

Clica no link seguinte e diverte-te....
O "site" é em inglês mas basta escreveres o teu nome que o programa converte-o em escrita hieroglífica.

A lenda e os trechos do Livro dos Mortos

"Diz a lenda egípcia, que quando alguém morria, o seu corpo ia para um tribunal (tribunal de Osíris, deus do Além). Lá seria pesado seu coração, junto a "Maat" (A verdade), o coração deveria mostrar-se leve como tal.. O falecido também fazia uma confissão chamada, "Confissão Negativa", na qual se dirigia para uma espécie de júri composto por 42 deuses, recitando uma confissão para cada deus.

Partes da Confissão negativa, extraída do papiro de Nebseni (livro dos mortos da tumba de Nebseni):
1: Salve, ó tu, cujos passos são longos, que vens de Heliópolis, Não cometi iniquidade.
2:Salve, ó tu, que és abraçado pela chama, que vens de Quer-aha (cidade que surge nas proximidades de Mênfis), não roubei com violência.
3:Salve, ó tu, que és abraçado pela chama, que vens de Hermópolis, não fiz violência a homem algum.
4:Salve, ó, tu, que comes sombras, que vens do sítio onde o Nilo aparecen(eles achavam que o nilo nascia na região de Philae e Assuã). Não roubei.
5:Salve, Neha-hau, que vens de Re-stau, não matei homem nem mulher.
[...]
Outras confissões dizem:
"Nunca fiz ninguém chorar".
"Nunca espionei".
"Não pratiquei actos obscenos no lugar puro do templo".
"Não cometi adultério"
.(...)
Se o falecido se mostrava "Certo na voz" (dizia a verdade), então ingressava no reino de Osíris. Já quem era condenado, segundo poucas informações, ficaria por toda a eternidade de corpo fechado, passando fome e sede."
Para saberes tudo sobre o Antigo Egipto clica aqui!

O TEMPO HISTÓRICO


O tempo histórico pode ser divido em dois grandes períodos: a Pré-história (antes da invenção da escrita) e a História( depois da invenção da escrita). Pode também ser dividido tendo em atenção o nascimento de Cristo: Antes de Cristo (a.C.) e Depois de Cristo (d.C.).

A Pré-história pode ser dividida em dois períodos: o Paleolítico (Do aparecimento do Homem à invenção da agricultura) e o Neolítico (Da invenção da agricultura à invenção da escrita).

A História foi também dividida em quatro idades:

  • A Idade Antiga (Do 4º milénio a.C. - invenção da escrita - a 476 d.C.);
  • A Idade Média (De 476 d.C. a 1453 d.C. - queda do império romano do Oriente, ou seja, do Império Bizantino);
  • A Idade Moderna (De 1453 a 1789 - início da Revolução Francesa);
  • A Idade Contemporânea (de 1789 aos nossos dias).

Como apresentar a Bibliografia num trabalho escrito?






A indicação da bibliografia obedece a regras que deves seguir sempre. Para exemplificá-las vou, de seguida, apresentar um exemplo:

THIBAULT, Pierre, O Período das Ditaduras – 1918-1947, Lisboa, Publicações D. Quixote, 1981.


1ª Regra: o nome do autor é apresentado, como vês, colocando primeiro em letras maiúsculas todo o apelido, e depois o nome (neste caso só a primeira letra é maiúscula). O apelido e o nome aparecem separados por vírgulas.

2ª Regra: de seguida, apresentamos o título do livro que devemos sublinhar ou escrever em itálico e colocamos logo uma vírgula.

3ª Regra: devemos procurar na capa do livro a cidade em que este foi editado. No exemplo, corresponde a Lisboa o local de edição, mas poderia ser outra cidade. Registada a cidade deves, de imediato, pôr uma vírgula.

4ª Regra: na capa vem sempre indicado o nome da editora que editou o livro. Neste caso foi a “Publicações D. Quixote”, mas, como deves imaginar há muitas outras editoras no País e no Mundo. Não te esqueças de, logo a seguir à editora, colocar uma vírgula.

5ª Regra: na capa ou na contra – capa do livro deves localizar o ano em que a obra foi publicada, ou seja, a sua data de edição. Se acontecer o caso do livro que utilizaste na pesquisa não ter data, deves escrever: s/d, ou seja, sem data. Para a tua bibliografia estar completa falta colocar um ponto final.
Bom trabalho!

Saudades da Minha Praia

Tenho saudades de chegar....
Olhar o mar e sentir que fazia parte de ti,
Do teu cheiro, do teu mar...
sorrir...
Voar com as tuas gaivotas
O meu sonho de liberdade.
Perto de ti o céu era o meu limite...
E eu...sempre quis ir para além dele...
Vã expectativa,
Mero sargaço que o mar, diligentemente,
Deixa a secar na praia.
O teu mar apagava as pegadas pesadas da minha caminhada e libertava-me...
O teu mar do qual conheço todas as tonalidades.
Agora moro longe e mortifica-me o medo de as esquecer...
Esquecer-me de mim...
Quero voltar a devolver ao mar as tuas estrelas.
Mas...
Ao pé de ti...
Eu não percebia o valor de poder chegar ao meu porto seguro...
Perdoa-me minha praia...
Hoje...
Sempre...
Eu tenho saudades tuas.

9/19/2006

"O Mostrengo" de Fernando Pessoa


O mostrengo que está no fundo do mar
Na noite de breu ergueu-se a voar;
À roda da nau voou três vezes,
Voou três vezes a chiar, E disse:
"Quem é que ousou entrar
Nas minhas cavernas que não desvendo,
Meus tectos negros do fim do mundo?"
E o homem do leme disse, tremendo:
"El-Rei D. João Segundo!"
"De quem são as velas onde me roço?
De quem as quilhas que vejo e ouço?"
Disse o mostrengo, e rodou três vezes,
Três vezes rodou imundo e grosso.
"Quem vem poder o que só eu posso,
Que moro onde nunca ninguém me visse
E escorro os medos do mar sem fundo?"
E o homem do leme tremeu, e disse:
"El-Rei D. João Segundo!"
Três vezes do leme as mãos ergueu,
Três vezes ao leme as reprendeu,
E disse no fim de tremer três vezes:
"Aqui ao leme sou mais do que eu:
Sou um Povo que quer o mar que é teu;
E mais que o mostrengo, que me a alma teme
E roda nas trevas do fim do mundo,
Manda a vontade, que me ata ao leme,
De El-Rei D. João Segundo!"

9/18/2006

O Triunfo da Morte

"Durante a Idade Média e início da Idade Moderna pragas, epidemias e guerras religiosas e políticas assolaram a Europa. Falou-se em "castigo divino", como se não houvesse possibilidade de salvação para a humanidade. Uma das formas em que esta visão apocalíptica do futuro proliferou-se foi A Dança da Morte: uma temática do imaginário popular medieval que gerou inúmeras manifestações populares, como a cerimônia realizada nos fundos da igreja (cemitério) no século XIV, que era acompanhada por sermões falando do caráter impiedoso da morte. Os principais personagens eram "a vítima" e "a morte" (representada por pessoas vestidas com uma roupa preta e justa, sobre a qual eram pintadas as linhas de um esqueleto, e usando uma máscara de caveira). Em todos os casos a morte triunfava ao final, ceifando a vida da vítima."
Pieter Bruegel “O Velho”O Triunfo da Morte, 1562, óleo sobre tela, 117 x 162 cm. Museu do Prado – Espanha: http://museoprado.mcu.es/muerte.html

Imagens da Peste negra


"A Peste Negra foi introduzida no Ocidente pelos ratos contaminados que vinham nos porões dos barcos que faziam o comércio com o Oriente". (VÁRIOS, História 8, Lisboa, Texto Editora, p.13)
"No início da epidemia, produziam-se inchações nas virilhas e nos sovacos (...). Depois, o mal passava a apresentar-sesob o aspecto de manchas negras, que apareciam em qualquer parte do corpo." ( Decameron, citado em VÁRIOS, História 8, Lisboa, Texto Editora, p.12)

As pessoas temiam que a Peste fosse um castigo divino, por isso, auto-flagelavam-se para aplacar a ira divina.

8/28/2006

Olá

Hoje estou um pouco triste. Devido a mudanças no blogger para a versão Beta, eu perdi muita informação que pacientemente tinha colocado nos meus links.
Um outro problema aconteceu com o contador de visitas, pois já eram mais de 600....
Vou tentar organizar tudo de novo. Espero que não haja mais problemas.