Na Grécia Antiga, as escolas eram pequenas. Tinham somente um professor e cerca de de 10 ou 20 rapazes. As escolas não eram gratuitas e, por isso, somente os ricos podiam pagar a escola para os seus filhos. As crianças não precisavam de muito material escolar, porque tinham que aprender tudo de cor! Quando precisavam anotar alguma coisa, escreviam em pequenos quadros de madeira cobertos com camadas de cera. Usavam uma caneta de madeira, chamada estilete, com uma ponta afiada para escrever e uma ponta lisa para apagar.
1/17/2008
A infância na Grécia Antiga

Os rapazes gregos iam à escola a partir dos sete anos. Aprendiam a ler e a escrever, assim como matemática, canto e a arte de fazer discursos. Os jogos também eram importantes na educação, dado que os preparavam para ser fortes soldados quando crescessem.
A
s raparigas não iam à escola. Ficavam em casa onde aprendiam a bordar, fiar e a gerir uma casa. Somente algumas raparigas ricas aprendiam a ler e escrever.Os brinquedos dos rapazes eram dedicados ao deus Apolo e os das raparigas a Artemis (ou Artemisia)
1/15/2008
O cidadão ateniense versus o escravo

"Na linguagem actual, o cidadão é o indivíduo nascido de pai e mãe cidadã, não bastando uma destas condições. A natureza fez dos corpos dos homens livres diferentes dos dos escravos, dando a estes o vigor necessário para as obras difíceis da sociedade e fazendo, contrariamente , os primeiros incapazes de dobrar o seu recto corpo para se dedicarem aos trabalhos pesados, destinando-os somente às funções da vida civil, repartida entre as ocupações da guerra e da paz."
Aristótles, Política
A mundialização da crise

" A depressão alastrou dos Estados Unidos para os países industrializados espalhados pelo mundo. Na Grã-Bretanha, foi acrescentar-se à situação de depressão já existente, que se seguira à sobrevalorização da libra esterlina. Na Alemanha, aumentou a pressão sobre a estrutura política cada vez mais frágil da República de Weimar. Durante os primeiros anos da depressão, foi ainda exigido à Alemanha o pagamento de indemnizações, enquanto o país sofria os efeitos das políticas internas(...) "(1)
" Os países novos (Austrália, Canadá, Brasil, Argentina, e outros), cujas economias dependiam muito da exportação das matérias-primas e produtos agrícolas para o EUA e para a Europa, viram a sua situação agravar-se, quando estes reduziram drasticamente as suas importações devido às dificuldades económicas e financeiras. Daí a acumulação de stocks ou a sua destruição para tentar evitar a contínua descida dos preços.
Estes países fornecedores de matérias-primas deixaram de ter, por seu lado, capacidade finaceira para adquirir produtos industriais da Europa e dos EUA. O comércio mundial entrou, deste modo, numa fase de grande depressão." (2)
(1) Kenneth Galbraith, Viagem Através da Economia do Nosso Tempo, Lx, Dom Quixote, 1995.
(2)VÁRIOS, Oficina da História 9, Lx, Texto Editores, 2004.
O crash em Wall Street
“A quinta –feira de 24 de Outubro de 1929 é o primeiro dia em que a história identifica com o pânico de 1929. (…) Nesse dia, 12 894 650 acções mudaram de dono, muitas delas a preços que destruíram os sonhos e as esperanças dos que as possuíam. (…). Cerca das onze horas, o mercado tinha degenerado numa confusão doida e desenfreada para vender (…) mas só após numerosas quedas verticais é que algumas acções foram vendidas. (…) Às onze e meia era verdadeiramente o pânico. (…) Ajuntamentos formaram-se em volta das sucursais das firmas dos correctores na cidade e por todo o país (…). As Bolsas de Chicago e Búfalo fecharam. Os suicídios sucediam-se e onze especuladores bem conhecidos tinham já morrido.(1)
O dia 29 de Outubro, a terça-feira negra, foi o mais apocalíptico do “Grande Crash”. Na bolsa reinava um silêncio sepulcral. (…) 16 Milhões de acções estavam sem comprador. (…) Nos 22 dias seguintes, o índice dos valores industriais baixou de 327 para 197. Foi o “crash” mais longo da história.”(2)
(1) J.K. Galbraith, A Crise Económica de 1929
(2) Artigo do jornal Time, publicado a 29 de Outubro de 1979 (adaptado)
Antecedentes da crise de 1929
"Jornalista: – Que lhe parece a situação económica e financeira dos Estados Unidos? Há quem julgue que a situação actual, de aparência muito brilhante, o desenvolvimento constante da produção, patente em quase todas as estatísticas, a subida contínua dos valores (da Bolsa) na Wall Street não podem aguentar-se por muito tempo e que uma crise brutal estalará proximamente.
P. Reynaud: Não poderá tratar-se de uma crise violenta. (...) De qualquer modo, julgo no entanto que se prefigura uma crise nos Estados Unidos. Algumas fontes de riqueza estão paradas. Os agricultores lamentam-se, a indústria têxtil atravessa dificuldades. (...) "Por outro lado, a alta contínua dos títulos da Bolsa desenvolve o gosto pela especulação."
P. Reynaud: Não poderá tratar-se de uma crise violenta. (...) De qualquer modo, julgo no entanto que se prefigura uma crise nos Estados Unidos. Algumas fontes de riqueza estão paradas. Os agricultores lamentam-se, a indústria têxtil atravessa dificuldades. (...) "Por outro lado, a alta contínua dos títulos da Bolsa desenvolve o gosto pela especulação."
Entrevista de P. Reynaud, publicada no Jornal Temps,
15 de Outubro de 1929
15 de Outubro de 1929
1/02/2008
2 anos de vida
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