3/30/2009

“Como viviam os romanos ricos?”


Os grandes senhores viviam em grandes casas, que se chamavam domi. Tinham também ao seu serviço numerosos escravos.
O dia era ocupado com o atendimento aos clientes.
Frequentavam os banhos públicos onde liam, conversavam e tratavam de negócios.
Gostavam de ir ao anfiteatro assistir a uma luta de gladiadores ou ainda ao circo ver uma corrida de quadrigas.
À noite iam a banquetes onde lhes eram servidos dezenas de pratos com carne de caça, aves e peixe do mar. Também bebiam vinho de qualidade, muitas vezes misturado com água, mel ou ervas aromáticas
Francisca Neto Costa nº7, 7ºA

3/14/2009

2 meses...


"Às vezes penso que foi ontem

Ou até mesmo hoje perdi a noção do tempo

Penso nas horas que estive a teu lado

Nas horas que brincamos e rimos

Sentadas naquela varanda

Olhando as suas belas flores do jardim

E nas noites de céu estrelado

Quando ficávamos olhando as estrelas

Fazendo contato com o divino iluminado

Traçando sonhos a serem concretizados

Nunca cansou de me ouvir e eu te escutar

Éramos apesar das desavenças amigas

Você era o meu sol que clareava

E eu a lua que reclamava da sombra da nuvem

Que lá bem alto no céu passava

Ah! Quanta saudade no meu coração

Se o tempo pudesse retroceder eu queria

Abraçar-te novamente sentir seu carinho

Abundantemente

E não te deixar sozinha novamente

Aquele dia fatídico eu sabia que não deveria

Ter partido

Tinha que ter estado lá como sempre estive

Ao teu lado sorrindo amparando e te amando

Mas o destino é cruel e nos põe a boca o fel

O que mais sinto é não ter me despedido

Você não me esperou e partiu sem dizer

Adeus

Até hoje tenho todos os pormenores na mente

E ainda não acredito que partiu tão de repente

Mas sabe! Mãe...Te guardarei no cofre forte

Naquele que somente a gente entra

Naquele que tantos querem entrar

Mas não é para um ser indiferente

É somente para quem sabe amar a gente

Assim como te amei e sei que me amou

Pois sempre foi a Mãe que sonhei ter

Sua lembrança está neste lugar guardada

Perfeitamente bela e maravilhosa como era

Dentro deste cofre que posso quando quiser

Encontrar-te a qualquer momento

E matar a saudade que me mata lentamente

Aqui! Mãe... Dentro do meu coração"



3/03/2009

Recordando a Guerra Colonial







Uma familia grega

Era uma vez...
há muitos anos na Grécia Antiga um homem chamado Pelasgo, que cresceu em Esparta numa familia de metecos, tinham um mau nível de vida, mas eram felizes. O seu pai era comerciante, já falecido, mas sua mãe ainda era viva, chamava-se Romilda. Um dia Pelasgo resolveu ir viver para Atenas em busca de melhores condições de vida. A sua mãe disse-lhe: "-Meu filho, se fosse a ti, não ia para Atenas,preferia ficar cá. Arranjas trabalho facilmente... "RespondeuPelasgo: "-Vou em busca de melhores condições de vida, minha mãe. Porque é que não vens comigo? " Depois de muito insistir, Pelasgo convence a mãe a ir com ele. Dias depois tinham chegado a Atenas. "-Atenas parece-me muito melhor que Esparta." afirmou Pelasgo.
"-Talvez ainda tenhamos família cá!"-disse sua mãe. "-Não sei não... já passaram muitos anos desde que tu e o pai partiram para Esparta..." A mãe respondeu:"-Espero que aqui encontres trabalho, a vida não esta fácil..."
A pequena família instalou-se numa pequena casa que era de uma prima afastada e tudo estava a correr como previsto até que, passado algum tempo,Romilda faleceu, já idosa. Pelasgo, muito triste, disse para si próprio: "-Agora que já quase não tenho família nenhuma e tenho pouco a perder, vou partir para a guerra."
Pelasgo partiu para a guerra, passou a ser conhecido e tornou-se uma pessoa muito importante (graças aos seus triunfos no campo de batalha). Decidiu deixar a guerra e voltar para Atenas. Certo dia conheceu uma rapariga muito bela que lhe disse: "-Olá!!!Não és tu o famoso guerreiro Pelasgo? "
" -Sim,sou."-afirmou Pelasgo.
"-Ahhh...está bem!... Adeus e até à proxima...estou com pressa! "
Pelasgou ficou apaixonado pela rapariga, encontrou-se mais vezes com ela, até que casaram... Infelizmente, a rapariga morreu pouco tempo depois ao dar à luz o seu bebé.
Pelasgo não voltou a casar devido ao grande desgosto que sentia.
Morreu já idoso sem descendentes...
7ºD: Marco N.,João R.,Gonçalo V.,Marcela M.

Situação - Problema: Será que o governo de um país deverá estar nas mãos de um único homem?

"Na minha opinião, o governo de um país, não pode, nem deve, ficar nas mãos de um único homem, pois, demasiado poder concentrado nas mãos de um só homem pode ter como consequências o abuso de poder, a queda em exageros, vícios, podendo mesmo corromper a pessoa. Assim, eu acho que o poder deve estar distribuído entre vários homens ( como numa democracia), com o intuito de o poder estar bem distribuído. Por exemplo: a Ana tem x poderes esses mesmos poderes são limitados pelos x poderes do Tiago, e vice-versa, isto, leva - nos a criar e a viver numa democracia, onde os poderes estão devidamente distribuidos, segundo a sua hierarquia, onde não se cai em abusos, nem em exessos.
Para concluir, isso dos poderes estarem concentrados num único homem é ABSOLUTISMO."
Fátima Ribeiro, 7ºD