Genocídio
Campos de Concentração
Trabalho Escravo
Campos de ConcentraçãoAuschwitz
Dachau
Mauthausen
Treblinka
terça-feira, fevereiro 28, 2006
HOLOCAUSTO
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O HISTORIADOR DAVID IRVING ESTÁ NA PRISÃO POR TER NEGADO A HOLOCAUSTO
14:21 2006-02-21
O HISTORIADOR DAVID IRVING ESTÁ NA PRISÃO POR TER NEGADO A HOLOCAUSTO. O historiador britânico David Irving foi hoje condenado a três anos de prisão pelo Tribunal Regional de Viena. Ele negou a realidade das câmaras de gás e do Holocausto durante a II Guerra Mundial. Irving declarou hoje que desde o 1989 já mudou de opinião e que agora reconhece a existência das câmaras de gás em Auschwitz. «Cometi um erro quando disse que não havia câmaras de gás em Auschwitz» - disse Irving e tambem lamentou «todas as pessoas inocentes que morreram durante a II Guerra Mundial». David Irving tem 67 anos e estava detido desde o 11 de Novembro. Foi acusado com base numa lei federal que considera um crime diminuir, negar ou justificar publicamente o Holocausto. Segundo a Diário Digital, o advogado de Irving Elmar Kresbach anunciou já que vai apelar da sentença. Tambem acrescentou que o historiador do Terceiro Reich recebia mais de 300 cartas por semana de apoiantes de todo o mundo, e que estava a aproveitar o tempo na prisão para escrever as memórias, com o título provisório de «A Guerra de Irving». Fonte: Diario Digital
O HISTORIADOR DAVID IRVING ESTÁ NA PRISÃO POR TER NEGADO A HOLOCAUSTO. O historiador britânico David Irving foi hoje condenado a três anos de prisão pelo Tribunal Regional de Viena. Ele negou a realidade das câmaras de gás e do Holocausto durante a II Guerra Mundial. Irving declarou hoje que desde o 1989 já mudou de opinião e que agora reconhece a existência das câmaras de gás em Auschwitz. «Cometi um erro quando disse que não havia câmaras de gás em Auschwitz» - disse Irving e tambem lamentou «todas as pessoas inocentes que morreram durante a II Guerra Mundial». David Irving tem 67 anos e estava detido desde o 11 de Novembro. Foi acusado com base numa lei federal que considera um crime diminuir, negar ou justificar publicamente o Holocausto. Segundo a Diário Digital, o advogado de Irving Elmar Kresbach anunciou já que vai apelar da sentença. Tambem acrescentou que o historiador do Terceiro Reich recebia mais de 300 cartas por semana de apoiantes de todo o mundo, e que estava a aproveitar o tempo na prisão para escrever as memórias, com o título provisório de «A Guerra de Irving». Fonte: Diario Digital
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Túmulo intacto descoberto no Vale dos Reis

"Uma equipa de arqueólogos da Universidade de Memphis, nos EUA, anunciou a descoberta de um túmulo, que parece estar ainda intacto, no Vale dos Reis, no Egipto. Algo semelhante não acontecia desde que foi encontrado o túmulo do faraó Tutankamon, em 1922.
No local estão cinco múmias, que parecem pertencer à XVIII dinastia, nos respectivos sarcófagos, todos ainda intactos, adiantaram os especialistas. Esta dinastia, a mesma do chamado faraó menino, reinou entre 1567 e 1320 antes de Cristo, altura em que o domínio do país sobre a área em volta era muito forte.
Apesar de no Vale dos Reis dever o seu nome ao facto de ser local de enterro da maioria dos faraós da época áurea, os arqueólogos afirmam que as múmias agora encontradas não parecem pertencer a famílias reais.
Os cinco sarcófagos têm forma humana e têm máscaras funerárias com cores. «Por alguma razão foram todos enterrados de forma rápida num túmulo pequeno», adiantaram os arqueólogos.
O túmulo, situado a cinco quilómetros do de Tutankamon, estava coberto pelos escombros de casas de trabalhadores de construção da XIX dinastia, datada de um século depois.
09-02-2006 20:25:27 "
No local estão cinco múmias, que parecem pertencer à XVIII dinastia, nos respectivos sarcófagos, todos ainda intactos, adiantaram os especialistas. Esta dinastia, a mesma do chamado faraó menino, reinou entre 1567 e 1320 antes de Cristo, altura em que o domínio do país sobre a área em volta era muito forte.
Apesar de no Vale dos Reis dever o seu nome ao facto de ser local de enterro da maioria dos faraós da época áurea, os arqueólogos afirmam que as múmias agora encontradas não parecem pertencer a famílias reais.
Os cinco sarcófagos têm forma humana e têm máscaras funerárias com cores. «Por alguma razão foram todos enterrados de forma rápida num túmulo pequeno», adiantaram os arqueólogos.
O túmulo, situado a cinco quilómetros do de Tutankamon, estava coberto pelos escombros de casas de trabalhadores de construção da XIX dinastia, datada de um século depois.
09-02-2006 20:25:27 "
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segunda-feira, fevereiro 27, 2006
Ficha para analisar documentos escritos

Lê o texto.
1.1. Identifica:
a) O título:
b) O autor:
c) A obra da qual foi extraído o excerto:
d) A data de publicação da obra: ____/____/_____ Século: _____
1.2. Sublinha as palavras que desconheces.
1.3. Procura o seu significado num dicionário.
Relê o texto.
a) Sublinha as ideias principais.
Escreve por palavras tuas as ideias principais do texto.
Extraído de: VÁRIOS, Dossier de Aprendiz de Historiador, Lisboa, Texto Editora, 2003, p.16.
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segunda-feira, fevereiro 27, 2006
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domingo, fevereiro 26, 2006
A luneta com lente de óculos

Gostarias de construir uma luneta como as do tempo de Galileu?
Descobre como deves fazer no "site":
http://minerva.ufpel.edu.br/~histfis/telscons.htm
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Galileu Galilei,
Luneta,
Técnica de trabalho
Poema para Galileo

Estou olhando o teu retrato, meu velho pisano,
aquele teu retrato que toda a gente conhece,
em que a tua bela cabeça desabrocha e floresce
sobre um modesto cabeção de pano.
Aquele retrato da Galeria dos Ofícios da tua velha Florença.
(Não, não, Galileo! Eu não disse Santo Ofício.
Disse Galeria dos Ofícios.)
Aquele retrato da Galeria dos Ofícios da requintada Florença.
Lembras-te? A Ponte Vecchio, a Loggia, a Piazza della Signoria…
Eu sei… eu sei…
As margens doces do Arno às horas pardas da melancolia.
Ai que saudade, Galileo Galilei!
Olha. Sabes? Lá em Florença
está guardado um dedo da tua mão direita num relicário.
Palavra de honra que está!
As voltas que o mundo dá!
Se calhar até há gente que pensa
que entraste no calendário.
Eu queria agradecer-te, Galileo,
a inteligência das coisas que me deste.
Eu,
e quantos milhões de homens como eu
a quem tu esclareceste,
ia jurar- que disparate, Galileo!
- e jurava a pés juntos e apostava a cabeça
sem a menor hesitação-
que os corpos caem tanto mais depressa
quanto mais pesados são.
Pois não é evidente, Galileo?
Quem acredita que um penedo caia
com a mesma rapidez que um botão de camisa ou que um seixo da praia?
Esta era a inteligência que Deus nos deu.
Estava agora a lembrar-me, Galileo,
daquela cena em que tu estavas sentado num escabelo
e tinhas à tua frente
um friso de homens doutos, hirtos, de toga e de capelo
a olharem-te severamente.
Estavam todos a ralhar contigo,
que parecia impossível que um homem da tua idade
e da tua condição,
se tivesse tornado num perigo
para a Humanidade
e para a Civilização.
Tu, embaraçado e comprometido, em silêncio mordiscavas os lábios,
e percorrias, cheio de piedade,
os rostos impenetráveis daquela fila de sábios.
Teus olhos habituados à observação dos satélites e das estrelas,
desceram lá das suas alturas
e poisaram, como aves aturdidas- parece-me que estou a vê-las -,
nas faces grávidas daquelas reverendíssimas criaturas.
E tu foste dizendo a tudo que sim, que sim senhor, que era tudo tal qual
conforme suas eminências desejavam,
e dirias que o Sol era quadrado e a Lua pentagonal
e que os astros bailavam e entoavam
à meia-noite louvores à harmonia universal.
E juraste que nunca mais repetirias
nem a ti mesmo, na própria intimidade do teu pensamento, livre e calma,
aquelas abomináveis heresias
que ensinavas e descrevias
para eterna perdição da tua alma.
Ai Galileo!
Mal sabem os teus doutos juízes, grandes senhores deste pequeno mundo
que assim mesmo, empertigados nos seus cadeirões de braços,
andavam a correr e a rolar pelos espaços
à razão de trinta quilómetros por segundo.
Tu é que sabias, Galileo Galilei.
Por isso eram teus olhos misericordiosos,
por isso era teu coração cheio de piedade,
piedade pelos homens que não precisam de sofrer, homens ditosos
a quem Deus dispensou de buscar a verdade.
Por isso estoicamente, mansamente,
resististe a todas as torturas,
a todas as angústias, a todos os contratempos,
enquanto eles, do alto incessível das suas alturas,
foram caindo,
caindo,
caindo,
caindo,
caindo sempre,
e sempre,
ininterruptamente,
na razão directa do quadrado dos tempos.
Este poema foi escrito pelo poeta português António Gedeão
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domingo, fevereiro 26, 2006
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8º ano,
António Gedeão,
Escritores portugueses,
Galileo Galilei,
Poesia
Isaac Newton (1642-1722)

"Matemático, físico, astrónomo e filósofo.
Criou o primeiro telescópio reflector.
Foi ainda professor de Matemática em Cambridge.
Através dos seus estudos concluiu que cada partícula do Universo atrai todas as outras em proporção à sua massa."
Bibliografia consultada:
VÁRIOS, Olhar a História 8, Porto, Porto Editora, 2003, p.108.
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8º ano,
Biografia,
Isaac Newton
sábado, fevereiro 25, 2006
Dia Internacional da Mulher

"PORQUÊ O DIA 8 DE MARÇONeste dia, do ano de 1857, as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve, ocupando a fábrica, para reivindicarem a redução de um horário de mais de 16 horas por dia para 10 horas. Estas operárias que, nas suas 16 horas, recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram fechadas na fábrica onde, entretanto, se declarara um incêndio, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas. Em 1910, numa conferência internacional de mulheres realizada na Dinamarca, foi decidido, em homenagem àquelas mulheres, comemorar o 8 de Março como "Dia Internacional da Mulher". De então para cá o movimento a favor da emancipação da mulher tem tomado forma, tanto em Portugal como no resto do mundo.
O QUE SE PRETENDE COM A CELEBRAÇÃO DESTE DIA
Pretende-se chamar a atenção para o papel e a dignidade da mulher e levar a uma tomada de consciência do valor da pessoa, perceber o seu papel na sociedade, contestar e rever preconceitos e limitações que vêm sendo impostos à mulher.
MARCOS DE UM PERCURSO
EM PORTUGAL
NO MUNDO1691 -Estados Unidos As mulheres votam no Estado do Massachussetts. Perdem este direito em 1789.
1788 - França Condorcet, filósofo e homem político francês, reclama para as mulheres o direito à educação, à participação na vida política e ao acesso ao emprego.
1792 - Reino UnidoMary Wollstpnecraft pioneira da acção feminista, publica uma vindicta das Mulheres.
1822 - Primeira Constituição Liberal. Tanto esta Constituição como as seguintes afirmam. que a lei é igual para todos, sem referência especial às mulheres.
1840 - Estados Unidos Lucrécia Mott lança as bases de Equal Rights Association pedindo a igualdade de direitos para as mulheres e para os negros.
1857 - Estados Unidos No dia 8 de Março, em Nova Iorque, greve das opcrárias têxteis para obter a igualdade de salários e a redução das horas dc trabalho, para 10 horas por dia.
1859 - Rússia Aparecimento de um movimento feminino em St. Pctersburgo para a emancipação da mulher.
1862 - Suécia As mulheres votam nas eleições municipais.
1865 - Alemanha Louise Otto funda a Associação Geral das Mulheres AIemãs.
1866 - Reino Unido John Stuart MIII, filósofo e economista inglês, reclama o direito de voto para as mulheres.
1868 - Reino Unido Criação da Sociedade Nacional para o Sufrágio Feminino.
1869 - Estados Unidos Nascimento da Associação Nacional para o Sufrágio das Mulheres. O estado dc Wyoming concede o direito de voto às mulheres para atingir o número de eleitores necessário para entrar na União.
1870 - França e Suécia As mulheres têm acesso aos estudos médicos. - Turquia Inauguração de urna Escola Normal destinada a formar professoras para as escolas prirnárias e secundárias para raparigas.
1874 - Japão Abertura da primeira Escola Normal para raparigas.
1878 - Rússia Abertura da primeira Universidade feminina em St. Petersburgo.
1882 -. Estados Unidos Susan B. Anthony funda o Conselho Nacional de Mulheres, tendo como patrono Victor Hugo; o célebre escritor era então um dos chefes do Partido Republicano.
1893 - Nova Zelândia Concedido o direito de voto às mulheres.
1901.- França O deputado socialista René Viviani, sustenta pela primeira vez um debate sobre o direito de voto das mulheres. "
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8 de Março,
datas comemorativas,
Dia da Mulher
quinta-feira, fevereiro 23, 2006
FICHA PARA REGISTO DE DADOS BIOGRÁFICOS
Nome :
Data de nascimento:
Data de falecimento:
Nacionalidade/naturalidade:
Locais onde residiu ao longo da vida:
Habilitações literárias e/ou técnicas:
Profissão e/ou função:
Áreas em que notabilizou:
Acontecimentos históricos em que participou ( e a sua intervenção nos mesmos):
Obras que realizou / escreveu /dirigiu/ ordenou / compôs:
Outras informações importantes dignas de registo:
Fontes consultadas:
Não te esqueças de inserir uma foto do biografado, assim como outras imagens que consideres importantes, fazendo sempre a legenda das mesmas.
Bom trabalho!
(Ficha adaptada do Dossier de Aprendiz de Historiador, 8º ano, da Texto Editora).
Data de nascimento:
Data de falecimento:
Nacionalidade/naturalidade:
Locais onde residiu ao longo da vida:
Habilitações literárias e/ou técnicas:
Profissão e/ou função:
Áreas em que notabilizou:
Acontecimentos históricos em que participou ( e a sua intervenção nos mesmos):
Obras que realizou / escreveu /dirigiu/ ordenou / compôs:
Outras informações importantes dignas de registo:
Fontes consultadas:
Não te esqueças de inserir uma foto do biografado, assim como outras imagens que consideres importantes, fazendo sempre a legenda das mesmas.
Bom trabalho!
(Ficha adaptada do Dossier de Aprendiz de Historiador, 8º ano, da Texto Editora).
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quinta-feira, fevereiro 23, 2006
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7º ano,
8º ano,
9º ano,
Biografia,
Técnica de trabalho
quarta-feira, fevereiro 22, 2006
"Combates pela História"

“Amo a história. Se não a amasse não seria historiador. (...). Amo a história – e é por isso que estou feliz por vos falar, hoje, daquilo que amo.”
Lucien Febvre, "Combates pela História"
Foi porque li este livro, "Combates pela História", que decidi tornar-me o que sou hoje:
Professora de História.
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Combates pela História,
Lucien Febvre
A Evolução da Talha em Portugal
Talha de Estilo Português (1685-1725)
É o primeiro estilo original da talha portuguesa e apareceu em órgãos, púlpitos e principalmente nos retábulos, aqui com uma decoração muito típica de grande originalidade.
Ao centro do retábulo uma grande abertura, tribuna, que nem no interior o trono, constituído por vários degraus de madeira sobrepostos revestidos a talha. No alto era colocada a custódia com a hóstia quando havia em exposição do Santíssimo Sacramento. A flanquear a tribuna havia colunas salamónicas ou pseudo-salamónicas, torcidas e espiraladas e que eram continuadas no remate por arcos semi-circulares também espiralados. Na decoração das colunas e arcos havia uma série muito exuberante de folhas de acanto enroladas, cachos de uva, parras, meninos ou pássaros.
Podemos ver estes retábulos por todos os concelhos do país desde a Sé de Castelo Branco, à Igreja dos Paulistas em Lisboa ou à Igreja de S. Bento de Vitória, no Porto (figura 1)

É o primeiro estilo original da talha portuguesa e apareceu em órgãos, púlpitos e principalmente nos retábulos, aqui com uma decoração muito típica de grande originalidade.
Ao centro do retábulo uma grande abertura, tribuna, que nem no interior o trono, constituído por vários degraus de madeira sobrepostos revestidos a talha. No alto era colocada a custódia com a hóstia quando havia em exposição do Santíssimo Sacramento. A flanquear a tribuna havia colunas salamónicas ou pseudo-salamónicas, torcidas e espiraladas e que eram continuadas no remate por arcos semi-circulares também espiralados. Na decoração das colunas e arcos havia uma série muito exuberante de folhas de acanto enroladas, cachos de uva, parras, meninos ou pássaros.
Podemos ver estes retábulos por todos os concelhos do país desde a Sé de Castelo Branco, à Igreja dos Paulistas em Lisboa ou à Igreja de S. Bento de Vitória, no Porto (figura 1)

Figura1-Retábulo em talha dourada – estilo nacional ou português
Talha de Estilo Joanino (1685-1725)
Esta talha revela a influência do barroco que italiano que chega a Portugal através de livros, gravuras, estampas ou artistas contratados para cá trabalharem e que exerceram a sua influência.
Estes retábulos diferem os anteriores na decoração das colunas, que agora têm apenas grinaldas de rosas que trepam pelos sulcos das espiras; no remate agora constituído por uma composição curvilínea e partida, cuja parte central é ladeada por dois anjos, havendo entre o remate e a tribuna, um baldaquino com bordas e cortinados de madeira e na decoração que enxameia o retábulo, com plumas, palmas, volutas e meios corpos, tudo de gosto italiano.
Podemos observar retábulos deste estilo na Igreja de Nª Senhora da Pena em Lisboa, desenhado por Cláudio Laprade e, na Sé do Porto, cujo retábulo da capela-mor foi desenhado também por Laprade e Santos Pacheco.
Esta talha revela a influência do barroco que italiano que chega a Portugal através de livros, gravuras, estampas ou artistas contratados para cá trabalharem e que exerceram a sua influência.
Estes retábulos diferem os anteriores na decoração das colunas, que agora têm apenas grinaldas de rosas que trepam pelos sulcos das espiras; no remate agora constituído por uma composição curvilínea e partida, cuja parte central é ladeada por dois anjos, havendo entre o remate e a tribuna, um baldaquino com bordas e cortinados de madeira e na decoração que enxameia o retábulo, com plumas, palmas, volutas e meios corpos, tudo de gosto italiano.
Podemos observar retábulos deste estilo na Igreja de Nª Senhora da Pena em Lisboa, desenhado por Cláudio Laprade e, na Sé do Porto, cujo retábulo da capela-mor foi desenhado também por Laprade e Santos Pacheco.
Talha Rocócó (1750-1800)
É uma fase final do barroco onde existiu um grande realismo separando as escolas do Norte das do Sul, estabelecendo-se desde modo as respectivas diferentes estilísticas.
No Porto sobreviveu uma lealdade ao estilo Joanino, num período de grande prosperidade económica da cidade devido ao comércio do vinho do Porto.
Continuaram-se a utilizar as colunas salomónicas ou pseudo-salomonicas, os frontões partidos e curvos, desaparecendo, no entanto, as grandes sanefas que foram substituídas por pequenos frontões.
Neste período em que o Porto passou de 30000 a 80000 habitantes, floresceu a arte de Nasoni que o retábulo da Igreja DE Santo Ildefonso, (capela mar), influenciou com as linhas sinuosas da boca da tribuna e da decoração rocócó das tarjas do trono, os entalhados da cidade que deram ao rocócó portuense uma grande animação e intensidade.
No Porto podemos observar exemplos da talha rocócó nas capelas das Mártires de Marrocos e de Nossa Senhora da Soledade na Igreja na Igreja de S. Francisco, ou nas capelas-mor das Igrejas de Nossa Senhora da Vitoria e da Esperança.
Autor do texto: desconhecido
É uma fase final do barroco onde existiu um grande realismo separando as escolas do Norte das do Sul, estabelecendo-se desde modo as respectivas diferentes estilísticas.
No Porto sobreviveu uma lealdade ao estilo Joanino, num período de grande prosperidade económica da cidade devido ao comércio do vinho do Porto.
Continuaram-se a utilizar as colunas salomónicas ou pseudo-salomonicas, os frontões partidos e curvos, desaparecendo, no entanto, as grandes sanefas que foram substituídas por pequenos frontões.
Neste período em que o Porto passou de 30000 a 80000 habitantes, floresceu a arte de Nasoni que o retábulo da Igreja DE Santo Ildefonso, (capela mar), influenciou com as linhas sinuosas da boca da tribuna e da decoração rocócó das tarjas do trono, os entalhados da cidade que deram ao rocócó portuense uma grande animação e intensidade.
No Porto podemos observar exemplos da talha rocócó nas capelas das Mártires de Marrocos e de Nossa Senhora da Soledade na Igreja na Igreja de S. Francisco, ou nas capelas-mor das Igrejas de Nossa Senhora da Vitoria e da Esperança.
Autor do texto: desconhecido
Alunos que fizeram a transcrição do texto:
António Romeu n.º 3 8º A
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Talha dourada
segunda-feira, fevereiro 20, 2006
As Origens do Carnaval
"O carnaval é considerado uma das festas populares mais animadas e representativas do mundo. Tem sua origem no entrudo português, onde, no passado, as pessoas jogavam uma nas outras, água, ovos e farinha. O entrudo acontecia num período anterior a quaresma e, portanto, tinha um significado ligado a liberdade. Este sentido permanece até os dias de hoje no Carnaval.O entrudo chegou ao Brasil por volta do século XVII e foi influenciado pelas festas carnavalescas que aconteciam na Europa. Em países como Itália e França, o carnaval ocorria em formas de desfiles urbanos, onde os carnavalescos usavam máscaras e fantasias. Personagens como a colombina, o pierrô e o Rei Momo também foram incorporados ao carnaval brasileiro, embora sejam de origem européia.
No Brasil, no final do século XIX, começam a aparecer os primeiros blocos carnavalescos, cordões e os famosos "corsos". Estes últimos, tornaram-se mais populares no começo dos séculos XX. As pessoas se fantasiavam, decoravam seus carros e, em grupos, desfilavam pelas ruas das cidades. Está ai a origem dos carros alegóricos, típicos das escolas de samba atuais.
No século XX o carnaval foi crescendo e tornando-se cada vez mais uma festa popular. Esse crescimento ocorreu com a ajuda das marchinhas carnavalescas. As músicas deixavam o carnaval cada vez mais animado.
A primeira escola de samba surgiu no Rio de Janeiro e chamava-se Deixa Falar. Foi criada pelo sambista carioca chamado Ismael Silva. Anos mais tarde a Deixa Falar transformou-se na escola de samba Estácio de Sá. A partir dai o carnaval de rua começa a ganhar um novo formato. Começam a surgir novas escolas de samba no Rio de Janeiro e em São Paulo. Organizadas em Ligas de Escolas de Samba, começam os primeiros campeonatos para verificar qual escola de samba era mais bonita e animada.
O carnaval de rua manteve suas tradições originais na região Nordeste do Brasil. Em cidades como Recife e Olinda, as pessoas saem as ruas durante o carnaval no ritmo do frevo e do maracatu.Na cidade de Salvador, existem os trios elétricos, embalados por músicas dançantes de cantores e grupos típicos da região. Na cidade destacam-se também os blocos negros como o Olodum e o Ileyaê, além dos blocos de rua e do Afoxé Filhos de Gandhi."
Consulta também sobre este tema:
http://www.junior.te.pt/servlets/Rua?P=Portugal&ID=559
http://pt.wikipedia.org/wiki/Carnaval
http://www.terrabrasileira.net/folclore/origens/portugal/entrudo.html
http://www.geocities.com/Area51/Atlantis/2970/link0055.htm
No Brasil, no final do século XIX, começam a aparecer os primeiros blocos carnavalescos, cordões e os famosos "corsos". Estes últimos, tornaram-se mais populares no começo dos séculos XX. As pessoas se fantasiavam, decoravam seus carros e, em grupos, desfilavam pelas ruas das cidades. Está ai a origem dos carros alegóricos, típicos das escolas de samba atuais.
No século XX o carnaval foi crescendo e tornando-se cada vez mais uma festa popular. Esse crescimento ocorreu com a ajuda das marchinhas carnavalescas. As músicas deixavam o carnaval cada vez mais animado.
A primeira escola de samba surgiu no Rio de Janeiro e chamava-se Deixa Falar. Foi criada pelo sambista carioca chamado Ismael Silva. Anos mais tarde a Deixa Falar transformou-se na escola de samba Estácio de Sá. A partir dai o carnaval de rua começa a ganhar um novo formato. Começam a surgir novas escolas de samba no Rio de Janeiro e em São Paulo. Organizadas em Ligas de Escolas de Samba, começam os primeiros campeonatos para verificar qual escola de samba era mais bonita e animada.
O carnaval de rua manteve suas tradições originais na região Nordeste do Brasil. Em cidades como Recife e Olinda, as pessoas saem as ruas durante o carnaval no ritmo do frevo e do maracatu.Na cidade de Salvador, existem os trios elétricos, embalados por músicas dançantes de cantores e grupos típicos da região. Na cidade destacam-se também os blocos negros como o Olodum e o Ileyaê, além dos blocos de rua e do Afoxé Filhos de Gandhi."
Consulta também sobre este tema:
http://www.junior.te.pt/servlets/Rua?P=Portugal&ID=559
http://pt.wikipedia.org/wiki/Carnaval
http://www.terrabrasileira.net/folclore/origens/portugal/entrudo.html
http://www.geocities.com/Area51/Atlantis/2970/link0055.htm
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Samba
MENSAGEM PARA UM DIA FELIZ de Charles Chaplin

"Hoje levantei-me cedo, pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia-noite. É minha função escolher que tipo de dia terei hoje. Posso reclamar porque está chovendo ou agradecer às águas por lavarem a poluição. Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças evitando o desperdício. Posso reclamar sobre a minha saúde ou dar graças por estar vivo. Posso me queixar dos meus pais por não me terem dado tudo o que eu queria ou posso ser grato por ter nascido. Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter um trabalho. Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer a Deus por ter um tecto onde morar. Posso lamentar as decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades. Se as coisas não saíram como planejei, posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar. O dia está à minha frente, esperando para ser o que eu quiser. E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma.Tudo depende só de mim. "
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lições de vida
sexta-feira, fevereiro 17, 2006
Detalhes
Não adianta nem tentar me esquecer
Durante muito, muito tempo em sua vida , eu vou viver.
Detalhes tão pequenos de nós dois
São coisas muito grandes pra esquecer
E a toda hora vão estar presentes ,você vai ver .
Se um outro cabeludo aparecer na sua rua
E isto lhe trouxer saudades minhas, a culpa é sua
O ronco barulhento do meu carro
A velha calça, desbotada ou coisa assim
Imediatamente você vai lembrar de mim
Eu sei que um outro deve estar falando ao seu ouvido
Palavras de amor como eu te falei , mas eu duvido
Duvido que ele tenha tanto amor , e até os erros do meu português ruim
E nessa hora você vai , lembrar de mim
E à noite, envolvida no silêncio do seu quarto
Antes de dormir você procura o meu retrato mas da moldura não sou eu quem lhe sorri
Mas você vê o meu sorriso mesmo assim e tudo isto vai fazer , você lembrar de mim
Se alguém tocar seu corpo como eu , não diga nada
Não vá dizer meu nome sem querer , à pessoa errada
Pensando ter amor nesse momento , desesperada você tenta até o fim
E até nesse momento , você vai lembrar de mim
Eu sei que esses detalhes vão sumir na longa estrada
Do tempo que transforma todo amor em quase nada
Mas quase também é mais um detalhe , um grande amor não vai morrer assim
Por isso é que de vez em quando você vai lembrar de mim
Não ...
Não adianta nem tentar me esquecer ....
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sexta-feira, fevereiro 17, 2006
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Roberto Carlos
quarta-feira, fevereiro 15, 2006
A obra de arte da nossa vida

Texto retirado do BLOG da Drª Ângela Escada...
Certa vez perguntaram ao escultor Michelangelo como fazia para criar obras tão magníficas."É muito simples", respondeu Michelangelo. "Quando olho um bloco de mármore, vejo a escultura dentro. Tudo que tenho que fazer é retirar as aparas".
No fundo, a vida é a arte de ver além das aparências.A obra de arte de nossa existência está, muitas vezes, coberta por anos de medos, culpas, indecisões.Mas se nós decidirmos tirar estas aparas, se não duvidamos de nossa capacidade, seremos capazes de levar adiante a missão que nos foi destinada.
Visitem!
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quarta-feira, fevereiro 15, 2006
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Ângela Escada,
lições de vida
sábado, fevereiro 11, 2006
A Visita de Estudo a Lisboa vista pela aluna Elisabete, 8ºB
No dia 11 de Janeiro de 2006, as duas turmas do 8ºano da Escola Básica 2,3 de Fermentelos, fizeram uma visita de estudo ao Planetário e ao Museu da Marinha, em Lisboa.
A viagem, apesar de longa e cansativa, correu bem e sem incidentes. Quando lá chegámos, as professoras explicaram e deram a conhecer a rica e bonita cidade de Lisboa: o rio Tejo, o Cristo Rei, a Torre de Belém, os vários Ministérios, o Padrão dos Descobrimentos...
Quando chegámos ao local, em frente ao Mosteiro dos Jerónimos, foi preciso reforçar a vigilância e a segurança. Ninguém podia saber as intenções das variadas pessoas que lá andavam.
A visita ao Planetário foi espectacular. Foram abordados temas como a Ecologia, as coordenadas geográficas e algumas posições celestes. Todo o espaço lá dentro era muito confortável.
De volta para o ar livre, fomos almoçar.
De volta para o ar livre, fomos almoçar.
Depois do almoço, e de os alunos terem conversado e brincado muito uns com os outros, seguiu-se a visita ao Museu da Marinha. É um sítio fascinante com muitas e variadas coisas sobre os descobrimentos: réplicas de caravelas e naus da altura, quadros e estátuas de descobridores e pessoas notáveis da altura(Camões, Vasco da Gama, D. Manuel...) , uma réplica de um padrão colocado no Cabo de Santa Catarina, em Angola, por Diogo Cão, mobília oriental....enfim, tudo coisas muito interessantes.
Por fim, estivemos na cafetaria para relaxar um bocado, comprar postais e outras recordações....e depois fizemos a viagem de volta a casa.
Por fim, estivemos na cafetaria para relaxar um bocado, comprar postais e outras recordações....e depois fizemos a viagem de volta a casa.
A viagem correu muito bem e todos gostaram desta visita de estudo.
Trabalho elaborado por:
Elisabete nº4 8ºB
Trabalho elaborado por:
Elisabete nº4 8ºB
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sábado, fevereiro 11, 2006
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Visita de Estudo
O Valor de Cada Um
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Ângela Escada,
Palestra
Orientação Vocacional

Se quiseres fazer testes vocacionais online vai aos seguintes sites:
http://www.carlosmartins.com.br/testevocacional.htm
http://www.oportaldosestudantes.com.br/testevoc.asp
http://www.estudantes.com.br/vocacional/default.asp
"Nada podeis ensinar a um homem. Podes apenas ajudá-lo a descobrir as coisas dentro de si mesmo".Galileu Galilei
Galileu Galilei conseguiu expressar em poucas e simples palavras a verdadeira essência da vida: é por essa razão que este ditado, apesar de tão antigo, continuará sempre tão actual e contemporâneo.
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Galileo Galilei,
Orientação Vocacional
quinta-feira, fevereiro 09, 2006
CineHistória: Aprender com os filmes
“CineHistória é um projecto independente de incentivo à utilização pedagógica do cinema no sistema de ensino, como parte de um projecto mais vasto de integração das tecnologias no processo de ensino-aprendizagem.” http://www.cinehistoria.net/
Se gosta de cinema porque não veres filmes que te ajudem a aprender história?
Se gosta de cinema porque não veres filmes que te ajudem a aprender história?
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Cinehistória,
cinema
terça-feira, fevereiro 07, 2006
Histórias de Amor Famosas

O que a História tem de fascinante é que abarca todos os assuntos. Afinal esta é a ciência que estuda a vida dos Homens através dos tempos. E o que é a vida dos Homens sem amor?
Faz click no título e descobre histórias de amor famosas.
FELIZ DIA DOS NAMORADOS !
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terça-feira, fevereiro 07, 2006
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datas comemorativas,
Dia dos Namorados
Quem foi o Marquês de Pombal?
Para além de descobrires quem foi o Marquês de Pombal, faz uma visita à Lisboa Pombalina:http://www.prof2000.pt/users/hjco/Lispoweb/Lispom02.htm
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Lisboa,
Lisboa Pombalina,
Marquês de Pombal
Zeca Afonso
http://www.azeitao.net/zeca/
http://www.av.it.pt/aveirocidade/pt/monumentos/monu12.htm
http://www.espigueiro.pt/reportagem/bc6dc48b743dc5d013b1abaebd2faed2.html
Músicas:
http://www.cm-grandola.pt/pagegen.asp?SYS_PAGE_ID=690803
http://natura.di.uminho.pt/~jj/musica/html/zecafonso-vampiros.html
http://natura.di.uminho.pt/~jj/musica/html/zecafonso-trazOutroAmigoTambem.html
Associação José Afonso:
http://www.aja.pt/homenagemguimaraes.htm
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http://www.espigueiro.pt/reportagem/bc6dc48b743dc5d013b1abaebd2faed2.html
Músicas:
http://www.cm-grandola.pt/pagegen.asp?SYS_PAGE_ID=690803
http://natura.di.uminho.pt/~jj/musica/html/zecafonso-vampiros.html
http://natura.di.uminho.pt/~jj/musica/html/zecafonso-trazOutroAmigoTambem.html
Associação José Afonso:
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9º ano,
Música,
Zeca Afonso
Se quiseres saber mais sobre... ditadura salazarista...
Basta um click e és direccionado para um site sobre regimes políticos portugueses. Bons estudos...
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segunda-feira, fevereiro 06, 2006
Como apresentar a bibliografia de um trabalho?
A indicação da bibliografia obedece a regras que deves seguir sempre. Para exemplificá-las vou, de seguida, apresentar um exemplo:
THIBAULT, Pierre, O Período das Ditaduras – 1918-1947, Lisboa, Publicações D. Quixote, 1981.
1ª Regra: o nome do autor é apresentado, como vês, colocando primeiro em letras maiúsculas todo o apelido, e depois o nome (neste caso só a primeira letra é maiúscula). O apelido e o nome aparecem separados por vírgulas.
2ª Regra: de seguida, apresentamos o título do livro que devemos sublinhar ou escrever em itálico e colocamos logo uma vírgula.
3ª Regra: devemos procurar na capa do livro a cidade em que este foi editado. No exemplo, corresponde a Lisboa o local de edição, mas poderia ser outra cidade. Registada a cidade deves, de imediato, pôr uma vírgula.
4ª Regra: na capa vem sempre indicado o nome da editora que editou o livro. Neste caso foi a “Publicações D. Quixote”, mas, como deves imaginar há muitas outras editoras no País e no Mundo. Não te esqueças de, logo a seguir à editora, colocar uma vírgula.
5ª Regra: na capa ou na contra-capa do livro deves localizar o ano em que a obra foi publicada, ou seja, a sua data de edição. Se acontecer o caso do livro que utilizaste na pesquisa não ter data, de vês escrever: s/d, ou seja, sem data. Para a tua bibliografia estar completa falta colocar um ponto final.
THIBAULT, Pierre, O Período das Ditaduras – 1918-1947, Lisboa, Publicações D. Quixote, 1981.
1ª Regra: o nome do autor é apresentado, como vês, colocando primeiro em letras maiúsculas todo o apelido, e depois o nome (neste caso só a primeira letra é maiúscula). O apelido e o nome aparecem separados por vírgulas.
2ª Regra: de seguida, apresentamos o título do livro que devemos sublinhar ou escrever em itálico e colocamos logo uma vírgula.
3ª Regra: devemos procurar na capa do livro a cidade em que este foi editado. No exemplo, corresponde a Lisboa o local de edição, mas poderia ser outra cidade. Registada a cidade deves, de imediato, pôr uma vírgula.
4ª Regra: na capa vem sempre indicado o nome da editora que editou o livro. Neste caso foi a “Publicações D. Quixote”, mas, como deves imaginar há muitas outras editoras no País e no Mundo. Não te esqueças de, logo a seguir à editora, colocar uma vírgula.
5ª Regra: na capa ou na contra-capa do livro deves localizar o ano em que a obra foi publicada, ou seja, a sua data de edição. Se acontecer o caso do livro que utilizaste na pesquisa não ter data, de vês escrever: s/d, ou seja, sem data. Para a tua bibliografia estar completa falta colocar um ponto final.
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7º ano,
8º ano,
9º ano,
Bibliografia,
Técnica de trabalho
DICIONÁRIO DE CONCEITOS 9º ANO
Colonialismo: domínio político, económico e cultural das metrópoles sobre as colónias.
Ditadura militar: regime político em que as Forças Armadas exercem, sob a sua tutela (pelo uso da força ou intimidação), todos os poderes do Estado.
Imperialismo: poder que um país exerce sobre outros países ou sobre as colónias.
Inflação: processo de alta anormal e generalizada dos preços numa dada época e em determinada economia, devido a distorções existentes entre a quantidade de moeda que circula no mercado e a produção de riquezas, a procura de produtos e a oferta de bens, o aumento de custos e de salários.
Monopólio: grande unidade económica que se apodera em exclusivo do mercado de um produto; detém a oferta global, controla as quantidades a colocar no mercado e fixa os seus preços, de modo a impedir a concorrência.
Partido político: organização de pessoas que defendem uma determinada ideologia e pretendem pô-la em prática, conquistando o poder político.
Republicanismo: ideologia político - cultural que se desenvolveu em Portugal na segunda metade do século XIX, e cujo objectivo fundamental era abolir o regime monárquico e substituí - lo pelo regime republicano, o que viria a acontecer em 1910.
Ultimato: exigência, com prazo marcado, feita por um Estado a outro, sob ameaça de guerra.
Ditadura militar: regime político em que as Forças Armadas exercem, sob a sua tutela (pelo uso da força ou intimidação), todos os poderes do Estado.
Imperialismo: poder que um país exerce sobre outros países ou sobre as colónias.
Inflação: processo de alta anormal e generalizada dos preços numa dada época e em determinada economia, devido a distorções existentes entre a quantidade de moeda que circula no mercado e a produção de riquezas, a procura de produtos e a oferta de bens, o aumento de custos e de salários.
Monopólio: grande unidade económica que se apodera em exclusivo do mercado de um produto; detém a oferta global, controla as quantidades a colocar no mercado e fixa os seus preços, de modo a impedir a concorrência.
Partido político: organização de pessoas que defendem uma determinada ideologia e pretendem pô-la em prática, conquistando o poder político.
Republicanismo: ideologia político - cultural que se desenvolveu em Portugal na segunda metade do século XIX, e cujo objectivo fundamental era abolir o regime monárquico e substituí - lo pelo regime republicano, o que viria a acontecer em 1910.
Ultimato: exigência, com prazo marcado, feita por um Estado a outro, sob ameaça de guerra.
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segunda-feira, fevereiro 06, 2006
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9º ano,
Conceitos básicos
1ª REPÚBLICA – SÍNTESE ESQUEMÁTICA
Primeiras Reformas:Uma nova bandeira: a actual;
Uma nova moeda: o escudo;
Um novo hino: a Portuguesa;
Uma nova força de segurança: GNR – Guarda Nacional Republicana;
Reformas sociais:
- Leis de família;
-Lei da greve;
-Lei da separação do Estado da Igreja.
Uma nova Constituição (1911).
Faz click no título para mais informações.
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1ª República,
esquema,
resumo
sexta-feira, fevereiro 03, 2006
"O Valor de cada um"

Palestra para os alunos do 8º e 9º anos da Escola E.B. 2/3 de Fermentelos com a psicóloga clínica Drª Ângela Escada.
Dia 10 de Fevereiro de 2006
Vai ser o máximo!
Professores organizadores:
Elisabete Gonçalves
Vitor Silva
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Ângela Escada
TESTE 9º ANO

O teste será dia 9 de Fevereiro, tal como previsto.
Conteúdos:
Crise e queda da monarquia.
Portugal: a Ditadura salazarista.
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