terça-feira, outubro 31, 2006

O Mito de Osíris

Osíris, o filho mais velho de Geb e Nut e deus do mundo subterrâneo, da ressurreição e da vida eterna, foi uma vez o rei do Egito. Ísis, sua irmã, era sua esposa e rainha. A Terra floresceu sob o reu reinado e o céu e todas as estrelas obedeciam-lhe. No entanto, o seu governo foi interrompido por um acto de extrema violência. Osíris foi atacado pelo seu irmão Seth, enquanto dormia sob uma árvore às margens do Nilo, tendo sido morto.
Seth cortou o corpo do irmão em diversos pedaços e espalhou-os pelas terras mais distantes para que ele jamais fosse encontrado. Mas Seth não conseguiria destruir o amor e encanto de Ísis, a consorte de Osíris. Ela percorreu todo o Nilo a fim de encontrar cada parte do corpo de seu marido. Quando as encontrou, e as juntou novamente, deu fôlego a Osíris para que pudessem desfrutar de seu amor mais uma vez.

Museu Nacional de Arqueologia

Se és um apaixonado(a) pelo Egipto, vale a pena ires ao "site" do Museu Nacional de Arqueologia para uma visita virtual.

quarta-feira, outubro 25, 2006

Mona Lisa Interactiva








Se quiseres observar o quadro mudar conforme as eventuais emoções de Mona Lisa, clica em:
http://www.citesciences.fr/english/ala_cite/expo/explora/image/mona/pt.php

Citações de Leonardo Da Vinci:


"Lastimável discípulo, que não ultrapassa o mestre."

"Quem pouco pensa, engana-se muito."

"Quanto mais conhecemos, mais amamos."

"A arte diz o indizível; exprime o inexprimível; traduz o intraduzível".

"Virá o tempo em que os seres humanos se contentarão com uma alimentação vegetariana e julgarão a matança de um animal inocente como hoje se julga o assassínio de um homem."

Para mais citações, navega até: http://www.consciencia.net/citacoes/cd/davinci.html

quinta-feira, outubro 19, 2006

Queres escrever o teu nome com Hieróglifos?

Clica no link seguinte e diverte-te....
O "site" é em inglês mas basta escreveres o teu nome que o programa converte-o em escrita hieroglífica.

A lenda e os trechos do Livro dos Mortos

"Diz a lenda egípcia, que quando alguém morria, o seu corpo ia para um tribunal (tribunal de Osíris, deus do Além). Lá seria pesado seu coração, junto a "Maat" (A verdade), o coração deveria mostrar-se leve como tal.. O falecido também fazia uma confissão chamada, "Confissão Negativa", na qual se dirigia para uma espécie de júri composto por 42 deuses, recitando uma confissão para cada deus.

Partes da Confissão negativa, extraída do papiro de Nebseni (livro dos mortos da tumba de Nebseni):
1: Salve, ó tu, cujos passos são longos, que vens de Heliópolis, Não cometi iniquidade.
2:Salve, ó tu, que és abraçado pela chama, que vens de Quer-aha (cidade que surge nas proximidades de Mênfis), não roubei com violência.
3:Salve, ó tu, que és abraçado pela chama, que vens de Hermópolis, não fiz violência a homem algum.
4:Salve, ó, tu, que comes sombras, que vens do sítio onde o Nilo aparecen(eles achavam que o nilo nascia na região de Philae e Assuã). Não roubei.
5:Salve, Neha-hau, que vens de Re-stau, não matei homem nem mulher.
[...]
Outras confissões dizem:
"Nunca fiz ninguém chorar".
"Nunca espionei".
"Não pratiquei actos obscenos no lugar puro do templo".
"Não cometi adultério"
.(...)
Se o falecido se mostrava "Certo na voz" (dizia a verdade), então ingressava no reino de Osíris. Já quem era condenado, segundo poucas informações, ficaria por toda a eternidade de corpo fechado, passando fome e sede."
Para saberes tudo sobre o Antigo Egipto clica aqui!

O TEMPO HISTÓRICO


O tempo histórico pode ser divido em dois grandes períodos: a Pré-história (antes da invenção da escrita) e a História( depois da invenção da escrita). Pode também ser dividido tendo em atenção o nascimento de Cristo: Antes de Cristo (a.C.) e Depois de Cristo (d.C.).

A Pré-história pode ser dividida em dois períodos: o Paleolítico (Do aparecimento do Homem à invenção da agricultura) e o Neolítico (Da invenção da agricultura à invenção da escrita).

A História foi também dividida em quatro idades:

  • A Idade Antiga (Do 4º milénio a.C. - invenção da escrita - a 476 d.C.);
  • A Idade Média (De 476 d.C. a 1453 d.C. - queda do império romano do Oriente, ou seja, do Império Bizantino);
  • A Idade Moderna (De 1453 a 1789 - início da Revolução Francesa);
  • A Idade Contemporânea (de 1789 aos nossos dias).

Como apresentar a Bibliografia num trabalho escrito?






A indicação da bibliografia obedece a regras que deves seguir sempre. Para exemplificá-las vou, de seguida, apresentar um exemplo:

THIBAULT, Pierre, O Período das Ditaduras – 1918-1947, Lisboa, Publicações D. Quixote, 1981.


1ª Regra: o nome do autor é apresentado, como vês, colocando primeiro em letras maiúsculas todo o apelido, e depois o nome (neste caso só a primeira letra é maiúscula). O apelido e o nome aparecem separados por vírgulas.

2ª Regra: de seguida, apresentamos o título do livro que devemos sublinhar ou escrever em itálico e colocamos logo uma vírgula.

3ª Regra: devemos procurar na capa do livro a cidade em que este foi editado. No exemplo, corresponde a Lisboa o local de edição, mas poderia ser outra cidade. Registada a cidade deves, de imediato, pôr uma vírgula.

4ª Regra: na capa vem sempre indicado o nome da editora que editou o livro. Neste caso foi a “Publicações D. Quixote”, mas, como deves imaginar há muitas outras editoras no País e no Mundo. Não te esqueças de, logo a seguir à editora, colocar uma vírgula.

5ª Regra: na capa ou na contra – capa do livro deves localizar o ano em que a obra foi publicada, ou seja, a sua data de edição. Se acontecer o caso do livro que utilizaste na pesquisa não ter data, deves escrever: s/d, ou seja, sem data. Para a tua bibliografia estar completa falta colocar um ponto final.
Bom trabalho!

Saudades da Minha Praia

Tenho saudades de chegar....
Olhar o mar e sentir que fazia parte de ti,
Do teu cheiro, do teu mar...
sorrir...
Voar com as tuas gaivotas
O meu sonho de liberdade.
Perto de ti o céu era o meu limite...
E eu...sempre quis ir para além dele...
Vã expectativa,
Mero sargaço que o mar, diligentemente,
Deixa a secar na praia.
O teu mar apagava as pegadas pesadas da minha caminhada e libertava-me...
O teu mar do qual conheço todas as tonalidades.
Agora moro longe e mortifica-me o medo de as esquecer...
Esquecer-me de mim...
Quero voltar a devolver ao mar as tuas estrelas.
Mas...
Ao pé de ti...
Eu não percebia o valor de poder chegar ao meu porto seguro...
Perdoa-me minha praia...
Hoje...
Sempre...
Eu tenho saudades tuas.

sábado, outubro 07, 2006