segunda-feira, novembro 29, 2010

Conceitos básicos do Tema A.2.: O Contributo das primeiras civilizações

Acumulação de excedentes:
Denominação utilizada quando parte da produção não é necessária para consumo imediato das populações e é armazenada.
Aglomeração urbana:
concentração da população e de habitações. Nestes locais, para além da agricultura, a população dedicava-se a outras actividades: ao comércio, ao artesanato, à religião, à guerra.
Sociedade estratificada:
Sociedade dividida em escalões ou estratos, de forma hierarquizada, consoante o poder, a dignidade das suas funções e a riqueza de cada um desses estratos populacionais.
Sociedade Hierarquizada:
Sociedade organizada do mais importante para o menos importante.
Poder sacralizado:
Autoridade exercida pelos chefes (faraó, rei, sacerdotes) em nome dos deuses. O chefe é considerado deus ou seu representante.
Politeísmo:
religião em que se admite a existênxia e se presta culto a vários deuses.
Fonte escrita:
documento escrito que fornece informação sobre a acção ou o pensamento do Homem em determinado tempo.
Patriarca:
primeiros chefes hebraicos, cujo poder estava ligado à sua idade.
Monoteísmo:
crença num só Deus.
Escrita alfabética:
conjunto de sinais desenhados a que correspondem sons. O alfabeto português é formado por 23 sinais(letras).

Fazer uma ficha biográfica

" Como se faz?
A elaboração de uma ficha biográfica sobre uma personalidade histórica implica vários passos:
1º Consultar obras de carácter geral - para obteres informação sobre essa personagem e sobre outra bibliografia que se pode consultar. É também de todo o interesse conhecer visualmente a personagem em estudo, pelo que se deve recorrer a obras que forneçam esse aspecto, a fotografias, a documentos audiovisuais, à Internet, etc.;
2º Procurar obras mais especializadas de forma a obter informação mais detalhada e minuciosa.
3º Organizar o material recolhido, de preferência classificando-o por assuntos. Asim, podem abordar-se aspectos da vida da personagem , a sua obra, as influências que recebeu e o contexto em que viveu, a sua importância para a época.
4º Escrever uma síntese final, onde se expresse uma opinião pessoal."

Fonte: História 9, Editora: Constância, p.107.

Consulta também aqui para saberes mais.

Comparar documentos históricos

" A maneira como se interpretam os factos é, muitas vezes, condicionada pela opinião, interesses ou situação emque se encontra quem os interpreta.

Como se faz?
1º Ler cada texto, sublinhando as ideias principais.
2º Justificar as ideias de cada texto em função do que se sabe sobre o seu autor.
3º Comparar essas ideias.
4º Fazer um comentário interpretativo sobre os textos.

Faz tu mesmo

Redige um comentário sobre os dois documentos que se seguem tendo em atenção o seguinte: 
  •  o modo como o comunismo e a acção dos comunistas são vistos;
  •  as alusões que se fazem a países estrangeiros;
  •  o significado da palavra traidores.

Fonte: História 9, Editora: Constância, p.97.

Fazer um esquema

" Um esquema serve para ilustrar as relações entre os diversos elementos de um qualquer conjunto. Utilizam-se por exemplo, para mostrar:
  • o modo de encaixe e a ordem que se deve seguir na montagem das peças de um jogo de construção;
  • o funcionamento de uma máquina;
  • a forma como determinados acontecimentos se relacionam ou encadeiam.
Como se faz?
1º Identificar o conjunto de agentes - indivíduos, grupos sociais e económicos, organizações, etc. - e de factos fundamentais para a compreensão da situação que queremos concretizar.
2º Dispor esses elementos no papel de tal modo que, através de símbolos - setas ou outros -, se possam representar as relações que se estabelecm entre esses elementos.

Fonte: História 9, Editora Constância, p. 79

Exemplo:

Fontes em História

Quando tens que fazer um trabalho em História, que se pretende original e criativo, deves socorrer-te de várias fontes.
Quais os tipos de fontes que podes usar?
  • Fontes escritas:dicionários, enciclopédias, obras específicas, bibliotecas, etc.;
  • Testemunhos materiais: monumentos, achados vários, etc.;
  • Fontes áudio:discos, cd´s, dvd´s, rádio, etc.;
  • Fontes visuais: fotografia, diapositivos, transparências, etc.;
  • Fontes audiovisuais: televisão, vídeo, cinema, teatro, etc;
  • Fontes informáticas: computadores, cd-room, internet;
  • Outras fontes: museus, família, amigos, colectividades, embaixadas, exposições, centros culturais, etc.

domingo, novembro 28, 2010

Elaboração de uma barra cronológica

1º Definir o tipo de acontecimentos que se pretende relacionar e o período a destacar.
2º Seleccionar os factos a relacionar, registando a data em que ocorreram.
3º Desenhar uma linha ou colar um pedaço de fita gomada colorida numa cartolina/folha. A extensão da linha representa o período de tempo que se está a estudar.
4º Esxrever a primeira data no início da linha e aúltima no seu final.
5º Assinalar os outros acontecimentos ao longo da linha com o cuidado de fazer com que os espaços entre eles sejam proporcionais ao tempo decorrido.


Fonte: História 9, Editora: Constância


Repara neste exemplo:

Antigo palácio de Cristal do Porto demolido em 1951



Conheça a história deste lindo edifício desparecido aqui.

Como elaborar um mapa histórico?

Fonte: História 9, Editora: Constância

sábado, novembro 27, 2010

A pintura e o relevo no Egipto Antigo

"Relevos e pinturas dependiam muito dos desenhos preliminares, preparados de acordo com traços de orientação ou, a partir do Império Médio, dentro de grelhas quadriculadas. As grelhas também eram desenhadas sobre obras já existentes, para facilitar a cópia. (...)
A grelha mais antiga baseia-se em 18 quadrados, desde o chão até à linha do cabelo (a parte de cima é de tamanho variável de acordo com o que a figura tem na cabeça). Embora se relacione apenas com figuras escala a escala, cobre, por vezes, toda a superfície que deverá ser preenchida com uma cena; o desenho poderia então ser ampliado mecanicamente a partir de um esboço mais pequeno. Por vezes a grelha é subdividida.
A grelha mais moderna tem 21 quadrados, até um ponto de medição mais baixo, ao nível dos olhos. As diferenças de proporções entre os dois sistemas são infitesimais."

Extraído de: BAINES, John e MÁLEK, Jaromír, Egipto. Deuses, Templos e Faraós, Círculo dos Leitores, 1991, p.61.

sexta-feira, novembro 26, 2010

O alfabeto fenício

Tribunal de Osíris

A idade dos reinados do antigo Egipto confirmou-se nos vegetais

Cronologia da Palestina

Extraído de: http://geografia-biblica.blogspot.com/2009/07/cronologia-da-dominacao-na-palestina.html

O deus escaravelho egípcio Khepri

Nomes alternativos: CHEPRI, KHEPER, KHEPERA, KEHPERI

Escaravelhos no Antigo Egipto

«A determinada espécie de besouro representada nos inúmeros amuletos egípcios antigos e obras de arte era comumente chamado grande escaravelho sagrado .  Este besouro era famoso por ter o hábito de rolar bolas de esterco no chão e depositá-las nas suas tocas.  A fêmea colocava os seus ovos nessa bola de esterco. Quando chocassem, as larvas usariam a bola como alimento.  Quando o esterco era consumido, os besouros novos surgem a partir do furo.
Milhões de amuletos e selos de pedra ou faiança foram feitos no Egipto em forma de escaravelho.
Qual o seu significado? 
 Os antigos egípcios  julgavam que os jovens escaravelhos  surgiam espontaneamente do local onde os viam nascer.  Portanto, eles eram adorados como "Khepera", que significa "aquele que saiu." Este aspecto criativo do escaravelho foi associado com o deus criador Atum . (...)
Acreditava-se que o deus escaravelho-besouro  Khepera empurrava o pôr do sol ao longo do céu, da mesma forma que o besouro empurrava a sua bola de estrume.  Em muitos artefatos, o escaravelho é retratado empurrando o sol ao longo do seu curso no céu.
 Durante e depois do Império Novo, amuletos de escaravelhos eram colocados sobre o coração do defunto mumificado.  Estes "escaravelhos coração"  foram feitos para serem comparados com o da pena de verdade durante o julgamento final. Nos amuletos era frequentemente gravado um feitiço do Livro dos Mortos, para que o coração  "não servir de testemunha contra mim". »

Traduzido e adaptado de:
www.egyptianmyths.net/scarab.htm



Deuses do Antigo Egipto

Conheça-os aqui.

O Mito de Osíris

Conheça aqui.

Faz uma viagem virtual pela História do Antigo Egipto

http://antigoegipto.com.sapo.pt/

Cronologia do Antigo Egipto

Veja aqui e compare com esta aqui.

O livro dos Mortos

«O "Livro dos Mortos"é o nome moderno de um  antigo texto funerário egípcio, usado pela primeira vez no início do Império Novo (cerca de 1550 a.C.) e ainda em uso cerca de 50 a.C. (...) O texto é composto por uma série de fórmulas mágicas destinadas a ajudar uma pessoa morta fazer a sua navegação através da vida após a morte.
O Livro dos Mortos era geralmente escrito num rolo  de papiro  e colocado na câmara de sepultamento ou caixão de defunto. Um número de feitiços que compõem o livro foram também inscritos nas paredes de tumbas e sarcófagos. O livro - juntamente com outros rituais, como a mumificação - destina-se a ajudar os mortos no Duat, ou pós-vida.

Não houve uma versão simples ou canônica Livro dos Mortos. Os papiros sobreviventes contêm um número variável de mágicos e textos religiosos e variam consideravelmente em sua ilustração. Algumas pessoas parecem ter encomendado as suas próprias cópias do Livro dos Mortos, talvez escolhendo as magias que pensavam ser vitais na sua própria progressão para a vida futura.

O Livro dos Mortos foi o produto de um longo processo de evolução a partir do Textos da Pirâmide do Império Antigo através dos textos de sarcófago do Império Médio. Cerca de um terço dos capítulos do Livro dos Mortos são derivados de textos anteriores. O Livro dos Mortos em si foi adaptado para O Livro de Respirações no período tardio, mas manteve-se popular por direito próprio, até o período romano. (...)
O nome "Livro dos Mortos", foi a invenção do alemão egiptólogo Karl Richard Lepsius, que publicou uma seleção dos textos, em 1842. Quando foi descoberto, o Livro dos Mortos foi pensado para ser um egípcio antigo da Bíblia. Mas, ao contrário da Bíblia, o Livro dos Mortos não estabelecidos princípios religiosos e não foi considerado pelos antigos egípcios para ser o produto da revelação divina, que permitiu que o conteúdo do Livro dos Mortos para mudar ao longo do tempo. (...)
No terceiro período intermediário (...), o Livro dos Mortos tornou-se cada vez mais padronizado e organizado num determinado número de magias ou capítulos (...).Os capítulos tendem a organizar-se em quatro secções:
  • Capítulos 1-16: O falecido entra no sepulcro, desce ao submundo, e o corpo recupera seus poderes de movimento e fala.
  • Capítulos 17- 63:  explicação da origem mítica dos deuses e dos lugares, o falecido existe para viver novamente, para que possa surgir, renascer, com o sol da manhã.
  • Capítulos 64-129: O defunto viaja pelos céus  na arca sol como um dos mortos abençoados. À noite, o defunto viaja para o submundo para comparecer perante Osíris.
  • Capítulos 130-189:  o defunto assume o poder no universo como um dos deuses. Esta secção também inclui capítulos sobre diversos amuletos de proteção, fornecimento de alimentos, e lugares importantes. Há 192 capítulos originais conhecidos, e nenhum papiro contém todos os capítulos conhecido.(...)
Os primeiros manuscritos foram publicados na sequência da expedição egípcia liderada por Napoleão Bonaparte em Description de l'Ėgypte (1821). Jean François Champollion foi um dos primeiros tradutores. Em 1842, Karl Richard Lepsius publicou uma versão datada da época ptolomaica  e criou o nome "Livro dos Mortos ". Este título não foi conhecido ou utilizado pelos antigos egípcios, assim como o sistema de numeração de capítulo que ainda está em uso. Samuel Birch publicou a primeira versão em inglês em 1867. Edouard Naville publicou o que viria a se tornar a  primeira edição standard completa em três volumes em 1886. Usando o texto do papiro no Museu Britânico E. A. Wallis Budge publicou edições, incluindo o Papiro de Ani, que Naville não tinha tratado, em 1890. (...) As mais recentes traduções em inglês têm sido publicadas por TG Allen (1974) e Raymond O. Faulkner (1972).»


Detalhe da pesagem do coração

Recriação virtual da Lisboa destruída pelo terramoto de 1755, através da plataforma virtual Second Life®


City and Spectacle: A Vision of Pre-Earthquake Lisbon from Lisbon Pre 1755 Earthquake on Vimeo.

"Trata-se de um projecto inovador: a recriação virtual da Lisboa destruída pelo terramoto de 1755, através da plataforma virtual Second Life®.

O projecto está a ser desenvolvido pelo Centro de História da Arte e Investigação Artística (CHAIA), da Universidade de Évora, em colaboração com a empresa Beta Technologies e o King’s Visualisation Lab – King’s College London.

O trabalho realizado até à data poderá ser visitado em http://lisbon-pre-1755-earthquake.org/ "
 
Extraído de: O Mundo dos Museus

terça-feira, novembro 23, 2010

"Mulheres de Atenas" de Chico Buarque

Mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas
Secam por seus maridos, orgulho e raça de Atenas

Vivem pros seu maridos, orgulho e raça de Atenas

Quando andas, se perfumam

Se banham com leite, se arrumam

Suas melenas

Quando fustigadas não choram

Se ajoelham, pedem, imploram

Mais duras penas

Cadenas
Mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas
Sofrem pros seus maridos, poder e força de Atenas

Quando eles embarcam, soldados

Elas tecem longos bordados

Mil quarentenas

E quando eles voltam sedentos

Querem arrancar violentos

Carícias plenas

Obscenas


Mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas

Despem-se pros maridos, bravos guerreiros de Atenas

Quando eles se entopem de vinho

Costumam buscar o carinho

De outras felenas

Mas no fim da noite, aos pedaços

Quase sempre voltam pros braços

De suas pequenas

Helenas




Mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas

Geram pros seus maridos os novos filhos de Atenas

Elas não têm gosto ou vontade

Nem defeito nem qualidade

Têm medo apenas

Não têm sonhos, só têm presságios

Lindas sirenas

Morenas



Mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas

Temem por seus maridos, heróis e amantes de Atenas

As jovens viúvas marcadas

E as gestantes abandonadas

Não fazem cenas

Vestem-se de negro, se encolhem

Se conformam e se recolhem

Às suas novenas

Serenas


Mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas
Secam por seus maridos, orgulho e raça de Atenas



Interessante explicação da canção de Chico Buarque, que nos ajuda a compreender um pouco o papel exercido pela mulher em nossa sociedade, é a seguinte:



Elas tecem longos bordados
A principal ocupação das atenienses de todas as classes sociais era usar lã para fazer tecidos. O processo, longo e trabalhoso, envolvia desde a preparação do fio até a criação de peças em teares manuais.
Os novos filhos de Atenas
Cuidar das crianças também era uma ocupação exclusivamente feminina. Até os 7 anos, meninos e meninas passavam quase todo o tempo na barra da mãe. Depois os meninos podiam estudar, enquanto as meninas continuavam em casa.

Quando fustigadas não choram
As camponesas não precisavam ficar trancafiadas em casa, como ocorria com as atenienses urbanas ricas. Mas elas tinham de dar duro o ano inteiro. Uma de suas principais atividades era plantar e colher ervas, verduras e legumes.

Não fazem cenas
Além de cultivar feijão, cebola, condimentos e verduras silvestres, era preciso limpar constantemente o jardim para evitar ervas daninhas.

Ajoelham
As mulheres do campo também eram responsáveis pela pecuária. Elas ordenhavam cabras e ovelhas e usavam o leite para preparar queijo e coalhada. Ocasionalmente, ainda criavam abelhas para produzir mel. Tudo isso sem reclamar.

Vivem pros seus maridos
Fora o trabalho de fiar e de supervisionar o criados, as donas-de-casa de casa abastadas deixavam quase todo o trabalho para as escravas domésticas. As crianças, e às vezes até a amamentação, podiam ficar por conta das cativas.

Fonte: Revista Aventuras na História
http://cafehistoria.ning.com/profiles/blogs/as-mulheres-de-atenas

Mulheres de Atenas

segunda-feira, novembro 15, 2010

Colonialismo e Imperialismo

1ª Guerra Mundial: que balanço?

Transformações da Sociedade (Sociedade e cultura num mundo em mudança)

Itália: Berço do Renascimento

Renascimento e a formação da mentalidade moderna

Renascimento e renovação cultural

Reforma Protestante e contra-reforma

Renascimento - síntese

Trabalho infantil

"Na fábrica de Lanifícios da Arrentela, são admitidos menores do sexo masculino, de 9 anos para cima e do feminino de 10 anos para cima; a duração do trabalho é de sol a sol."

Fonte: Arquivo histórico do Seixal.

Consideras que este texto pudesse ter sido escrito nos nossos dias? Porquê?

A aquisição do saber

" As pessoas gostam de saber, mas querem aprender sem dificuldade e em pouco tempo; é essa sem dúvida a causa pela qual nos aparecem todos os dias tantos métodos diferentes, e a razão pela qual se nos deparamtantos resumos."

"Jornal dos Sábios", Novembro de 1749, in Paul Hazard, O Pensamento Europeu no século XVIII, vol.I, Lisboa, Editorial Presença, 1974, p. 269

Comcordas com esta afirmação? Relaciona-a com a imagem.

A Educação segundo Locke

" Uma mente sã num corpo são é uma curta, mas completa descrição da felicidade neste mundo (...) Eu penso que posso dizer que 9 em cada 10 homens são bons ou maus, úteis ou não, consoante a sua educação".
John Locke, Some Thoughts Concerning Education, 1962
in http://www.fordham.edu/halsall/mod/1692locke-education.html

A Criança no Antigo Regime

http://www.notapositiva.com/pt/trbestbs/historia/10criancaantreg.htm#vermais

O sentimento da infância no Antigo Regime

" Ninguém pensava em conservar o retrato de uma criança que tivesse sobrevivido e se tornado adulta ou que tivesse morrido pequena.  No primeiro caso, a infância era apenas uma fase sem importância, que não fazia sentido fixar na lembrança; no segundo, o da criança morta, não se considerava que essa coisinha desaparecida tão cedo fosse digna de lembrança: havia tantas crianças, cuja sobrevivência era tão problemática".
Philippe Aries: "História Social da Criança eda Família"

Lê e reflete com atenção sobre este documento. Dá a tua opinião sobre o assunto. Compara a mentalidade do Antigo Regime com a dos dias de hoje. Pensamos, actualmente, desta forma?

domingo, novembro 14, 2010

Consegues decifrar?

Abaixo, uma carta de D. Pedro II para a condessa de Barral, sua grande amiga e preceptora das princesas Isabel e Leopoldina (veja a resposta na página 2 desta matéria).





Actividade extraída de: http://www.revistadehistoria.com.br/

O Muro de Berlim

Como nasceu e morreu o maior símbolo da Guerra Fria?
Saiba tudo através deste interessante conteúdo multimédia.

Desenvolvimento: Tadeu Correa, edição: Felipe van Deursen (texto) e Fabiane Zambon (arte)
Publicado originalmente na edição 76 de AVENTURAS NA HISTÓRIA: texto: Ari Almeida e Fabio Otubo, edição: Tiago Cordeiro (texto) e Débora Bianchi (arte), ilustrações: Sattu, design: Fabio Otubo

Flintstones e a História

Vejam este pequeno filme e detectem os erros históricos. Será que se vivia assim na chamada "Idade da pedra"?
Deixem o vosso comentário.


Encontrei esta interessante actividade aqui.

sexta-feira, novembro 12, 2010

Gostar de História

"Como defende José Mattoso, “(...) o que interessa não é gostar da História mas estar convencido que sem ela não se pode compreender o mundo em que vivemos (...). É a História que nos habitua a descobrir a relatividade das coisas, das ideias, das crenças e das doutrinas, e a detectar por que razão, sob aparências diferentes, se voltam a repetir situações análogas, se reproduz a busca de soluções parecidas ou se verificam evoluções paralelas. O historiador está sempre a descobrir no passado longínquo e recente o mesmo e o outro, a identidade e a variância, a repetição e a inovação (...).” (MATTOSO, 1999, p.14-17)."
Leia o texto completo aqui.

A DIDÁTICA NA HISTÓRIA

Por: ANA GLEICE ROCHA LOPES

Até a década de 1980, os pesquisadores acreditavam que a História ensinada nas escolas não passava de uma adaptação da História dos historiadores. A essa adaptação se dava o nome de "Didática Geral", uma disciplina definida por Jan Comenius no século XVII como "a arte universal de ensinar tudo a todos".

Hoje sabemos que a História escolar, apesar de possuir vários vínculos com a História dos historiadores, não depende exclusivamente dela. Como diria André Chervel, muitos dos conteúdos escolares foram criados "pela própria escola, na escola e para a escola".

Portanto, não faz mais sentido acreditar numa "Didática Geral" que sirva para ensinar todas as disciplinas escolares. A Didática da História não tem nada a ver com a invenção de fórmulas mágicas para ensinar História.

Segundo Hans-Jürgen Pandel, a Didática da História é uma disciplina que estuda todos os "processamentos da História sem forma científica". A Didática da História é mais do que a Prática ou Metodologia de Ensino de História que se ensina hoje nas universidades brasileiras. A Didática da História estuda os usos da História na mídia, nas instituições públicas, nas obras de arte, no turismo, nas festas populares e, inclusive, na escola.

É necessário que os profissionais da área da educação possuam a consciência sobre que métodos utilizar em sua aula, qual a metodologia mais aconselhável para um desenvolvimento produtivo do ensino. A repetição das práticas estão levando a uma aula improdutiva, sem interesse por parte dos discentes. A didática bem planejada consegue avanços extraordinários, e é justamente por isso que é preciso pensar e efetivar essa idéia.

 

Perfil do Autor

PÓS-GRADUANDA EM ENSINO DE HISTÓRIA PELA FACULDADE SÃO LUÍS DE FRANÇA; GRADUADA EM HISTÓRIA LICENCIATURA PELA UNIVERSIDADE ESTADUAL VALE DO ACARAÚ; GRADUADA EM RECURSOS HUMANOS PELA UNIVERSIDADE NORTE DO PARANÁ.

(Artigonal SC #2296844)

Fonte do Artigo - http://www.artigonal.com/ciencia-artigos/a-didatica-na-historia-2296844.html

Por que os alunos (não) aprendem História? Reflexões sobre ensino, aprendizagem e formação de professores de História

Leia aqui o interessante artigo de Flávia Eloisa Caimi (Professora de Prática de Ensino e Estágio Supervisionado no Curso de História – Licenciatura Plena, na Universidade de Passo Fundo).

Conheça os padrões de desempenho docente

http://www.ensinobasico.com/blogue/817-padroes-de-desempenho-docente

Como ser um bom aluno?