segunda-feira, julho 06, 2009
Etiquetas:
ensino da história,
história,
Para quê ensinar história
segunda-feira, junho 29, 2009
"Degustar a História"
Etiquetas:
7º ano,
banquete medieval,
História ao Vivo,
idade média,
jantar medieval,
malabaristas,
músicos
domingo, junho 14, 2009
Perante o teu túmulo
Hoje...cinco meses depois da tua partida... deparei-me com a tua sepultura escura e fria.
Está pronta a tua morada...ali...
Ao ajoelhar-me nela, vi-me refletida num caminho escuro sem vida e sem retorno.
O olhar determinado do retrato que ali jaz contigo, mostra bem a mulher forte e determinada que sempre foste. Enraivesse-me a tristeza que paira nele e que nunca vou conseguir apagar.
Será possível?...
És mesmo tu que ali estás?
Queria-me para sempre a teu lado.
Levanto-me , de repente, a pedra fria parecia estar a apoderar-se de mim...
Que tentação....
Porém, a mão quente e amada que tornou fácil o meu erguer, chama-me à vida.
Vida depois de ti....? Não sei. Que importância tem isso.
Mas, por ti, por ele... vou tentar.
Está pronta a tua morada...ali...
Ao ajoelhar-me nela, vi-me refletida num caminho escuro sem vida e sem retorno.
O olhar determinado do retrato que ali jaz contigo, mostra bem a mulher forte e determinada que sempre foste. Enraivesse-me a tristeza que paira nele e que nunca vou conseguir apagar.
Será possível?...
És mesmo tu que ali estás?
Queria-me para sempre a teu lado.
Levanto-me , de repente, a pedra fria parecia estar a apoderar-se de mim...
Que tentação....
Porém, a mão quente e amada que tornou fácil o meu erguer, chama-me à vida.
Vida depois de ti....? Não sei. Que importância tem isso.
Mas, por ti, por ele... vou tentar.
quinta-feira, maio 14, 2009
4 meses mãe

Tanto tempo sem ti....
Espero-te todos os dias...
Mas, desta viagem ...tu não vais voltar...
Morro a cada dia mais um pouco....
Amar-te-ei sempre.
Beijo
Tua filha
Etiquetas:
mãe,
saudade,
saudade da mãe
domingo, abril 19, 2009
Cerimónias do contrato de vassalagem

O contrato de vassalagem era realizado entre um senhor mais poderoso (o suserano) e outro menos importante (o vassalo) que voluntariamente se colocava na sua dependência.
Na Idade Média, o rei era o único senhor que não dependia de ninguém. Ele era o suserano dos suseranos.
Etiquetas:
7º ano,
contrato de vassalagem,
esquema
Esquema de um domínio senhorial

1. Castelo
2. Reserva (terras do senhor)
3. Igreja
4.Aldeia
5.Mansos
6. Moinho
7. Caminho para o forno e para o lagar
Etiquetas:
7º ano,
domínio senhorial,
esquema,
idade média
quarta-feira, abril 15, 2009
Como viviam os Romanos ricos?
Os Romanos ricos viviam em grandes mansões chamadas domi com as suas famílias. Comiam refeições requintadas com carne da caça, aves e peixe do mar. Bebiam vinhos de boa qualidade geralmente com mel. Durante o dia recebiam os clientes para tratar de negócios ou, se fossem pobres, para lhes dar cereais. Podiam ainda desempenhar cargos políticos ou religiosos. Frequentavam os banhos públicos nas termas onde conversavam, liam e tratavam de negócios. Também assistiam a espectáculos como lutas de gladiadores e corridas e iam ao circo.João Costa, nº16, 7ºA
Etiquetas:
7º ano,
Império Romano,
Trabalho de alunos
terça-feira, abril 14, 2009
Para ti mãe...3 meses
"Ser mãe é um papel muito importante que o Senhor escolhe para dar a muitas mulheres. Às mães é dito que amem seus filhos em Tito 2:4-5, que diz: “Para que ensinem as mulheres novas a serem prudentes, a amarem seus maridos, a amarem seus filhos, a serem moderadas, castas, boas donas de casa, sujeitas a seus maridos, a fim de que a palavra de Deus não seja blasfemada.” Em Isaías 49:15a a Bíblia diz: “Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre?”
Etiquetas:
mãe,
saudade,
saudade da mãe
segunda-feira, março 30, 2009
“Como viviam os romanos ricos?”
Os grandes senhores viviam em grandes casas, que se chamavam domi. Tinham também ao seu serviço numerosos escravos.
O dia era ocupado com o atendimento aos clientes.
Frequentavam os banhos públicos onde liam, conversavam e tratavam de negócios.
Gostavam de ir ao anfiteatro assistir a uma luta de gladiadores ou ainda ao circo ver uma corrida de quadrigas.
À noite iam a banquetes onde lhes eram servidos dezenas de pratos com carne de caça, aves e peixe do mar. Também bebiam vinho de qualidade, muitas vezes misturado com água, mel ou ervas aromáticas
Francisca Neto Costa nº7, 7ºA
O dia era ocupado com o atendimento aos clientes.
Frequentavam os banhos públicos onde liam, conversavam e tratavam de negócios.
Gostavam de ir ao anfiteatro assistir a uma luta de gladiadores ou ainda ao circo ver uma corrida de quadrigas.
À noite iam a banquetes onde lhes eram servidos dezenas de pratos com carne de caça, aves e peixe do mar. Também bebiam vinho de qualidade, muitas vezes misturado com água, mel ou ervas aromáticas
Francisca Neto Costa nº7, 7ºA
Etiquetas:
7º ano,
Império Romano,
Trabalho de alunos
sábado, março 14, 2009
2 meses...

"Às vezes penso que foi ontem
Ou até mesmo hoje perdi a noção do tempo
Penso nas horas que estive a teu lado
Nas horas que brincamos e rimos
Sentadas naquela varanda
Olhando as suas belas flores do jardim
E nas noites de céu estrelado
Quando ficávamos olhando as estrelas
Fazendo contato com o divino iluminado
Traçando sonhos a serem concretizados
Nunca cansou de me ouvir e eu te escutar
Éramos apesar das desavenças amigas
Você era o meu sol que clareava
E eu a lua que reclamava da sombra da nuvem
Que lá bem alto no céu passava
Ah! Quanta saudade no meu coração
Se o tempo pudesse retroceder eu queria
Abraçar-te novamente sentir seu carinho
Abundantemente
E não te deixar sozinha novamente
Aquele dia fatídico eu sabia que não deveria
Ter partido
Tinha que ter estado lá como sempre estive
Ao teu lado sorrindo amparando e te amando
Mas o destino é cruel e nos põe a boca o fel
O que mais sinto é não ter me despedido
Você não me esperou e partiu sem dizer
Adeus
Até hoje tenho todos os pormenores na mente
E ainda não acredito que partiu tão de repente
Mas sabe! Mãe...Te guardarei no cofre forte
Naquele que somente a gente entra
Naquele que tantos querem entrar
Mas não é para um ser indiferente
É somente para quem sabe amar a gente
Assim como te amei e sei que me amou
Pois sempre foi a Mãe que sonhei ter
Sua lembrança está neste lugar guardada
Perfeitamente bela e maravilhosa como era
Dentro deste cofre que posso quando quiser
Encontrar-te a qualquer momento
E matar a saudade que me mata lentamente
Aqui! Mãe... Dentro do meu coração"
Extraído de :http://www.poemas-de-amor.net/que_saudade_mae
terça-feira, março 03, 2009
Recordando a Guerra Colonial
Etiquetas:
9º ano,
guerra colonial,
moçambique,
mueda,
saudades
Uma familia grega
Era uma vez...
há muitos anos na Grécia Antiga um homem chamado Pelasgo, que cresceu em Esparta numa familia de metecos, tinham um mau nível de vida, mas eram felizes. O seu pai era comerciante, já falecido, mas sua mãe ainda era viva, chamava-se Romilda. Um dia Pelasgo resolveu ir viver para Atenas em busca de melhores condições de vida. A sua mãe disse-lhe: "-Meu filho, se fosse a ti, não ia para Atenas,preferia ficar cá. Arranjas trabalho facilmente... "RespondeuPelasgo: "-Vou em busca de melhores condições de vida, minha mãe. Porque é que não vens comigo? " Depois de muito insistir, Pelasgo convence a mãe a ir com ele. Dias depois tinham chegado a Atenas. "-Atenas parece-me muito melhor que Esparta." afirmou Pelasgo.
"-Talvez ainda tenhamos família cá!"-disse sua mãe. "-Não sei não... já passaram muitos anos desde que tu e o pai partiram para Esparta..." A mãe respondeu:"-Espero que aqui encontres trabalho, a vida não esta fácil..."
A pequena família instalou-se numa pequena casa que era de uma prima afastada e tudo estava a correr como previsto até que, passado algum tempo,Romilda faleceu, já idosa. Pelasgo, muito triste, disse para si próprio: "-Agora que já quase não tenho família nenhuma e tenho pouco a perder, vou partir para a guerra."
Pelasgo partiu para a guerra, passou a ser conhecido e tornou-se uma pessoa muito importante (graças aos seus triunfos no campo de batalha). Decidiu deixar a guerra e voltar para Atenas. Certo dia conheceu uma rapariga muito bela que lhe disse: "-Olá!!!Não és tu o famoso guerreiro Pelasgo? "
" -Sim,sou."-afirmou Pelasgo.
"-Ahhh...está bem!... Adeus e até à proxima...estou com pressa! "
Pelasgou ficou apaixonado pela rapariga, encontrou-se mais vezes com ela, até que casaram... Infelizmente, a rapariga morreu pouco tempo depois ao dar à luz o seu bebé.
Pelasgo não voltou a casar devido ao grande desgosto que sentia.
Morreu já idoso sem descendentes...
7ºD: Marco N.,João R.,Gonçalo V.,Marcela M.
Etiquetas:
7º ano,
diário imaginário,
grécia antiga,
Trabalho de alunos
Situação - Problema: Será que o governo de um país deverá estar nas mãos de um único homem?
"Na minha opinião, o governo de um país, não pode, nem deve, ficar nas mãos de um único homem, pois, demasiado poder concentrado nas mãos de um só homem pode ter como consequências o abuso de poder, a queda em exageros, vícios, podendo mesmo corromper a pessoa. Assim, eu acho que o poder deve estar distribuído entre vários homens ( como numa democracia), com o intuito de o poder estar bem distribuído. Por exemplo: a Ana tem x poderes esses mesmos poderes são limitados pelos x poderes do Tiago, e vice-versa, isto, leva - nos a criar e a viver numa democracia, onde os poderes estão devidamente distribuidos, segundo a sua hierarquia, onde não se cai em abusos, nem em exessos.
Para concluir, isso dos poderes estarem concentrados num único homem é ABSOLUTISMO."
Fátima Ribeiro, 7ºD
Etiquetas:
7º ano,
Trabalho de alunos
terça-feira, fevereiro 17, 2009
Vamos colorir um Gladiador?
Etiquetas:
7º ano,
gladiador,
história,
Trabalho de alunos,
trabalho escolar,
trabalhos manuais
Vamos fazer uma máscara de teatro grego?
Este trabalho é da aluna Carolina Bartolomeu, 7ºA
Parabéns!
Este trabalho é do aluno Tiago Almeida, 7ºD.
Parabéns!
Etiquetas:
7º ano,
carnaval,
grécia antiga,
máscara,
teatro grego,
Técnica de trabalho,
Trabalho de alunos,
trabalhos manuais
sábado, fevereiro 14, 2009
"Hurt" by Christina Aguilera
Seems like it was yesterday when I saw your face
You told me how proud you were,
but I walked away
If only I knew what I know today,
ooh, ooh
I would hold you in my arms,
I would take the pain away
Thank you for all you've done,
forgive all your mistakes
There's nothing I wouldn't do
to hear your voice again
Sometimes I wanna call you
but I know you won't be there
Oh, I'm sorry for blaming you
For everything I just couldn't do
And I've hurt myself by hurting you
Some days I feel broke inside but I won't admit
Sometimes I just wanna hide 'cause it's you I miss
And it's so hard to say goodbye when it comes to this,
ooh
Would you tell me I was wrong?
Would you help me understand?
Are you looking down upon me?
Are you proud of who I am?
There's nothing I wouldn't do to have just one more chance
To look into your eyes and see you looking back
Oh, I'm sorry for blaming you
For everything I just couldn't do
And I've hurt myself, oh
If I had just one more day
I would tell you how much that
I've missed you
Since you've been away
Oh, it's dangerous
It's so out of line
To try and turn back time
I'm sorry for
blaming you
For everything I just couldn't do
And I've hurt myself
By hurting you.
Etiquetas:
Christina Aguilera,
Hurt,
mãe
quinta-feira, janeiro 22, 2009
Guerra Colonial - Sítios a visitar para realizar o trabalho
Guerra Colonial
http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_Colonial_Portuguesa
http://guerracolonial.home.sapo.pt/
http://www.guerracolonial.org/index.php?content=742
http://video.google.com/videosearch?hl=pt-PT&q=guerra+colonial&um=1&ie=UTF-8&sa=X&oi=video_result_group&resnum=4&ct=title#
http://ultramar.terraweb.biz/
Aerogramas:
http://www.inteirospostais.com/aerogramasmilitaresisentosdefranquia02.htm
http://coisasdeoutrostempos.blogspot.com/2005/04/os-aerogramas.html
http://memoriacomhistoria.blogspot.com/2008/11/aerogramas-de-timor-1963_21.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_Colonial_Portuguesa
http://guerracolonial.home.sapo.pt/
http://www.guerracolonial.org/index.php?content=742
http://video.google.com/videosearch?hl=pt-PT&q=guerra+colonial&um=1&ie=UTF-8&sa=X&oi=video_result_group&resnum=4&ct=title#
http://ultramar.terraweb.biz/
Aerogramas:
http://www.inteirospostais.com/aerogramasmilitaresisentosdefranquia02.htm
http://coisasdeoutrostempos.blogspot.com/2005/04/os-aerogramas.html
http://memoriacomhistoria.blogspot.com/2008/11/aerogramas-de-timor-1963_21.html
Etiquetas:
9º ano,
guerra colonial
sexta-feira, janeiro 16, 2009
Em memória da minha MÃE

Quando ontem partiste...
Quando ontem partiste
E fiquei para sempre só
Inventei a palavra Esperança
Por entre a chuva, o pó
Quando ontem partiste
Sem tempo para dizer adeus
Encontrei a Eternidade
Perdida em sonhos meus
Diz-me apenas que existe o céu
Que a vida não acaba aqui
Que morrer vai ser acordar
De novo junto a ti
Diz-me apenas que existe o céu
Que o fim não começa aqui
Que há uma estrada para voltar
De novo para ti
Quando ontem partiste
E a terra se abriu para ti
Encontrei uma estrela mais
Na noite que senti
(excerto da letra de uma canção dos Gemini)
Etiquetas:
14 de janeiro,
Gemini,
mãe,
Virgínia
quarta-feira, janeiro 07, 2009
Etiquetas:
7º ano,
arte,
arte clássica,
arte grega,
história 7,
ppt
terça-feira, janeiro 06, 2009
"Ó Stora" o que é isto de esquerda e de direita?
"Em política, designação dada aos partidos progressistas.
Este termo teve origem na Assembleia Nacional de França de 1789, em que os nobres se sentavam no lugar de honra, à direita do Presidente, e os plebeusse sentavam à esquerda.
Esta distribuição tornou-se habitual nos parlamentos europeus, em que os progressistas se sentam no lado esquerdo e os conservadores no direito".
(Dicionário de História, Texto Editores, p. 77)
Este termo teve origem na Assembleia Nacional de França de 1789, em que os nobres se sentavam no lugar de honra, à direita do Presidente, e os plebeusse sentavam à esquerda.
Esta distribuição tornou-se habitual nos parlamentos europeus, em que os progressistas se sentam no lado esquerdo e os conservadores no direito".
(Dicionário de História, Texto Editores, p. 77)
domingo, janeiro 04, 2009
3º Aniversário
O tempo passa rápido.
No dia 3 de Janeiro os "Combates pela História" completaram 3 anos de existência.
Obrigada a todos quantos passaram por aqui.
Um bom 2009 para todos.
No dia 3 de Janeiro os "Combates pela História" completaram 3 anos de existência.
Obrigada a todos quantos passaram por aqui.
Um bom 2009 para todos.
Etiquetas:
aniversário
quinta-feira, dezembro 04, 2008
A Crise de 1929
Etiquetas:
9º ano,
crise de 1929,
ppt
quinta-feira, novembro 13, 2008
quinta-feira, novembro 06, 2008
domingo, novembro 02, 2008
Etiquetas:
7º ano,
economia recolectora,
paleolítico,
Trabalho de alunos
terça-feira, outubro 28, 2008
Um Dia na Vida de um Homo Sapiens Sapiens

Olá, o meu nome é João e vivo num pequeno acampamento a sul do Canadá, com a minha mulher e os meus filhos, numa cabana muito quente, porque aqui faz muito frio. Vivo no ano de 9000 a. C., por isso, sou Homo Sapiens Sapiens.
Acordo muito cedo de manhã e vou caçar com os meus camaradas do acampamento. Nós usamos arcos e flechas e lanças afiadas. Quando achamos que temos carne suficiente para o almoço, voltamos para o acampamento e comemos com nossa família. Para além de carne, também comemos frutos e vegetais que as mulheres apanham enquanto nós caçamos. Depois do almoço, fabrico novos instrumentos com pedra lascada e outros materiais que encontro durante a caçada.
Ao fim da tarde, como o nosso acampamento é perto de um rio, eu pego no meu arpão e vou pescar. Assim, o jantar é peixe.
No fim do jantar, o feiticeiro da aldeia faz ritos mágicos à volta da fogueira para garantir o sucesso da caçada de amanhã.
No fim deste longo dia, entro na minha cabana e durmo.
João Francisco Costa
Nº: 16 Turma: 7ºA
Acordo muito cedo de manhã e vou caçar com os meus camaradas do acampamento. Nós usamos arcos e flechas e lanças afiadas. Quando achamos que temos carne suficiente para o almoço, voltamos para o acampamento e comemos com nossa família. Para além de carne, também comemos frutos e vegetais que as mulheres apanham enquanto nós caçamos. Depois do almoço, fabrico novos instrumentos com pedra lascada e outros materiais que encontro durante a caçada.
Ao fim da tarde, como o nosso acampamento é perto de um rio, eu pego no meu arpão e vou pescar. Assim, o jantar é peixe.
No fim do jantar, o feiticeiro da aldeia faz ritos mágicos à volta da fogueira para garantir o sucesso da caçada de amanhã.
No fim deste longo dia, entro na minha cabana e durmo.
João Francisco Costa
Nº: 16 Turma: 7ºA
Publicada por
Combates pela História
em
terça-feira, outubro 28, 2008
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
| Reacções: |
Etiquetas:
7º ano,
diário imaginário,
história 7,
paleolítico,
pré-história,
trabalho escolar
sexta-feira, setembro 19, 2008
Exercícios online
O Mundo industrializado:
Os países de difícil industrialização: o caso português:
Etiquetas:
8º ano,
caso português,
exercícios online,
mundo industrializado
quarta-feira, setembro 17, 2008
Os movimento artísticos do Século XIX (pintura)
Resumo aqui.
Etiquetas:
8º ano,
impressionismo,
movimentos artisticos séc XIX,
pintura,
realismo,
resumo,
romantismo
terça-feira, setembro 16, 2008
TEMA H Revolução Industrial
http://www.tg3.com.br/industrial/
http://orbita.starmedia.com/achouhp/historia/revolucao_industrial.htm
Realismo:
http://www.universal.pt/scripts/hlp/hlp.exe/artigo?cod=6_191
Romantismo:
http://faroldasletras.no.sapo.pt/romantismo.htm
http://www.english.upenn.edu/~mgamer/Romantic/index.html

Século XIX:
http://www.citi.pt/cultura/default.asp
Proletariado:
http://www.hystoria.hpg.ig.com.br/rindus03.html
http://www.dhnet.org.br/direitos/anthist/manifesto/index.html
Sindicatos:
CGTP - http://www.cgtp.pt/index2.htm
UGT - http://www.ugt.pt/
http://orbita.starmedia.com/achouhp/historia/revolucao_industrial.htm
Realismo:
http://www.universal.pt/scripts/hlp/hlp.exe/artigo?cod=6_191
Romantismo:
http://faroldasletras.no.sapo.pt/romantismo.htm
http://www.english.upenn.edu/~mgamer/Romantic/index.html

Século XIX:
http://www.citi.pt/cultura/default.asp
Proletariado:
http://www.hystoria.hpg.ig.com.br/rindus03.html
http://www.dhnet.org.br/direitos/anthist/manifesto/index.html
Sindicatos:
CGTP - http://www.cgtp.pt/index2.htm
UGT - http://www.ugt.pt/
Etiquetas:
8º ano,
proletariado,
realismo,
revisão,
revolução industrial,
romantismo,
século XIX,
Tema H
Material de apoio para os 9ºs C e D
Tema H1 O Mundo industrializado e H2 Os países de difícil industrialização: O Caso Português
http://8e2007.files.wordpress.com/2008/06/historia.pdf
Os novos modelos culturais:
http://pt.textoeditores.com/projectos_te/index.jsp?p=411&x=12 (no fundo da página)
http://8e2007.files.wordpress.com/2008/06/historia.pdf
Os novos modelos culturais:
http://pt.textoeditores.com/projectos_te/index.jsp?p=411&x=12 (no fundo da página)
Etiquetas:
9º ano,
caso português,
mundo industrializado,
novos modelos culturais,
resumo
Bom ano lectivo a todos

O começo do ano lectivo é sempre uma experiência interessante.
Primeiro, porque revemos os nossos amigos e fazemos novos.
Segundo, porque a nossa escola, mesmo com pintura nova, estava desbotada e sem vida antes da chegada dos alunos.
Terceiro, porque as aulas surgem como o desafio inovador de mais um ano.
A sala de aula, tal como as montanhas, em cada ano, em cada estação, muda. E, no começo da escalada, sentimo-nos palpitantes de emoção, às vezes inseguros e com medo, outras, confiantes e cheios de boa disposição e disponibilidade para aprender.
Independentemente dos nossos sentimentos, façamos já o compromisso de darmos o nosso melhor. Se assim o fizermos, tudo correrá bem, pois, como equipa, estaremos atentos aqueles que, menos preparados, sobem a montanha com mais esforço. De mãos dadas venceremos.
Etiquetas:
ano lectivo,
aulas,
escola,
início do ano lectivo,
sala de aula
quarta-feira, julho 02, 2008
Aviso
Agradeço a todos os alunos que, de forma tão espectacular, contribuiram para o êxito da exposição: "Viagem ao tempo dos castelos" que se desloquem à escola para recolherem os seus castelos e figuras medievais. Se possível, gostaria que o fizessem até ao final desta semana.
Recordo o que já tinha dito nas aulas: não temos espaço na escola para os guardar.
Logo que me seja possível, colocarei no blogue fotos dos mesmos (pelo menos de alguns) para...mais tarde recordar. Isto é.... se as fotos sairem como deve ser.... risos...
Obrigada a todos.
Um grande abraço.
Boas Férias.
A Professora de História
Nota: se possível avisem o 7º A.
domingo, junho 22, 2008
sexta-feira, maio 23, 2008
E se fosses tu... a queres vestir-te "à Idade Média"?
Dicas:
http://www.sallypointer.com/simplemedievaldress.html
http://www.sallypointer.com/reddress.html
http://www.virtue.to/articles/hoodlum.html
http://www.virtue.to/articles/easy_cauls.html
http://www.virtue.to/articles/in_depth_garb.html
http://www.virtue.to/articles/tunic_worksheet.html
http://www.virtue.to/articles/laurel/laurel_constr.html
http://www.virtue.to/articles/modern_fabric.html
http://www.butterick.com/item/B4827.htm?tab=costumes&page=2
http://www.sallypointer.com/simplemedievaldress.html
http://www.sallypointer.com/reddress.html
http://www.virtue.to/articles/hoodlum.html
http://www.virtue.to/articles/easy_cauls.html
http://www.virtue.to/articles/in_depth_garb.html
http://www.virtue.to/articles/tunic_worksheet.html
http://www.virtue.to/articles/laurel/laurel_constr.html
http://www.virtue.to/articles/modern_fabric.html
http://www.butterick.com/item/B4827.htm?tab=costumes&page=2
Publicada por
Combates pela História
em
sexta-feira, maio 23, 2008
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
| Reacções: |
Etiquetas:
7º ano,
idade média,
medieval,
vestuário medieval
E se fosses tu... a queres vestir-te "à Idade Média"?
Dicas:
http://www.sallypointer.com/simplemedievaldress.html
http://www.sallypointer.com/reddress.html
http://www.virtue.to/articles/hoodlum.html
http://www.virtue.to/articles/easy_cauls.html
http://www.virtue.to/articles/in_depth_garb.html
http://www.virtue.to/articles/tunic_worksheet.html
http://www.virtue.to/articles/laurel/laurel_constr.html
http://www.virtue.to/articles/modern_fabric.html
http://www.butterick.com/item/B4827.htm?tab=costumes&page=2
http://www.sallypointer.com/simplemedievaldress.html
http://www.sallypointer.com/reddress.html
http://www.virtue.to/articles/hoodlum.html
http://www.virtue.to/articles/easy_cauls.html
http://www.virtue.to/articles/in_depth_garb.html
http://www.virtue.to/articles/tunic_worksheet.html
http://www.virtue.to/articles/laurel/laurel_constr.html
http://www.virtue.to/articles/modern_fabric.html
http://www.butterick.com/item/B4827.htm?tab=costumes&page=2
E se... de repente ... decidisses vestir as tuas bonecas e bonecos à moda da Idade Média?
Certamente ia ser divertido.
Se quiseres alinhar nesta ideia, vai até:
http://vikki.ethernauts.net/clothes.html
e poderás ver bonecos conhecidos como a Barbie e o Ken vestigos a rigor.
Bom trabalho!
Se quiseres alinhar nesta ideia, vai até:
http://vikki.ethernauts.net/clothes.html
e poderás ver bonecos conhecidos como a Barbie e o Ken vestigos a rigor.
Bom trabalho!
quinta-feira, maio 15, 2008
Marcello Caetano e a Guerra Colonial
Publicada por
Combates pela História
em
quinta-feira, maio 15, 2008
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
| Reacções: |
Etiquetas:
9º ano,
Angola,
ditadura,
guerra colonial,
Marcelo Caetano,
moçambique,
política colonial
A Guerra Colonial
Publicada por
Combates pela História
em
quinta-feira, maio 15, 2008
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
| Reacções: |
Etiquetas:
9º ano,
guerra colonial,
moçambique,
mueda,
soldados,
ultramar
quarta-feira, abril 30, 2008
Para o 7º ano: Castelos Medievais
"A época medieval foi marcada pelas edificações militares, durante a fase da reconquista de Portugal aos Mouros. Nesta altura surgem uma série de castelos de origem Templária com características construtivas muito próprias e bastante evoluídas. A topografia e o tipo do solo eram os elementos fundamentais para a definição da localização do edificado, dos seus alicerces e das suas muralhas.Um castelo medieval é tipicamente constituído por:
- Muralhas, paredes de 4 a 5m de espessura com dois paramentos de pedra emparelhadas, com pedras mais pequenas e argamassa a encher os vazios. Não eram habitualmente muito altas, pois obrigaria a serem demasiado espessas, mas eram construídas ao longo do perfil mais inclinado do terreno, dificultando a acção dos invasores.
- Porta de Entrada, era o ponto fraco da defesa de um castelo. Assim sendo era comum que fosse ladeada por duas torres.-
- Adarve, caminho no topo das muralhas que percorre todo o perímetro do castelo, permitindo a movimentação rápida dos guerreiros.
- Torres, elementos de maior altura interrompendo o adarve, possibilitando maior vantagem defensiva.-
- Ameias e merlões, o parapeito da muralha apresentava saliências que serviam de protecção para ataques com bestas e arcos. Os elementos elevados são os merlões e os vazios as ameias.
- Torre de Menagem, era o último reduto de defesa de um castelo quando todas as restantes defesas tivessem sucumbido. Era um edifício com diversos andares, escadas estreitas, paredes muito espessas e porta de difícil acesso."
Extraído de:
Andas à procura de ideias para construir um castelo?
http://www.yourchildlearns.com/castle.htm
http://www.mrmcgroovys.com/t-plans-cardboard-castle.aspx
http://www.jaconline.com.au/atlasofdiscovery/downloads/worksheets/ws37-castle.pdf
Publicada por
Combates pela História
em
quarta-feira, abril 30, 2008
1 comentário:
Hiperligações para esta mensagem
| Reacções: |
Etiquetas:
7º ano,
castelo,
castelo medieval,
construir castelos,
medieval
domingo, abril 20, 2008
A lição de Salazar
Etiquetas:
9º ano,
estado novo,
lição de Salazar,
Salazar
SER PROFESSOR DE LICEU NO “ESTADO NOVO” PORTUGUÊS. O DISCURSO DOS PROFESSORES NA IMPRENSA PEDAGÓGICA
Etiquetas:
9º ano,
estado novo,
professor,
secundário
O lado feminino do 25 de Abril
"Antes da Revolução a mulher tinha um papel secundário na sociedade. Só com o 25 de Abril é que conquistaria alguns dos direitos essenciais.
Na história do nosso país, as mulheres ocuparam quase sempre um papel secundário, sendo apresentadas, na maioria das vezes, como figurantes nos grandes episódios da construção da nação.
Já em 1872, um dos mais influentes intelectuais da chamada “Geração de 70”, Ramalho Ortigão, escrevia assim sobre aquela que era a representação popular da mulher na altura: “Ela é na casa um ente subalterno e passivo, que se manda, que se força, que se espanca se desobedece (…). Ninguém a instrue, ninguém a distrae, ninguém procura tornar-lhe a existência doce e risonha, dar-lhe o nobre orgulho de ser amada, querida, necessária no mundo para mais alguma coisa do que lavar a casa, coser a roupa e cosinhar a comida”.
Esta concepção do século feminino vai vigorar durante muitos anos no nosso país, e tornar-se-á particularmente evidente durante o Estado Novo, um regime político de cariz conservador e tradicionalista, instaurado em Portugal em 1933. Durante quase meio século, ao sexo feminino eram associados os papéis de dona-de-casa, mãe e companheira, e pouco mais.
(...) Mas se hoje a mulher já tem um papel mais activo na sociedade, parece que ainda nem tudo foi conseguido…
Anabela Couto"
Artigo extraído de:http://jpn.icicom.up.pt/2005/04/26/o_lado_feminino_do_25_de_abril.html
Etiquetas:
1974,
25 de Abril,
9º ano,
mulheres
O retrato da mulher durante o Estado Novo
"Mãe, esposa e dona-de-casa. Eis o retrato da mulher nos anos que antecederam a revolução de Abril.
Em Portugal, o Estado Novo esforçou-se por conservar a mulher no seu posto tradicional, como mãe, dona-de-casa e em quase tudo submissa ao marido. A Constituição de 1933 estabeleceu o princípio da Igualdade entre cidadãos perante a Lei, mas com algumas excepções. No documento constavam referências às "diferenças resultantes da sua [mulher] natureza e do bem da família". A mulher via-se, assim, relegada para um plano secundário na família e na sociedade em geral.
Luísa Neto é docente na Faculdade de Direito da Universidade do Porto. Esta doutorada em Direitos Fundamentais explica qual a situação da mulher perante a Lei, durante a ditadura: "A constituição de 1933, que era a constituição que vigorava antes da Revolução de 25 de Abril de 1974, não estabelecia efectivamente o princípio da igualdade, pelo menos material. Formalmente estabelecia o princípio da igualdade, mas na prática ele não tinha grande vigência".
"A mulher praticamente não tinha direitos. Se se tratasse de uma mulher casada, os direitos eram exercidos pelo chefe de família. Aliás, a expressão do pai de família, que normalmente era benfiquista, deriva daí e do entendimento que era voz comum nessa altura", realça.
A lei portuguesa designava o marido como chefe de família, donde resultava uma série de incapacidades para a mulher casada, contrariamente à mulher solteira, que era considerada cidadã de plenos direitos: "a mulher não tinha direito de voto, a mulher não tinha possibilidade de exercer nenhum cargo político, e, mesmo em termos da família, a mulher não tinha os mesmos direitos na educação dos filhos", diz a magistrada.
Nesta altura, a Lei atribuía à mulher casada uma função específica: o governo doméstico, o que se traduzia pela imposição dos trabalhos domésticos como obrigação. E os poderes especiais do pai e da mãe em relação ao filho resultavam na sobrevalorização do pai e subalternidade da mãe, que, como recomendava a lei, apenas devia ser «ouvida».
Outro dos problemas que a mulher enfrentava na altura acontecia nas situações de reconstituição da família. O divórcio era proibido, devido ao acordo estabelecido com a Igreja Católica na Concordata de 1944, pelo que todas as crianças nascidas de uma nova relação, posterior ao primeiro casamento, eram consideradas ilegítimas. E havia duas alternativas no acto do registo: a mulher ou dava à criança o nome do marido anterior ou assumia o estatuto de "mãe incógnita". O que não podia era dar o seu nome e o do marido actual.
Trabalho só para homens
Também em relação ao trabalho, a mulher deparava frequentemente com grandes limitações. E o acesso a determinadas profissões era-lhe completamente vedado, como nos diz Luísa Neto: "no que diz respeito à questão profissional, a mulher não tinha direito de acesso a determinados lugares que se considerava que deviam ser ocupados por homens". A magistratura, a diplomacia e a política são apenas alguns dos exemplos de sectores profissionais a que a mulher não podia aceder.Maria José Magalhães é hoje assistente na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto, onde concluiu o seu mestrado em Ciências da Educação. Realiza investigação sobre a questão do género e participa em alguns grupos e publicações feministas. Sobre o tema, escreveu o livro "Movimento Feminista e Educação - Portugal, décadas de 70 e 80". E descreve assim a situação da mulher naquela altura: "Antes do 25 de Abril, muitas mulheres não podiam casar com quem queriam, as mulheres casadas não podiam mexer na sua propriedade, as enfermeiras não podiam casar, as professoras não podiam casar com qualquer pessoa: tinham que pedir autorização para casar, e saía em Diário da República a autorização para ela casar com o senhor fulano de tal".
Além disso, naquela altura estava escrito em decreto-lei que uma professora só podia casar com um homem que tivesse um vencimento superior ao dela. "Uma mulher casada não podia ir para o estrangeiro sem autorização do marido, não podia trabalhar sem autorização do marido. O marido podia chegar a uma empresa ou estabelecimento público e dizer: eu não autorizo a minha esposa a trabalhar. E ela tinha que vir embora, tinha que ser despedida", contou ao JPN Maria José Magalhães.
Anabela Couto"
Extraído de: http://jpn.icicom.up.pt/2005/04/26/o_retrato_da_mulher_durante_o_estado_novo.html
Em Portugal, o Estado Novo esforçou-se por conservar a mulher no seu posto tradicional, como mãe, dona-de-casa e em quase tudo submissa ao marido. A Constituição de 1933 estabeleceu o princípio da Igualdade entre cidadãos perante a Lei, mas com algumas excepções. No documento constavam referências às "diferenças resultantes da sua [mulher] natureza e do bem da família". A mulher via-se, assim, relegada para um plano secundário na família e na sociedade em geral.
Luísa Neto é docente na Faculdade de Direito da Universidade do Porto. Esta doutorada em Direitos Fundamentais explica qual a situação da mulher perante a Lei, durante a ditadura: "A constituição de 1933, que era a constituição que vigorava antes da Revolução de 25 de Abril de 1974, não estabelecia efectivamente o princípio da igualdade, pelo menos material. Formalmente estabelecia o princípio da igualdade, mas na prática ele não tinha grande vigência".
"A mulher praticamente não tinha direitos. Se se tratasse de uma mulher casada, os direitos eram exercidos pelo chefe de família. Aliás, a expressão do pai de família, que normalmente era benfiquista, deriva daí e do entendimento que era voz comum nessa altura", realça.
A lei portuguesa designava o marido como chefe de família, donde resultava uma série de incapacidades para a mulher casada, contrariamente à mulher solteira, que era considerada cidadã de plenos direitos: "a mulher não tinha direito de voto, a mulher não tinha possibilidade de exercer nenhum cargo político, e, mesmo em termos da família, a mulher não tinha os mesmos direitos na educação dos filhos", diz a magistrada.
Nesta altura, a Lei atribuía à mulher casada uma função específica: o governo doméstico, o que se traduzia pela imposição dos trabalhos domésticos como obrigação. E os poderes especiais do pai e da mãe em relação ao filho resultavam na sobrevalorização do pai e subalternidade da mãe, que, como recomendava a lei, apenas devia ser «ouvida».
Outro dos problemas que a mulher enfrentava na altura acontecia nas situações de reconstituição da família. O divórcio era proibido, devido ao acordo estabelecido com a Igreja Católica na Concordata de 1944, pelo que todas as crianças nascidas de uma nova relação, posterior ao primeiro casamento, eram consideradas ilegítimas. E havia duas alternativas no acto do registo: a mulher ou dava à criança o nome do marido anterior ou assumia o estatuto de "mãe incógnita". O que não podia era dar o seu nome e o do marido actual.
Trabalho só para homens
Também em relação ao trabalho, a mulher deparava frequentemente com grandes limitações. E o acesso a determinadas profissões era-lhe completamente vedado, como nos diz Luísa Neto: "no que diz respeito à questão profissional, a mulher não tinha direito de acesso a determinados lugares que se considerava que deviam ser ocupados por homens". A magistratura, a diplomacia e a política são apenas alguns dos exemplos de sectores profissionais a que a mulher não podia aceder.Maria José Magalhães é hoje assistente na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto, onde concluiu o seu mestrado em Ciências da Educação. Realiza investigação sobre a questão do género e participa em alguns grupos e publicações feministas. Sobre o tema, escreveu o livro "Movimento Feminista e Educação - Portugal, décadas de 70 e 80". E descreve assim a situação da mulher naquela altura: "Antes do 25 de Abril, muitas mulheres não podiam casar com quem queriam, as mulheres casadas não podiam mexer na sua propriedade, as enfermeiras não podiam casar, as professoras não podiam casar com qualquer pessoa: tinham que pedir autorização para casar, e saía em Diário da República a autorização para ela casar com o senhor fulano de tal".
Além disso, naquela altura estava escrito em decreto-lei que uma professora só podia casar com um homem que tivesse um vencimento superior ao dela. "Uma mulher casada não podia ir para o estrangeiro sem autorização do marido, não podia trabalhar sem autorização do marido. O marido podia chegar a uma empresa ou estabelecimento público e dizer: eu não autorizo a minha esposa a trabalhar. E ela tinha que vir embora, tinha que ser despedida", contou ao JPN Maria José Magalhães.
Anabela Couto"
Etiquetas:
9º ano,
estado novo,
mulheres
segunda-feira, abril 14, 2008
Entrevita realizada no âmbito do estudo dos regimes ditatoriais

Entrevista 1
Nome*: .................................................Data de nascimento: ........................*Escola(s) em que estudou: ..................................*
Entrevistadora: Durante o regime do Estado novo, quanto tempo estudou?
Entrevistado:Até ao terceiro Industrial.
1ª, 2ª, 3ª, 4ª classe, admissão depois 1º, 2º e 3º anos.
Entrevistadora:Concluiu os seus estudos antes ou depois da queda deste regime?
Entrevistado: Concluí os estudos antes da queda do regime.
Entrevistadora:Quais eram os materiais didácticos utilizados na época?
Entrevistado: Caderno de Linhas, caderno de linhas quadriculado, sebenta e na primária havia a lousa em ardósia.
Entrevistadora:Quais eram os meios de disciplina empregados para castigar os alunos?
Entrevistado: Os meios utilizados eram físicos tais como: reguadas nas palmas das mãos, em pé a um canto da sala de costas para os colegas.
Entrevistadora:A “mocidade portuguesa” fazia parte da educação naquele tempo. “Pretendia abranger toda a juventude… e atribuía-se como fins estimular o desenvolvimento integral da sua capacidade física, a formação do carácter e a devoção à Pátria, no sentimento da ordem, no gosto da disciplina, no culto dos deveres morais, cívicos e militares.” Quais os meios utilizados para esta formação ideológica na escola? (Exº: cantar o hino…)
Entrevistado: Disciplina militar, não era obrigatório cantar o hino.
Entrevistadora:Requeria-se algum tipo de uniforme em particular? Se sim, qual?
Entrevistado: Uma camisa, calção, blusão, meias, cinto com a fivela em “S” e calças.
Entrevistadora:Havia diferenciação de sexos? Desenvolva.
Entrevistado:Havia diferenciação de sexos só nos intervalos. Havia um recreio para rapazes e outro para raparigas. Quem fosse encontrado no recreio sem ser o “seu” era castigado.
Entrevistadora:Existia alguma cerimónia de carácter obrigatório antes, durante ou depois das aulas?
Entrevistado: Não existia nenhuma cerimónia, nem antes nem depois das aulas.
Entrevistadora:Caracterize os professores daquela época.
Entrevistado: Os professores naquela época eram mais rígidos e obrigavam os alunos a fazer os deveres de casa.
Entrevistadora:Em comparação com os dias de hoje, seria mais difícil estudar no regime do Estado Novo?
Entrevistado: Não era mais difícil, era mais exigente.
Entrevistadora: Em que sentido acha que as medidas daquela altura influenciaram os jovens daquela geração?
Entrevistado: No sentido de haver mais respeito pelo ser humano mais velho. Aprendia-se por exemplo a ceder o lugar num transporte público a uma pessoa que necessitasse mais do que nós.
Entrevistadora:Concluiu os seus estudos antes ou depois da queda deste regime?
Entrevistado: Concluí os estudos antes da queda do regime.
Entrevistadora:Quais eram os materiais didácticos utilizados na época?
Entrevistado: Caderno de Linhas, caderno de linhas quadriculado, sebenta e na primária havia a lousa em ardósia.
Entrevistadora:Quais eram os meios de disciplina empregados para castigar os alunos?
Entrevistado:Os meios utilizados eram físicos tais como: reguadas nas palmas das mãos, em pé a um canto da sala de costas para os colegas.
Entrevistadora: A “mocidade portuguesa” fazia parte da educação naquele tempo. “Pretendia abranger toda a juventude… e atribuía-se como fins estimular o desenvolvimento integral da sua capacidade física, a formação do carácter e a devoção à Pátria, no sentimento da ordem, no gosto da disciplina, no culto dos deveres morais, cívicos e militares.” Quais os meios utilizados para esta formação ideológica na escola? (Exº: cantar o hino…)
Entrevistado:Disciplina militar, não era obrigatório cantar o hino.
Entrevistadora: Requeria-se algum tipo de uniforme em particular? Se sim, qual?
Entrevistado:Uma camisa, calção, blusão, meias, cinto com a fivela em “S” e calças.
Entrevistadora:Havia diferenciação de sexos? Desenvolva, por favor.
Entrevistado:Havia diferenciação de sexos só nos intervalos. Havia um recreio para rapazes e outro para raparigas. Quem fosse encontrado no recreio sem ser o “seu” era castigado.
Entrevistadora:Existia alguma cerimónia de carácter obrigatório antes, durante ou depois das aulas?
Entrevistado: Não existia nenhuma cerimónia, nem antes nem depois das aulas.
Entrevistadora: Caracterize os professores daquela época.
Entrevistado: Os professores naquela época eram mais rígidos e obrigavam os alunos a fazer os deveres de casa.
Entrevistadora: Em comparação com os dias de hoje, seria mais difícil estudar no regime do Estado Novo?
Entrevistado: Não era mais difícil, era mais exigente.
Entrevistadora:Em que sentido acha que as medidas daquela altura influenciaram os jovens daquela geração?
Entrevistado: No sentido de haver mais respeito pelo ser humano mais velho. Aprendia-se por exemplo a ceder o lugar num transporte público a uma pessoa que necessitasse mais do que nós.
* Os nomes dos intervenientes foram omitidos para salvaguardar a sua privacidade.
Etiquetas:
9º ano,
disciplina,
ditadura,
entrevista,
escola,
estado novo,
professor,
Trabalho de alunos
Etiquetas:
9º ano,
ditadura,
entrevista,
estado novo,
Trabalho de alunos
domingo, fevereiro 24, 2008
Mare nostrum (nosso mar)
Esta expressão era usada pelos romanos quando falavam no Mar Mediterrâneo, porque dominavam todos os locais ao seu redor, fazendo com que este parecesse um lago romano.
Etiquetas:
7º ano,
Conceitos básicos,
Império Romano,
Mare Nostrum
segunda-feira, fevereiro 18, 2008
A Construção da URSS
Publicada por
Combates pela História
em
segunda-feira, fevereiro 18, 2008
Sem comentários:
| Reacções: |
quinta-feira, janeiro 17, 2008
As escolas na Grécia antiga
Na Grécia Antiga, as escolas eram pequenas. Tinham somente um professor e cerca de de 10 ou 20 rapazes. As escolas não eram gratuitas e, por isso, somente os ricos podiam pagar a escola para os seus filhos. As crianças não precisavam de muito material escolar, porque tinham que aprender tudo de cor! Quando precisavam anotar alguma coisa, escreviam em pequenos quadros de madeira cobertos com camadas de cera. Usavam uma caneta de madeira, chamada estilete, com uma ponta afiada para escrever e uma ponta lisa para apagar.
Publicada por
Combates pela História
em
quinta-feira, janeiro 17, 2008
3 comentários:
Hiperligações para esta mensagem
| Reacções: |
Etiquetas:
7º ano,
escola,
grécia antiga
Queres ver como se escreve o teu nome em grego?
Etiquetas:
7º ano,
exercícios online,
grécia antiga
Subscrever:
Mensagens (Atom)










