quarta-feira, janeiro 07, 2009
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terça-feira, janeiro 06, 2009
"Ó Stora" o que é isto de esquerda e de direita?
"Em política, designação dada aos partidos progressistas.
Este termo teve origem na Assembleia Nacional de França de 1789, em que os nobres se sentavam no lugar de honra, à direita do Presidente, e os plebeusse sentavam à esquerda.
Esta distribuição tornou-se habitual nos parlamentos europeus, em que os progressistas se sentam no lado esquerdo e os conservadores no direito".
(Dicionário de História, Texto Editores, p. 77)
Este termo teve origem na Assembleia Nacional de França de 1789, em que os nobres se sentavam no lugar de honra, à direita do Presidente, e os plebeusse sentavam à esquerda.
Esta distribuição tornou-se habitual nos parlamentos europeus, em que os progressistas se sentam no lado esquerdo e os conservadores no direito".
(Dicionário de História, Texto Editores, p. 77)
domingo, janeiro 04, 2009
3º Aniversário
O tempo passa rápido.
No dia 3 de Janeiro os "Combates pela História" completaram 3 anos de existência.
Obrigada a todos quantos passaram por aqui.
Um bom 2009 para todos.
No dia 3 de Janeiro os "Combates pela História" completaram 3 anos de existência.
Obrigada a todos quantos passaram por aqui.
Um bom 2009 para todos.
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quinta-feira, dezembro 04, 2008
A Crise de 1929
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quinta-feira, novembro 13, 2008
quinta-feira, novembro 06, 2008
domingo, novembro 02, 2008
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terça-feira, outubro 28, 2008
Um Dia na Vida de um Homo Sapiens Sapiens

Olá, o meu nome é João e vivo num pequeno acampamento a sul do Canadá, com a minha mulher e os meus filhos, numa cabana muito quente, porque aqui faz muito frio. Vivo no ano de 9000 a. C., por isso, sou Homo Sapiens Sapiens.
Acordo muito cedo de manhã e vou caçar com os meus camaradas do acampamento. Nós usamos arcos e flechas e lanças afiadas. Quando achamos que temos carne suficiente para o almoço, voltamos para o acampamento e comemos com nossa família. Para além de carne, também comemos frutos e vegetais que as mulheres apanham enquanto nós caçamos. Depois do almoço, fabrico novos instrumentos com pedra lascada e outros materiais que encontro durante a caçada.
Ao fim da tarde, como o nosso acampamento é perto de um rio, eu pego no meu arpão e vou pescar. Assim, o jantar é peixe.
No fim do jantar, o feiticeiro da aldeia faz ritos mágicos à volta da fogueira para garantir o sucesso da caçada de amanhã.
No fim deste longo dia, entro na minha cabana e durmo.
João Francisco Costa
Nº: 16 Turma: 7ºA
Acordo muito cedo de manhã e vou caçar com os meus camaradas do acampamento. Nós usamos arcos e flechas e lanças afiadas. Quando achamos que temos carne suficiente para o almoço, voltamos para o acampamento e comemos com nossa família. Para além de carne, também comemos frutos e vegetais que as mulheres apanham enquanto nós caçamos. Depois do almoço, fabrico novos instrumentos com pedra lascada e outros materiais que encontro durante a caçada.
Ao fim da tarde, como o nosso acampamento é perto de um rio, eu pego no meu arpão e vou pescar. Assim, o jantar é peixe.
No fim do jantar, o feiticeiro da aldeia faz ritos mágicos à volta da fogueira para garantir o sucesso da caçada de amanhã.
No fim deste longo dia, entro na minha cabana e durmo.
João Francisco Costa
Nº: 16 Turma: 7ºA
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sexta-feira, setembro 19, 2008
Exercícios online
O Mundo industrializado:
Os países de difícil industrialização: o caso português:
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quarta-feira, setembro 17, 2008
Os movimento artísticos do Século XIX (pintura)
Resumo aqui.
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terça-feira, setembro 16, 2008
TEMA H Revolução Industrial
http://www.tg3.com.br/industrial/
http://orbita.starmedia.com/achouhp/historia/revolucao_industrial.htm
Realismo:
http://www.universal.pt/scripts/hlp/hlp.exe/artigo?cod=6_191
Romantismo:
http://faroldasletras.no.sapo.pt/romantismo.htm
http://www.english.upenn.edu/~mgamer/Romantic/index.html

Século XIX:
http://www.citi.pt/cultura/default.asp
Proletariado:
http://www.hystoria.hpg.ig.com.br/rindus03.html
http://www.dhnet.org.br/direitos/anthist/manifesto/index.html
Sindicatos:
CGTP - http://www.cgtp.pt/index2.htm
UGT - http://www.ugt.pt/
http://orbita.starmedia.com/achouhp/historia/revolucao_industrial.htm
Realismo:
http://www.universal.pt/scripts/hlp/hlp.exe/artigo?cod=6_191
Romantismo:
http://faroldasletras.no.sapo.pt/romantismo.htm
http://www.english.upenn.edu/~mgamer/Romantic/index.html

Século XIX:
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Proletariado:
http://www.hystoria.hpg.ig.com.br/rindus03.html
http://www.dhnet.org.br/direitos/anthist/manifesto/index.html
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UGT - http://www.ugt.pt/
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Tema H
Material de apoio para os 9ºs C e D
Tema H1 O Mundo industrializado e H2 Os países de difícil industrialização: O Caso Português
http://8e2007.files.wordpress.com/2008/06/historia.pdf
Os novos modelos culturais:
http://pt.textoeditores.com/projectos_te/index.jsp?p=411&x=12 (no fundo da página)
http://8e2007.files.wordpress.com/2008/06/historia.pdf
Os novos modelos culturais:
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Bom ano lectivo a todos

O começo do ano lectivo é sempre uma experiência interessante.
Primeiro, porque revemos os nossos amigos e fazemos novos.
Segundo, porque a nossa escola, mesmo com pintura nova, estava desbotada e sem vida antes da chegada dos alunos.
Terceiro, porque as aulas surgem como o desafio inovador de mais um ano.
A sala de aula, tal como as montanhas, em cada ano, em cada estação, muda. E, no começo da escalada, sentimo-nos palpitantes de emoção, às vezes inseguros e com medo, outras, confiantes e cheios de boa disposição e disponibilidade para aprender.
Independentemente dos nossos sentimentos, façamos já o compromisso de darmos o nosso melhor. Se assim o fizermos, tudo correrá bem, pois, como equipa, estaremos atentos aqueles que, menos preparados, sobem a montanha com mais esforço. De mãos dadas venceremos.
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quarta-feira, julho 02, 2008
Aviso
Agradeço a todos os alunos que, de forma tão espectacular, contribuiram para o êxito da exposição: "Viagem ao tempo dos castelos" que se desloquem à escola para recolherem os seus castelos e figuras medievais. Se possível, gostaria que o fizessem até ao final desta semana.
Recordo o que já tinha dito nas aulas: não temos espaço na escola para os guardar.
Logo que me seja possível, colocarei no blogue fotos dos mesmos (pelo menos de alguns) para...mais tarde recordar. Isto é.... se as fotos sairem como deve ser.... risos...
Obrigada a todos.
Um grande abraço.
Boas Férias.
A Professora de História
Nota: se possível avisem o 7º A.
domingo, junho 22, 2008
sexta-feira, maio 23, 2008
E se fosses tu... a queres vestir-te "à Idade Média"?
Dicas:
http://www.sallypointer.com/simplemedievaldress.html
http://www.sallypointer.com/reddress.html
http://www.virtue.to/articles/hoodlum.html
http://www.virtue.to/articles/easy_cauls.html
http://www.virtue.to/articles/in_depth_garb.html
http://www.virtue.to/articles/tunic_worksheet.html
http://www.virtue.to/articles/laurel/laurel_constr.html
http://www.virtue.to/articles/modern_fabric.html
http://www.butterick.com/item/B4827.htm?tab=costumes&page=2
http://www.sallypointer.com/simplemedievaldress.html
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E se fosses tu... a queres vestir-te "à Idade Média"?
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http://www.sallypointer.com/simplemedievaldress.html
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http://www.virtue.to/articles/hoodlum.html
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E se... de repente ... decidisses vestir as tuas bonecas e bonecos à moda da Idade Média?
Certamente ia ser divertido.
Se quiseres alinhar nesta ideia, vai até:
http://vikki.ethernauts.net/clothes.html
e poderás ver bonecos conhecidos como a Barbie e o Ken vestigos a rigor.
Bom trabalho!
Se quiseres alinhar nesta ideia, vai até:
http://vikki.ethernauts.net/clothes.html
e poderás ver bonecos conhecidos como a Barbie e o Ken vestigos a rigor.
Bom trabalho!
quinta-feira, maio 15, 2008
Marcello Caetano e a Guerra Colonial
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A Guerra Colonial
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quarta-feira, abril 30, 2008
Para o 7º ano: Castelos Medievais
"A época medieval foi marcada pelas edificações militares, durante a fase da reconquista de Portugal aos Mouros. Nesta altura surgem uma série de castelos de origem Templária com características construtivas muito próprias e bastante evoluídas. A topografia e o tipo do solo eram os elementos fundamentais para a definição da localização do edificado, dos seus alicerces e das suas muralhas.Um castelo medieval é tipicamente constituído por:
- Muralhas, paredes de 4 a 5m de espessura com dois paramentos de pedra emparelhadas, com pedras mais pequenas e argamassa a encher os vazios. Não eram habitualmente muito altas, pois obrigaria a serem demasiado espessas, mas eram construídas ao longo do perfil mais inclinado do terreno, dificultando a acção dos invasores.
- Porta de Entrada, era o ponto fraco da defesa de um castelo. Assim sendo era comum que fosse ladeada por duas torres.-
- Adarve, caminho no topo das muralhas que percorre todo o perímetro do castelo, permitindo a movimentação rápida dos guerreiros.
- Torres, elementos de maior altura interrompendo o adarve, possibilitando maior vantagem defensiva.-
- Ameias e merlões, o parapeito da muralha apresentava saliências que serviam de protecção para ataques com bestas e arcos. Os elementos elevados são os merlões e os vazios as ameias.
- Torre de Menagem, era o último reduto de defesa de um castelo quando todas as restantes defesas tivessem sucumbido. Era um edifício com diversos andares, escadas estreitas, paredes muito espessas e porta de difícil acesso."
Extraído de:
Andas à procura de ideias para construir um castelo?
http://www.yourchildlearns.com/castle.htm
http://www.mrmcgroovys.com/t-plans-cardboard-castle.aspx
http://www.jaconline.com.au/atlasofdiscovery/downloads/worksheets/ws37-castle.pdf
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domingo, abril 20, 2008
A lição de Salazar
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SER PROFESSOR DE LICEU NO “ESTADO NOVO” PORTUGUÊS. O DISCURSO DOS PROFESSORES NA IMPRENSA PEDAGÓGICA
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O lado feminino do 25 de Abril
"Antes da Revolução a mulher tinha um papel secundário na sociedade. Só com o 25 de Abril é que conquistaria alguns dos direitos essenciais.
Na história do nosso país, as mulheres ocuparam quase sempre um papel secundário, sendo apresentadas, na maioria das vezes, como figurantes nos grandes episódios da construção da nação.
Já em 1872, um dos mais influentes intelectuais da chamada “Geração de 70”, Ramalho Ortigão, escrevia assim sobre aquela que era a representação popular da mulher na altura: “Ela é na casa um ente subalterno e passivo, que se manda, que se força, que se espanca se desobedece (…). Ninguém a instrue, ninguém a distrae, ninguém procura tornar-lhe a existência doce e risonha, dar-lhe o nobre orgulho de ser amada, querida, necessária no mundo para mais alguma coisa do que lavar a casa, coser a roupa e cosinhar a comida”.
Esta concepção do século feminino vai vigorar durante muitos anos no nosso país, e tornar-se-á particularmente evidente durante o Estado Novo, um regime político de cariz conservador e tradicionalista, instaurado em Portugal em 1933. Durante quase meio século, ao sexo feminino eram associados os papéis de dona-de-casa, mãe e companheira, e pouco mais.
(...) Mas se hoje a mulher já tem um papel mais activo na sociedade, parece que ainda nem tudo foi conseguido…
Anabela Couto"
Artigo extraído de:http://jpn.icicom.up.pt/2005/04/26/o_lado_feminino_do_25_de_abril.html
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O retrato da mulher durante o Estado Novo
"Mãe, esposa e dona-de-casa. Eis o retrato da mulher nos anos que antecederam a revolução de Abril.
Em Portugal, o Estado Novo esforçou-se por conservar a mulher no seu posto tradicional, como mãe, dona-de-casa e em quase tudo submissa ao marido. A Constituição de 1933 estabeleceu o princípio da Igualdade entre cidadãos perante a Lei, mas com algumas excepções. No documento constavam referências às "diferenças resultantes da sua [mulher] natureza e do bem da família". A mulher via-se, assim, relegada para um plano secundário na família e na sociedade em geral.
Luísa Neto é docente na Faculdade de Direito da Universidade do Porto. Esta doutorada em Direitos Fundamentais explica qual a situação da mulher perante a Lei, durante a ditadura: "A constituição de 1933, que era a constituição que vigorava antes da Revolução de 25 de Abril de 1974, não estabelecia efectivamente o princípio da igualdade, pelo menos material. Formalmente estabelecia o princípio da igualdade, mas na prática ele não tinha grande vigência".
"A mulher praticamente não tinha direitos. Se se tratasse de uma mulher casada, os direitos eram exercidos pelo chefe de família. Aliás, a expressão do pai de família, que normalmente era benfiquista, deriva daí e do entendimento que era voz comum nessa altura", realça.
A lei portuguesa designava o marido como chefe de família, donde resultava uma série de incapacidades para a mulher casada, contrariamente à mulher solteira, que era considerada cidadã de plenos direitos: "a mulher não tinha direito de voto, a mulher não tinha possibilidade de exercer nenhum cargo político, e, mesmo em termos da família, a mulher não tinha os mesmos direitos na educação dos filhos", diz a magistrada.
Nesta altura, a Lei atribuía à mulher casada uma função específica: o governo doméstico, o que se traduzia pela imposição dos trabalhos domésticos como obrigação. E os poderes especiais do pai e da mãe em relação ao filho resultavam na sobrevalorização do pai e subalternidade da mãe, que, como recomendava a lei, apenas devia ser «ouvida».
Outro dos problemas que a mulher enfrentava na altura acontecia nas situações de reconstituição da família. O divórcio era proibido, devido ao acordo estabelecido com a Igreja Católica na Concordata de 1944, pelo que todas as crianças nascidas de uma nova relação, posterior ao primeiro casamento, eram consideradas ilegítimas. E havia duas alternativas no acto do registo: a mulher ou dava à criança o nome do marido anterior ou assumia o estatuto de "mãe incógnita". O que não podia era dar o seu nome e o do marido actual.
Trabalho só para homens
Também em relação ao trabalho, a mulher deparava frequentemente com grandes limitações. E o acesso a determinadas profissões era-lhe completamente vedado, como nos diz Luísa Neto: "no que diz respeito à questão profissional, a mulher não tinha direito de acesso a determinados lugares que se considerava que deviam ser ocupados por homens". A magistratura, a diplomacia e a política são apenas alguns dos exemplos de sectores profissionais a que a mulher não podia aceder.Maria José Magalhães é hoje assistente na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto, onde concluiu o seu mestrado em Ciências da Educação. Realiza investigação sobre a questão do género e participa em alguns grupos e publicações feministas. Sobre o tema, escreveu o livro "Movimento Feminista e Educação - Portugal, décadas de 70 e 80". E descreve assim a situação da mulher naquela altura: "Antes do 25 de Abril, muitas mulheres não podiam casar com quem queriam, as mulheres casadas não podiam mexer na sua propriedade, as enfermeiras não podiam casar, as professoras não podiam casar com qualquer pessoa: tinham que pedir autorização para casar, e saía em Diário da República a autorização para ela casar com o senhor fulano de tal".
Além disso, naquela altura estava escrito em decreto-lei que uma professora só podia casar com um homem que tivesse um vencimento superior ao dela. "Uma mulher casada não podia ir para o estrangeiro sem autorização do marido, não podia trabalhar sem autorização do marido. O marido podia chegar a uma empresa ou estabelecimento público e dizer: eu não autorizo a minha esposa a trabalhar. E ela tinha que vir embora, tinha que ser despedida", contou ao JPN Maria José Magalhães.
Anabela Couto"
Extraído de: http://jpn.icicom.up.pt/2005/04/26/o_retrato_da_mulher_durante_o_estado_novo.html
Em Portugal, o Estado Novo esforçou-se por conservar a mulher no seu posto tradicional, como mãe, dona-de-casa e em quase tudo submissa ao marido. A Constituição de 1933 estabeleceu o princípio da Igualdade entre cidadãos perante a Lei, mas com algumas excepções. No documento constavam referências às "diferenças resultantes da sua [mulher] natureza e do bem da família". A mulher via-se, assim, relegada para um plano secundário na família e na sociedade em geral.
Luísa Neto é docente na Faculdade de Direito da Universidade do Porto. Esta doutorada em Direitos Fundamentais explica qual a situação da mulher perante a Lei, durante a ditadura: "A constituição de 1933, que era a constituição que vigorava antes da Revolução de 25 de Abril de 1974, não estabelecia efectivamente o princípio da igualdade, pelo menos material. Formalmente estabelecia o princípio da igualdade, mas na prática ele não tinha grande vigência".
"A mulher praticamente não tinha direitos. Se se tratasse de uma mulher casada, os direitos eram exercidos pelo chefe de família. Aliás, a expressão do pai de família, que normalmente era benfiquista, deriva daí e do entendimento que era voz comum nessa altura", realça.
A lei portuguesa designava o marido como chefe de família, donde resultava uma série de incapacidades para a mulher casada, contrariamente à mulher solteira, que era considerada cidadã de plenos direitos: "a mulher não tinha direito de voto, a mulher não tinha possibilidade de exercer nenhum cargo político, e, mesmo em termos da família, a mulher não tinha os mesmos direitos na educação dos filhos", diz a magistrada.
Nesta altura, a Lei atribuía à mulher casada uma função específica: o governo doméstico, o que se traduzia pela imposição dos trabalhos domésticos como obrigação. E os poderes especiais do pai e da mãe em relação ao filho resultavam na sobrevalorização do pai e subalternidade da mãe, que, como recomendava a lei, apenas devia ser «ouvida».
Outro dos problemas que a mulher enfrentava na altura acontecia nas situações de reconstituição da família. O divórcio era proibido, devido ao acordo estabelecido com a Igreja Católica na Concordata de 1944, pelo que todas as crianças nascidas de uma nova relação, posterior ao primeiro casamento, eram consideradas ilegítimas. E havia duas alternativas no acto do registo: a mulher ou dava à criança o nome do marido anterior ou assumia o estatuto de "mãe incógnita". O que não podia era dar o seu nome e o do marido actual.
Trabalho só para homens
Também em relação ao trabalho, a mulher deparava frequentemente com grandes limitações. E o acesso a determinadas profissões era-lhe completamente vedado, como nos diz Luísa Neto: "no que diz respeito à questão profissional, a mulher não tinha direito de acesso a determinados lugares que se considerava que deviam ser ocupados por homens". A magistratura, a diplomacia e a política são apenas alguns dos exemplos de sectores profissionais a que a mulher não podia aceder.Maria José Magalhães é hoje assistente na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto, onde concluiu o seu mestrado em Ciências da Educação. Realiza investigação sobre a questão do género e participa em alguns grupos e publicações feministas. Sobre o tema, escreveu o livro "Movimento Feminista e Educação - Portugal, décadas de 70 e 80". E descreve assim a situação da mulher naquela altura: "Antes do 25 de Abril, muitas mulheres não podiam casar com quem queriam, as mulheres casadas não podiam mexer na sua propriedade, as enfermeiras não podiam casar, as professoras não podiam casar com qualquer pessoa: tinham que pedir autorização para casar, e saía em Diário da República a autorização para ela casar com o senhor fulano de tal".
Além disso, naquela altura estava escrito em decreto-lei que uma professora só podia casar com um homem que tivesse um vencimento superior ao dela. "Uma mulher casada não podia ir para o estrangeiro sem autorização do marido, não podia trabalhar sem autorização do marido. O marido podia chegar a uma empresa ou estabelecimento público e dizer: eu não autorizo a minha esposa a trabalhar. E ela tinha que vir embora, tinha que ser despedida", contou ao JPN Maria José Magalhães.
Anabela Couto"
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segunda-feira, abril 14, 2008
Entrevita realizada no âmbito do estudo dos regimes ditatoriais

Entrevista 1
Nome*: .................................................Data de nascimento: ........................*Escola(s) em que estudou: ..................................*
Entrevistadora: Durante o regime do Estado novo, quanto tempo estudou?
Entrevistado:Até ao terceiro Industrial.
1ª, 2ª, 3ª, 4ª classe, admissão depois 1º, 2º e 3º anos.
Entrevistadora:Concluiu os seus estudos antes ou depois da queda deste regime?
Entrevistado: Concluí os estudos antes da queda do regime.
Entrevistadora:Quais eram os materiais didácticos utilizados na época?
Entrevistado: Caderno de Linhas, caderno de linhas quadriculado, sebenta e na primária havia a lousa em ardósia.
Entrevistadora:Quais eram os meios de disciplina empregados para castigar os alunos?
Entrevistado: Os meios utilizados eram físicos tais como: reguadas nas palmas das mãos, em pé a um canto da sala de costas para os colegas.
Entrevistadora:A “mocidade portuguesa” fazia parte da educação naquele tempo. “Pretendia abranger toda a juventude… e atribuía-se como fins estimular o desenvolvimento integral da sua capacidade física, a formação do carácter e a devoção à Pátria, no sentimento da ordem, no gosto da disciplina, no culto dos deveres morais, cívicos e militares.” Quais os meios utilizados para esta formação ideológica na escola? (Exº: cantar o hino…)
Entrevistado: Disciplina militar, não era obrigatório cantar o hino.
Entrevistadora:Requeria-se algum tipo de uniforme em particular? Se sim, qual?
Entrevistado: Uma camisa, calção, blusão, meias, cinto com a fivela em “S” e calças.
Entrevistadora:Havia diferenciação de sexos? Desenvolva.
Entrevistado:Havia diferenciação de sexos só nos intervalos. Havia um recreio para rapazes e outro para raparigas. Quem fosse encontrado no recreio sem ser o “seu” era castigado.
Entrevistadora:Existia alguma cerimónia de carácter obrigatório antes, durante ou depois das aulas?
Entrevistado: Não existia nenhuma cerimónia, nem antes nem depois das aulas.
Entrevistadora:Caracterize os professores daquela época.
Entrevistado: Os professores naquela época eram mais rígidos e obrigavam os alunos a fazer os deveres de casa.
Entrevistadora:Em comparação com os dias de hoje, seria mais difícil estudar no regime do Estado Novo?
Entrevistado: Não era mais difícil, era mais exigente.
Entrevistadora: Em que sentido acha que as medidas daquela altura influenciaram os jovens daquela geração?
Entrevistado: No sentido de haver mais respeito pelo ser humano mais velho. Aprendia-se por exemplo a ceder o lugar num transporte público a uma pessoa que necessitasse mais do que nós.
Entrevistadora:Concluiu os seus estudos antes ou depois da queda deste regime?
Entrevistado: Concluí os estudos antes da queda do regime.
Entrevistadora:Quais eram os materiais didácticos utilizados na época?
Entrevistado: Caderno de Linhas, caderno de linhas quadriculado, sebenta e na primária havia a lousa em ardósia.
Entrevistadora:Quais eram os meios de disciplina empregados para castigar os alunos?
Entrevistado:Os meios utilizados eram físicos tais como: reguadas nas palmas das mãos, em pé a um canto da sala de costas para os colegas.
Entrevistadora: A “mocidade portuguesa” fazia parte da educação naquele tempo. “Pretendia abranger toda a juventude… e atribuía-se como fins estimular o desenvolvimento integral da sua capacidade física, a formação do carácter e a devoção à Pátria, no sentimento da ordem, no gosto da disciplina, no culto dos deveres morais, cívicos e militares.” Quais os meios utilizados para esta formação ideológica na escola? (Exº: cantar o hino…)
Entrevistado:Disciplina militar, não era obrigatório cantar o hino.
Entrevistadora: Requeria-se algum tipo de uniforme em particular? Se sim, qual?
Entrevistado:Uma camisa, calção, blusão, meias, cinto com a fivela em “S” e calças.
Entrevistadora:Havia diferenciação de sexos? Desenvolva, por favor.
Entrevistado:Havia diferenciação de sexos só nos intervalos. Havia um recreio para rapazes e outro para raparigas. Quem fosse encontrado no recreio sem ser o “seu” era castigado.
Entrevistadora:Existia alguma cerimónia de carácter obrigatório antes, durante ou depois das aulas?
Entrevistado: Não existia nenhuma cerimónia, nem antes nem depois das aulas.
Entrevistadora: Caracterize os professores daquela época.
Entrevistado: Os professores naquela época eram mais rígidos e obrigavam os alunos a fazer os deveres de casa.
Entrevistadora: Em comparação com os dias de hoje, seria mais difícil estudar no regime do Estado Novo?
Entrevistado: Não era mais difícil, era mais exigente.
Entrevistadora:Em que sentido acha que as medidas daquela altura influenciaram os jovens daquela geração?
Entrevistado: No sentido de haver mais respeito pelo ser humano mais velho. Aprendia-se por exemplo a ceder o lugar num transporte público a uma pessoa que necessitasse mais do que nós.
* Os nomes dos intervenientes foram omitidos para salvaguardar a sua privacidade.
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domingo, fevereiro 24, 2008
Mare nostrum (nosso mar)
Esta expressão era usada pelos romanos quando falavam no Mar Mediterrâneo, porque dominavam todos os locais ao seu redor, fazendo com que este parecesse um lago romano.
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segunda-feira, fevereiro 18, 2008
A Construção da URSS
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quinta-feira, janeiro 17, 2008
As escolas na Grécia antiga
Na Grécia Antiga, as escolas eram pequenas. Tinham somente um professor e cerca de de 10 ou 20 rapazes. As escolas não eram gratuitas e, por isso, somente os ricos podiam pagar a escola para os seus filhos. As crianças não precisavam de muito material escolar, porque tinham que aprender tudo de cor! Quando precisavam anotar alguma coisa, escreviam em pequenos quadros de madeira cobertos com camadas de cera. Usavam uma caneta de madeira, chamada estilete, com uma ponta afiada para escrever e uma ponta lisa para apagar.
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quinta-feira, janeiro 17, 2008
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Queres ver como se escreve o teu nome em grego?
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A infância na Grécia Antiga

Os rapazes gregos iam à escola a partir dos sete anos. Aprendiam a ler e a escrever, assim como matemática, canto e a arte de fazer discursos. Os jogos também eram importantes na educação, dado que os preparavam para ser fortes soldados quando crescessem.
A
s raparigas não iam à escola. Ficavam em casa onde aprendiam a bordar, fiar e a gerir uma casa. Somente algumas raparigas ricas aprendiam a ler e escrever.Os brinquedos dos rapazes eram dedicados ao deus Apolo e os das raparigas a Artemis (ou Artemisia)
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terça-feira, janeiro 15, 2008
O cidadão ateniense versus o escravo

"Na linguagem actual, o cidadão é o indivíduo nascido de pai e mãe cidadã, não bastando uma destas condições. A natureza fez dos corpos dos homens livres diferentes dos dos escravos, dando a estes o vigor necessário para as obras difíceis da sociedade e fazendo, contrariamente , os primeiros incapazes de dobrar o seu recto corpo para se dedicarem aos trabalhos pesados, destinando-os somente às funções da vida civil, repartida entre as ocupações da guerra e da paz."
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terça-feira, janeiro 15, 2008
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Queres uns textos sobre a Grécia?
Segue o link:
http://delta07.blog.simplesnet.pt/
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A mundialização da crise

" A depressão alastrou dos Estados Unidos para os países industrializados espalhados pelo mundo. Na Grã-Bretanha, foi acrescentar-se à situação de depressão já existente, que se seguira à sobrevalorização da libra esterlina. Na Alemanha, aumentou a pressão sobre a estrutura política cada vez mais frágil da República de Weimar. Durante os primeiros anos da depressão, foi ainda exigido à Alemanha o pagamento de indemnizações, enquanto o país sofria os efeitos das políticas internas(...) "(1)
" Os países novos (Austrália, Canadá, Brasil, Argentina, e outros), cujas economias dependiam muito da exportação das matérias-primas e produtos agrícolas para o EUA e para a Europa, viram a sua situação agravar-se, quando estes reduziram drasticamente as suas importações devido às dificuldades económicas e financeiras. Daí a acumulação de stocks ou a sua destruição para tentar evitar a contínua descida dos preços.
Estes países fornecedores de matérias-primas deixaram de ter, por seu lado, capacidade finaceira para adquirir produtos industriais da Europa e dos EUA. O comércio mundial entrou, deste modo, numa fase de grande depressão." (2)
(1) Kenneth Galbraith, Viagem Através da Economia do Nosso Tempo, Lx, Dom Quixote, 1995.
(2)VÁRIOS, Oficina da História 9, Lx, Texto Editores, 2004.
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O crash em Wall Street
“A quinta –feira de 24 de Outubro de 1929 é o primeiro dia em que a história identifica com o pânico de 1929. (…) Nesse dia, 12 894 650 acções mudaram de dono, muitas delas a preços que destruíram os sonhos e as esperanças dos que as possuíam. (…). Cerca das onze horas, o mercado tinha degenerado numa confusão doida e desenfreada para vender (…) mas só após numerosas quedas verticais é que algumas acções foram vendidas. (…) Às onze e meia era verdadeiramente o pânico. (…) Ajuntamentos formaram-se em volta das sucursais das firmas dos correctores na cidade e por todo o país (…). As Bolsas de Chicago e Búfalo fecharam. Os suicídios sucediam-se e onze especuladores bem conhecidos tinham já morrido.(1)
O dia 29 de Outubro, a terça-feira negra, foi o mais apocalíptico do “Grande Crash”. Na bolsa reinava um silêncio sepulcral. (…) 16 Milhões de acções estavam sem comprador. (…) Nos 22 dias seguintes, o índice dos valores industriais baixou de 327 para 197. Foi o “crash” mais longo da história.”(2)
(1) J.K. Galbraith, A Crise Económica de 1929
(2) Artigo do jornal Time, publicado a 29 de Outubro de 1979 (adaptado)
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Antecedentes da crise de 1929
"Jornalista: – Que lhe parece a situação económica e financeira dos Estados Unidos? Há quem julgue que a situação actual, de aparência muito brilhante, o desenvolvimento constante da produção, patente em quase todas as estatísticas, a subida contínua dos valores (da Bolsa) na Wall Street não podem aguentar-se por muito tempo e que uma crise brutal estalará proximamente.
P. Reynaud: Não poderá tratar-se de uma crise violenta. (...) De qualquer modo, julgo no entanto que se prefigura uma crise nos Estados Unidos. Algumas fontes de riqueza estão paradas. Os agricultores lamentam-se, a indústria têxtil atravessa dificuldades. (...) "Por outro lado, a alta contínua dos títulos da Bolsa desenvolve o gosto pela especulação."
P. Reynaud: Não poderá tratar-se de uma crise violenta. (...) De qualquer modo, julgo no entanto que se prefigura uma crise nos Estados Unidos. Algumas fontes de riqueza estão paradas. Os agricultores lamentam-se, a indústria têxtil atravessa dificuldades. (...) "Por outro lado, a alta contínua dos títulos da Bolsa desenvolve o gosto pela especulação."
Entrevista de P. Reynaud, publicada no Jornal Temps,
15 de Outubro de 1929
15 de Outubro de 1929
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quarta-feira, janeiro 02, 2008
2 anos de vida
Agradeço a todos os que visitaram o blogue, especialmente, aqueles que deixaram um comentário ou uma palavra de incentivo.
A todos um grande abraço e votos das maiores felicidades.
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domingo, dezembro 02, 2007
Inteligência Emocional dos Alunos
Em http://angelaescada.blogspot.com/
veja e ouça a entrevista à Exmª Srª Doutora Ângela Escada sobre o tema.
Muito interessante
veja e ouça a entrevista à Exmª Srª Doutora Ângela Escada sobre o tema.
Muito interessante
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sexta-feira, novembro 23, 2007
Aos Professores
O MISTERIOSO ROUBO DO CÁLICE EGÍPCIO
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sábado, novembro 17, 2007
Navegar no Antigo Egipto (em português)
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terça-feira, novembro 13, 2007
Uma mulher como Faraó?
Sabias que, por razões religiosas, o faraó egípcio era sempre do sexo masculino?Sabias que houve uma mulher faraó, chamada Hatchepsut e que esta era sempre representada como homem, com as vestes e a barba postiça usada pelos reis?
Para saberes mais:
segunda-feira, novembro 12, 2007
Quem foi Imhotep?
Lembras-te de mim no filme a "Múmia"? Certamente já perguntaste à Professora de História se eu existi na realidade. De facto, vivi entre 2667 a.C. e 2648 a. C. . Eu era arquitecto chefe do Faraó egípcio Djoser que reinou entre 2630 a.C. e 2611 a.C. . Eu fui responsável pelo primeiro edifício de pedra monumental e mundialmente conhecido. Sou também o primeiro arquitecto do mundo a ser conhecido pelo nome...
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Viagem fascinante ao Egipto
Se sabes um pouco de inglês, visita o sítio do Museu Britânico para melhor conheceres o Egipto:
http://www.ancientegypt.co.uk/menu.html
(Nota: se não conheces lá muito bem a língua inglesa... visita o sítio na mesma. Afinal... uma imagem vale mais do que mil palavras.)
http://www.ancientegypt.co.uk/menu.html
(Nota: se não conheces lá muito bem a língua inglesa... visita o sítio na mesma. Afinal... uma imagem vale mais do que mil palavras.)
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Os algarismos da civilização egípcia
Para aprenderes mais sobre os algarismos da civilização egípcia acede a:
http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/opombo/seminario/algarismos/egipto.htm
http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/opombo/seminario/algarismos/egipto.htm
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Vídeos sobre a 1ª República
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Textos de apoio para o 9º ano
Para estudares o tema: I.2 Portugal: da 1ª República à Ditadura Militar
http://historianove.no.sapo.pt/trabalhostemaI2.htm

Atenção ao glossário:http://historianove.no.sapo.pt/glossariodefinicoes.htm#R
http://historianove.no.sapo.pt/trabalhostemaI2.htm

Atenção ao glossário:http://historianove.no.sapo.pt/glossariodefinicoes.htm#R
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domingo, novembro 11, 2007
Lei da frontalidade

"A Lei da Frontalidade, ou frontalismo, é uma das convenções mais intrigantes da arte do antigo Egipto. Essa convenção reflecte a maneira peculiar pela qual os egípcios antigos faziam suas representações, mais especificamente da figura humana. O rosto, as pernas e os pés são representados de perfil enquanto que, simultaneamente, o tronco é visto de frente."
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Queres escrever o teu nome com Hieróglifos?
http://www.virtual-egypt.com/newhtml/glyph/glyph.html
É muito giro... Tenta!
É muito giro... Tenta!
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