quarta-feira, julho 02, 2008
Aviso
domingo, junho 22, 2008
sexta-feira, maio 23, 2008
E se fosses tu... a queres vestir-te "à Idade Média"?
http://www.sallypointer.com/simplemedievaldress.html
http://www.sallypointer.com/reddress.html
http://www.virtue.to/articles/hoodlum.html
http://www.virtue.to/articles/easy_cauls.html
http://www.virtue.to/articles/in_depth_garb.html
http://www.virtue.to/articles/tunic_worksheet.html
http://www.virtue.to/articles/laurel/laurel_constr.html
http://www.virtue.to/articles/modern_fabric.html
http://www.butterick.com/item/B4827.htm?tab=costumes&page=2
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E se fosses tu... a queres vestir-te "à Idade Média"?
http://www.sallypointer.com/simplemedievaldress.html
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http://www.butterick.com/item/B4827.htm?tab=costumes&page=2
E se... de repente ... decidisses vestir as tuas bonecas e bonecos à moda da Idade Média?
Se quiseres alinhar nesta ideia, vai até:
http://vikki.ethernauts.net/clothes.html
e poderás ver bonecos conhecidos como a Barbie e o Ken vestigos a rigor.
Bom trabalho!
quinta-feira, maio 15, 2008
Marcello Caetano e a Guerra Colonial
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A Guerra Colonial
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quarta-feira, abril 30, 2008
Para o 7º ano: Castelos Medievais
"A época medieval foi marcada pelas edificações militares, durante a fase da reconquista de Portugal aos Mouros. Nesta altura surgem uma série de castelos de origem Templária com características construtivas muito próprias e bastante evoluídas. A topografia e o tipo do solo eram os elementos fundamentais para a definição da localização do edificado, dos seus alicerces e das suas muralhas.- Muralhas, paredes de 4 a 5m de espessura com dois paramentos de pedra emparelhadas, com pedras mais pequenas e argamassa a encher os vazios. Não eram habitualmente muito altas, pois obrigaria a serem demasiado espessas, mas eram construídas ao longo do perfil mais inclinado do terreno, dificultando a acção dos invasores.
- Porta de Entrada, era o ponto fraco da defesa de um castelo. Assim sendo era comum que fosse ladeada por duas torres.-
- Adarve, caminho no topo das muralhas que percorre todo o perímetro do castelo, permitindo a movimentação rápida dos guerreiros.
- Torres, elementos de maior altura interrompendo o adarve, possibilitando maior vantagem defensiva.-
- Ameias e merlões, o parapeito da muralha apresentava saliências que serviam de protecção para ataques com bestas e arcos. Os elementos elevados são os merlões e os vazios as ameias.
- Torre de Menagem, era o último reduto de defesa de um castelo quando todas as restantes defesas tivessem sucumbido. Era um edifício com diversos andares, escadas estreitas, paredes muito espessas e porta de difícil acesso."
Andas à procura de ideias para construir um castelo?
http://www.yourchildlearns.com/castle.htm
http://www.mrmcgroovys.com/t-plans-cardboard-castle.aspx
http://www.jaconline.com.au/atlasofdiscovery/downloads/worksheets/ws37-castle.pdf
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domingo, abril 20, 2008
A lição de Salazar
SER PROFESSOR DE LICEU NO “ESTADO NOVO” PORTUGUÊS. O DISCURSO DOS PROFESSORES NA IMPRENSA PEDAGÓGICA
O lado feminino do 25 de Abril
"Antes da Revolução a mulher tinha um papel secundário na sociedade. Só com o 25 de Abril é que conquistaria alguns dos direitos essenciais.
Na história do nosso país, as mulheres ocuparam quase sempre um papel secundário, sendo apresentadas, na maioria das vezes, como figurantes nos grandes episódios da construção da nação.
Já em 1872, um dos mais influentes intelectuais da chamada “Geração de 70”, Ramalho Ortigão, escrevia assim sobre aquela que era a representação popular da mulher na altura: “Ela é na casa um ente subalterno e passivo, que se manda, que se força, que se espanca se desobedece (…). Ninguém a instrue, ninguém a distrae, ninguém procura tornar-lhe a existência doce e risonha, dar-lhe o nobre orgulho de ser amada, querida, necessária no mundo para mais alguma coisa do que lavar a casa, coser a roupa e cosinhar a comida”.
Esta concepção do século feminino vai vigorar durante muitos anos no nosso país, e tornar-se-á particularmente evidente durante o Estado Novo, um regime político de cariz conservador e tradicionalista, instaurado em Portugal em 1933. Durante quase meio século, ao sexo feminino eram associados os papéis de dona-de-casa, mãe e companheira, e pouco mais.
(...) Mas se hoje a mulher já tem um papel mais activo na sociedade, parece que ainda nem tudo foi conseguido…
Anabela Couto"
O retrato da mulher durante o Estado Novo
Em Portugal, o Estado Novo esforçou-se por conservar a mulher no seu posto tradicional, como mãe, dona-de-casa e em quase tudo submissa ao marido. A Constituição de 1933 estabeleceu o princípio da Igualdade entre cidadãos perante a Lei, mas com algumas excepções. No documento constavam referências às "diferenças resultantes da sua [mulher] natureza e do bem da família". A mulher via-se, assim, relegada para um plano secundário na família e na sociedade em geral.
Luísa Neto é docente na Faculdade de Direito da Universidade do Porto. Esta doutorada em Direitos Fundamentais explica qual a situação da mulher perante a Lei, durante a ditadura: "A constituição de 1933, que era a constituição que vigorava antes da Revolução de 25 de Abril de 1974, não estabelecia efectivamente o princípio da igualdade, pelo menos material. Formalmente estabelecia o princípio da igualdade, mas na prática ele não tinha grande vigência".
"A mulher praticamente não tinha direitos. Se se tratasse de uma mulher casada, os direitos eram exercidos pelo chefe de família. Aliás, a expressão do pai de família, que normalmente era benfiquista, deriva daí e do entendimento que era voz comum nessa altura", realça.
A lei portuguesa designava o marido como chefe de família, donde resultava uma série de incapacidades para a mulher casada, contrariamente à mulher solteira, que era considerada cidadã de plenos direitos: "a mulher não tinha direito de voto, a mulher não tinha possibilidade de exercer nenhum cargo político, e, mesmo em termos da família, a mulher não tinha os mesmos direitos na educação dos filhos", diz a magistrada.
Nesta altura, a Lei atribuía à mulher casada uma função específica: o governo doméstico, o que se traduzia pela imposição dos trabalhos domésticos como obrigação. E os poderes especiais do pai e da mãe em relação ao filho resultavam na sobrevalorização do pai e subalternidade da mãe, que, como recomendava a lei, apenas devia ser «ouvida».
Outro dos problemas que a mulher enfrentava na altura acontecia nas situações de reconstituição da família. O divórcio era proibido, devido ao acordo estabelecido com a Igreja Católica na Concordata de 1944, pelo que todas as crianças nascidas de uma nova relação, posterior ao primeiro casamento, eram consideradas ilegítimas. E havia duas alternativas no acto do registo: a mulher ou dava à criança o nome do marido anterior ou assumia o estatuto de "mãe incógnita". O que não podia era dar o seu nome e o do marido actual.
Trabalho só para homens
Também em relação ao trabalho, a mulher deparava frequentemente com grandes limitações. E o acesso a determinadas profissões era-lhe completamente vedado, como nos diz Luísa Neto: "no que diz respeito à questão profissional, a mulher não tinha direito de acesso a determinados lugares que se considerava que deviam ser ocupados por homens". A magistratura, a diplomacia e a política são apenas alguns dos exemplos de sectores profissionais a que a mulher não podia aceder.Maria José Magalhães é hoje assistente na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto, onde concluiu o seu mestrado em Ciências da Educação. Realiza investigação sobre a questão do género e participa em alguns grupos e publicações feministas. Sobre o tema, escreveu o livro "Movimento Feminista e Educação - Portugal, décadas de 70 e 80". E descreve assim a situação da mulher naquela altura: "Antes do 25 de Abril, muitas mulheres não podiam casar com quem queriam, as mulheres casadas não podiam mexer na sua propriedade, as enfermeiras não podiam casar, as professoras não podiam casar com qualquer pessoa: tinham que pedir autorização para casar, e saía em Diário da República a autorização para ela casar com o senhor fulano de tal".
Além disso, naquela altura estava escrito em decreto-lei que uma professora só podia casar com um homem que tivesse um vencimento superior ao dela. "Uma mulher casada não podia ir para o estrangeiro sem autorização do marido, não podia trabalhar sem autorização do marido. O marido podia chegar a uma empresa ou estabelecimento público e dizer: eu não autorizo a minha esposa a trabalhar. E ela tinha que vir embora, tinha que ser despedida", contou ao JPN Maria José Magalhães.
Anabela Couto"
segunda-feira, abril 14, 2008
Entrevita realizada no âmbito do estudo dos regimes ditatoriais

Entrevista 1
Nome*: .................................................Data de nascimento: ........................*Escola(s) em que estudou: ..................................*
Entrevistadora: Durante o regime do Estado novo, quanto tempo estudou?
Entrevistado:Até ao terceiro Industrial.
1ª, 2ª, 3ª, 4ª classe, admissão depois 1º, 2º e 3º anos.
Entrevistadora:Concluiu os seus estudos antes ou depois da queda deste regime?
Entrevistado: Concluí os estudos antes da queda do regime.
Entrevistadora:Quais eram os materiais didácticos utilizados na época?
Entrevistado: Caderno de Linhas, caderno de linhas quadriculado, sebenta e na primária havia a lousa em ardósia.
Entrevistadora:Quais eram os meios de disciplina empregados para castigar os alunos?
Entrevistado: Os meios utilizados eram físicos tais como: reguadas nas palmas das mãos, em pé a um canto da sala de costas para os colegas.
Entrevistadora:A “mocidade portuguesa” fazia parte da educação naquele tempo. “Pretendia abranger toda a juventude… e atribuía-se como fins estimular o desenvolvimento integral da sua capacidade física, a formação do carácter e a devoção à Pátria, no sentimento da ordem, no gosto da disciplina, no culto dos deveres morais, cívicos e militares.” Quais os meios utilizados para esta formação ideológica na escola? (Exº: cantar o hino…)
Entrevistado: Disciplina militar, não era obrigatório cantar o hino.
Entrevistadora:Requeria-se algum tipo de uniforme em particular? Se sim, qual?
Entrevistado: Uma camisa, calção, blusão, meias, cinto com a fivela em “S” e calças.
Entrevistadora:Havia diferenciação de sexos? Desenvolva.
Entrevistado:Havia diferenciação de sexos só nos intervalos. Havia um recreio para rapazes e outro para raparigas. Quem fosse encontrado no recreio sem ser o “seu” era castigado.
Entrevistadora:Existia alguma cerimónia de carácter obrigatório antes, durante ou depois das aulas?
Entrevistado: Não existia nenhuma cerimónia, nem antes nem depois das aulas.
Entrevistadora:Caracterize os professores daquela época.
Entrevistado: Os professores naquela época eram mais rígidos e obrigavam os alunos a fazer os deveres de casa.
Entrevistadora:Em comparação com os dias de hoje, seria mais difícil estudar no regime do Estado Novo?
Entrevistado: Não era mais difícil, era mais exigente.
Entrevistadora: Em que sentido acha que as medidas daquela altura influenciaram os jovens daquela geração?
Entrevistado: No sentido de haver mais respeito pelo ser humano mais velho. Aprendia-se por exemplo a ceder o lugar num transporte público a uma pessoa que necessitasse mais do que nós.
Entrevistadora:Concluiu os seus estudos antes ou depois da queda deste regime?
Entrevistado: Concluí os estudos antes da queda do regime.
Entrevistadora:Quais eram os materiais didácticos utilizados na época?
Entrevistado: Caderno de Linhas, caderno de linhas quadriculado, sebenta e na primária havia a lousa em ardósia.
Entrevistadora:Quais eram os meios de disciplina empregados para castigar os alunos?
Entrevistado:Os meios utilizados eram físicos tais como: reguadas nas palmas das mãos, em pé a um canto da sala de costas para os colegas.
Entrevistadora: A “mocidade portuguesa” fazia parte da educação naquele tempo. “Pretendia abranger toda a juventude… e atribuía-se como fins estimular o desenvolvimento integral da sua capacidade física, a formação do carácter e a devoção à Pátria, no sentimento da ordem, no gosto da disciplina, no culto dos deveres morais, cívicos e militares.” Quais os meios utilizados para esta formação ideológica na escola? (Exº: cantar o hino…)
Entrevistado:Disciplina militar, não era obrigatório cantar o hino.
Entrevistadora: Requeria-se algum tipo de uniforme em particular? Se sim, qual?
Entrevistado:Uma camisa, calção, blusão, meias, cinto com a fivela em “S” e calças.
Entrevistadora:Havia diferenciação de sexos? Desenvolva, por favor.
Entrevistado:Havia diferenciação de sexos só nos intervalos. Havia um recreio para rapazes e outro para raparigas. Quem fosse encontrado no recreio sem ser o “seu” era castigado.
Entrevistadora:Existia alguma cerimónia de carácter obrigatório antes, durante ou depois das aulas?
Entrevistado: Não existia nenhuma cerimónia, nem antes nem depois das aulas.
Entrevistadora: Caracterize os professores daquela época.
Entrevistado: Os professores naquela época eram mais rígidos e obrigavam os alunos a fazer os deveres de casa.
Entrevistadora: Em comparação com os dias de hoje, seria mais difícil estudar no regime do Estado Novo?
Entrevistado: Não era mais difícil, era mais exigente.
Entrevistadora:Em que sentido acha que as medidas daquela altura influenciaram os jovens daquela geração?
Entrevistado: No sentido de haver mais respeito pelo ser humano mais velho. Aprendia-se por exemplo a ceder o lugar num transporte público a uma pessoa que necessitasse mais do que nós.
* Os nomes dos intervenientes foram omitidos para salvaguardar a sua privacidade.
domingo, fevereiro 24, 2008
Mare nostrum (nosso mar)
segunda-feira, fevereiro 18, 2008
A Construção da URSS
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quinta-feira, janeiro 17, 2008
As escolas na Grécia antiga
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Queres ver como se escreve o teu nome em grego?
A infância na Grécia Antiga

A
s raparigas não iam à escola. Ficavam em casa onde aprendiam a bordar, fiar e a gerir uma casa. Somente algumas raparigas ricas aprendiam a ler e escrever.Os brinquedos dos rapazes eram dedicados ao deus Apolo e os das raparigas a Artemis (ou Artemisia)
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terça-feira, janeiro 15, 2008
O cidadão ateniense versus o escravo

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Queres uns textos sobre a Grécia?
http://delta07.blog.simplesnet.pt/
A mundialização da crise

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O crash em Wall Street
“A quinta –feira de 24 de Outubro de 1929 é o primeiro dia em que a história identifica com o pânico de 1929. (…) Nesse dia, 12 894 650 acções mudaram de dono, muitas delas a preços que destruíram os sonhos e as esperanças dos que as possuíam. (…). Cerca das onze horas, o mercado tinha degenerado numa confusão doida e desenfreada para vender (…) mas só após numerosas quedas verticais é que algumas acções foram vendidas. (…) Às onze e meia era verdadeiramente o pânico. (…) Ajuntamentos formaram-se em volta das sucursais das firmas dos correctores na cidade e por todo o país (…). As Bolsas de Chicago e Búfalo fecharam. Os suicídios sucediam-se e onze especuladores bem conhecidos tinham já morrido.(1)
O dia 29 de Outubro, a terça-feira negra, foi o mais apocalíptico do “Grande Crash”. Na bolsa reinava um silêncio sepulcral. (…) 16 Milhões de acções estavam sem comprador. (…) Nos 22 dias seguintes, o índice dos valores industriais baixou de 327 para 197. Foi o “crash” mais longo da história.”(2)
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Antecedentes da crise de 1929
P. Reynaud: Não poderá tratar-se de uma crise violenta. (...) De qualquer modo, julgo no entanto que se prefigura uma crise nos Estados Unidos. Algumas fontes de riqueza estão paradas. Os agricultores lamentam-se, a indústria têxtil atravessa dificuldades. (...) "Por outro lado, a alta contínua dos títulos da Bolsa desenvolve o gosto pela especulação."
15 de Outubro de 1929
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quarta-feira, janeiro 02, 2008
2 anos de vida
domingo, dezembro 02, 2007
Inteligência Emocional dos Alunos
veja e ouça a entrevista à Exmª Srª Doutora Ângela Escada sobre o tema.
Muito interessante
sexta-feira, novembro 23, 2007
Aos Professores
O MISTERIOSO ROUBO DO CÁLICE EGÍPCIO
sábado, novembro 17, 2007
Navegar no Antigo Egipto (em português)
terça-feira, novembro 13, 2007
Uma mulher como Faraó?
Sabias que, por razões religiosas, o faraó egípcio era sempre do sexo masculino?segunda-feira, novembro 12, 2007
Quem foi Imhotep?
Lembras-te de mim no filme a "Múmia"? Certamente já perguntaste à Professora de História se eu existi na realidade. De facto, vivi entre 2667 a.C. e 2648 a. C. . Eu era arquitecto chefe do Faraó egípcio Djoser que reinou entre 2630 a.C. e 2611 a.C. . Eu fui responsável pelo primeiro edifício de pedra monumental e mundialmente conhecido. Sou também o primeiro arquitecto do mundo a ser conhecido pelo nome...Viagem fascinante ao Egipto
http://www.ancientegypt.co.uk/menu.html
(Nota: se não conheces lá muito bem a língua inglesa... visita o sítio na mesma. Afinal... uma imagem vale mais do que mil palavras.)
Os algarismos da civilização egípcia
http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/opombo/seminario/algarismos/egipto.htm
Vídeos sobre a 1ª República
Textos de apoio para o 9º ano
http://historianove.no.sapo.pt/trabalhostemaI2.htm

Atenção ao glossário:http://historianove.no.sapo.pt/glossariodefinicoes.htm#R
domingo, novembro 11, 2007
Lei da frontalidade

Queres escrever o teu nome com Hieróglifos?
É muito giro... Tenta!
quinta-feira, novembro 01, 2007
Estudando… O Egipto
Sítios na Internet que deves consultar:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Antigo_Egipto
http://www.mariomarcia.com/FotosViagens/Africa/Egipto/InfoEgypt/MapasPlantas/EgyptMapsEgipto1.htm
O Egipto situa-se junto ao rio Nilo, em África, entre os desertos da Síria e da Arábia. É banhado pelo mar Mediterrâneo e, na Antiguidade, estava dividido em Baixo Egipto e Alto Egipto.
O Alto Egipto começava em Assuão e terminava na antiga cidade Mênfis perto da moderna Cairo. O Baixo Egipto correspondia à região do Delta, a norte de Mênfis.
“A história do Antigo Egipto inicia-se em cerca de 3100 a.C. altura em que se verificou a unificação dos reinos do Alto e do Baixo Egipto, e termina em 30 a.C. quando o Egipto, já então sob dominação estrangeira, se transformou numa província do Império Romano, após a derrota da rainha Cleópatra VII na Batalha de Ácio.” (http://pt.wikipedia.org/wiki/Antigo_Egipto).
As suas principais actividades económicas eram:
- A agricultura;
- A pecuária;
- O Artesanato;
- O comércio.
“A sociedade do Antigo Egipto apresentava uma estrutura fortemente hierarquizada. Em termos gerais podem distinguir-se três níveis com uma importância decrescente: o nível composto pelo faraó, nobres e altos funcionários; o nível constituído por outros funcionários, por escribas, altos sacerdotes e generais; e por último, o nível composto pelos agricultores, artesãos e sacerdotes, onde se enquadrava a larga maioria da população.” (http://pt.wikipedia.org/wiki/Antigo_Egipto#Sociedade)
Define sociedade hierarquizada.
O Faraó tinha poder absoluto e era considerado um deus.
Define monarquia teocrática.
Os Egípcios eram politeístas.
Define politeísmo.
Os seus principais deuses eram: Amon – Rá, Osíris, Isís e Horus.
Regista os atributos destes deuses.
Este povo acreditava na vida após a morte, praticando ritos funerários. Uma prática egípcia, que comprova a necessidade de preservar o corpo para a vida eterna e a sua crença na vida para além da morte, é o embalsamamento.
Define embalsamamento.
As suas actividades culturais eram:
- Arquitectura: templos, palácios, túmulos;
- Escultura: estátuas colossais;
- Pintura;
- Escrita hieroglífica;
- Medicina;
- Astronomia;
- Astrologia.
Define Hipogeu.
Escrita hieroglífica
“A arte do Antigo Egipto esteve fundamentalmente ao serviço da religião e da realeza. Esta arte obedeceu a cânones precisos ao longo dos seus três mil anos de existência, sendo desvalorizada a inovação.
Uma das regras mais importantes seguidas pelos artistas era a lei da frontalidade, segundo a qual na figura humana o tronco era representado de frente, enquanto que a cabeça, pernas, pés e olhos de perfil.” (http://pt.wikipedia.org/wiki/Antigo_Egipto#Arte)
Define cânone.
Define Lei da frontalidade.
Procura uma imagem do Tribunal de Osíris. Cola-a aqui e faz a sua legenda
Qual foi o legado (herança) que os Egípcios nos deixaram?
(Faz um resumo aqui)
Bom Trabalho!
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sexta-feira, outubro 26, 2007
"Stress"?
"Tome uma bebida calmante, com por exemplo um chá quente ou gelado."Saiba mais em:
http://www.pfizer.pt/viver_melhor/stress.php
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segunda-feira, outubro 22, 2007
Para os alunos do 9º ano
http:///
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sexta-feira, outubro 19, 2007
Para a semana .... é teste de história
quinta-feira, outubro 18, 2007
Tens dúvidas acerca do "PowerPoint"
Acede a este endereço: http://www.est.ipcb.pt/tecnologias/tec_SEMINARIO/docs/Como_Fazer_uma%20apresentacao.pdf
e certamente poderás aprender a fazer um bom trabalho.
Para os alunos do 7º ano
quarta-feira, outubro 17, 2007
A Moda dos Anos 20
A I Guerra Mundial
terça-feira, outubro 16, 2007
Queres estudar para o próximo teste de História com a ajuda da Internet?
Gostas de puzzles?

Diverte-te!
segunda-feira, outubro 08, 2007
Arte do Paleolítico
quinta-feira, setembro 06, 2007
segunda-feira, julho 16, 2007
Good Listening In Class
Here are some things you should do to be a good listener in class.
Be Cognitively Ready to Listen When You Come to Class. Make sure you complete all assigned work andreadings. Review your notes from previous class sessions. Think about what you know about the topic that will be covered in class that day.

Be Emotionally Ready to Listen When You Come to Class. Your attitude is important. Make a conscious choice to find the topic useful and interesting. Be committed to learning all that you can.
Listen with a Purpose. Identify what you expect and hope to learn from the class session. Listen for these things as your teacher talks.
Listen with an Open Mind. Be receptive to what your teacher says. It is good to question what is said as long as you remain open to points of view other than your own.
Be Attentive. Focus on what your teacher is saying. Try not to daydream and let your mind wander to other things. It helps to sit in the front and center of the class, and to maintain eye contact with your teacher.
Be an Active Listener. You can think faster than your teacher can speak. Use this to your advantage by evaluating what is being said and trying to anticipate what will be said next. Take good written notes about what your teacher says. While you can think faster than your teacher can speak, you cannot write faster than your teacher can speak. Taking notes requires you to make decisions about what to write, and you have to be an active listener to do this.
Meet the Challenge. Don't give up and stop listening when you find the information being presented difficult to understand. Listen even more carefully at these times and work hard to understand what is being said. Don't be reluctant to ask questions.
Triumph Over the Environment. The classroom may too noisy, too hot, too cold, too bright, or too dark. Don't give in to these inconveniences. Stay focused on the big picture - LEARNING.









