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Temos que ter paciência....
Obrigada
segunda-feira, janeiro 08, 2007
Atenção
sexta-feira, dezembro 29, 2006
Alguém quer estas fofuras??
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animais para adopção
quarta-feira, dezembro 27, 2006
Para lembrar

POEMA DE NATAL
Para isso fomos feitos:
Para lembrar e ser lembrados
Para chorar e fazer chorar
Para enterrar os nossos mortos
—Por isso temos braços longos para os adeuses
Mãos para colher o que foi dado

Dedos para cavar a terra.
Assim será nossa vida:
Uma tarde sempre a esquecer
Uma estrela a se apagar na treva
Um caminho entre dois túmulos
—Por isso precisamos velar
Falar baixo, pisar leve, ver
A noite dormir em silêncio.
Não há muito o que dizer:
Uma canção sobre um berço
Um verso, talvez de amor
Uma prece por quem se vai
—Mas que essa hora não esqueça
E por ela os nossos corações
Se deixem, graves e simples.
Pois para isso fomos feitos:
Para a esperança no milagre
Para a participação da poesia
Para ver a face da morte
—De repente nunca mais esperaremos...
Hoje a noite é jovem; da morte, apenas
Nascemos, imensamente.
Autor:
Vinicius de Moraes
Publicada por
Combates pela História
em
quarta-feira, dezembro 27, 2006
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Natal
segunda-feira, dezembro 25, 2006
Queres construir um presépio com movimento?
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Natal,
Presépios em movimento
sábado, dezembro 23, 2006
Podemos ser felizes!

"A diferença, aquilo que marca uma mudança vital na nossa existência, é quando conseguimos passar da reacção à acção, quando nos apercebemos que o sentimos depende, em grande medida, do que pensamos, e não do que nos está a acontecer. Então, assumimos que podemos realmente controlar e «provocar» as nossas emoções, mais além do que imaginávamos. Podemos ser felizes ou infelizes, colocando o nosso «cérebro a nosso favor» ou, pelo contrário, pondo-o «contra nós».
María de Jesús Álava Reyes, in "A inutilidade do sofrimento"
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felicidade
segunda-feira, dezembro 18, 2006
A Árvore de Natal

"Diz-se que foi Lutero (1483-1546), autor da reforma protestante, que após um passeio, pela floresta no Inverno, numa noite de céu limpo e de estrelas brilhantes trouxe essa imagem à família sob a forma de Árvore de Natal, com uma estrela brilhante no topo e decorada com velas, isto porque para ele o céu devia ter estado assim no dia do nascimento do Menino Jesus.
O costume começou a enraizar-se. Na Alemanha, as famílias, ricas e pobres, decoravam as suas árvores com frutos, doces e flores de papel (as flores vermelhas representavam o conhecimento e as brancas representavam a inocência). Isto permitiu que surgisse uma indústria de decorações de Natal, em que a Turíngia se especializou.
No início do século XVII, a Grã-Bretanha começou a importar da Alemanha a tradição da Árvore de Natal pelas mãos dos monarcas de Hannover. Contudo a tradição só se consolidou nas Ilhas Britânicas após a publicação pela “Illustrated London News”, de uma imagem da Rainha Vitória e Alberto com os seus filhos, junto à Árvore de Natal no castelo de Windsor, no Natal de 1846.
Esta tradição espalhou-se por toda a Europa e chegou aos EUA aquando da guerra da independência pelas mãos dos soldados alemães. A tradição não se consolidou uniformemente dada a divergência de povos e culturas. Contudo, em 1856, a Casa Branca foi enfeitada com uma árvore de Natal e a tradição mantém-se desde 1923. (...)
O costume começou a enraizar-se. Na Alemanha, as famílias, ricas e pobres, decoravam as suas árvores com frutos, doces e flores de papel (as flores vermelhas representavam o conhecimento e as brancas representavam a inocência). Isto permitiu que surgisse uma indústria de decorações de Natal, em que a Turíngia se especializou.
No início do século XVII, a Grã-Bretanha começou a importar da Alemanha a tradição da Árvore de Natal pelas mãos dos monarcas de Hannover. Contudo a tradição só se consolidou nas Ilhas Britânicas após a publicação pela “Illustrated London News”, de uma imagem da Rainha Vitória e Alberto com os seus filhos, junto à Árvore de Natal no castelo de Windsor, no Natal de 1846.
Esta tradição espalhou-se por toda a Europa e chegou aos EUA aquando da guerra da independência pelas mãos dos soldados alemães. A tradição não se consolidou uniformemente dada a divergência de povos e culturas. Contudo, em 1856, a Casa Branca foi enfeitada com uma árvore de Natal e a tradição mantém-se desde 1923. (...)
Contudo, em Portugal, a aceitação da Árvore de Natal é recente quando comparada com os restantes países. Assim, entre nós, o presépio foi durante muito tempo a única decoração de Natal.
Até aos anos 50, a Árvore de Natal era até algo mal visto nas cidades e nos campos era pura e simplesmente ignorada. Contudo, hoje em dia, a Árvore de Natal já faz parte da tradição natalícia portuguesa e já todos se renderam aos Pinheirinhos de Natal!"
Até aos anos 50, a Árvore de Natal era até algo mal visto nas cidades e nos campos era pura e simplesmente ignorada. Contudo, hoje em dia, a Árvore de Natal já faz parte da tradição natalícia portuguesa e já todos se renderam aos Pinheirinhos de Natal!"
Extraído de:
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Natal
O Significado do Natal
"O Natal surge como o aniversário do nascimento de Jesus Cristo, Filho de Deus, sendo actualmente uma das festas católicas mais importantes.
Inicialmente, a Igreja Católica não comemorava o Natal. Foi em meados do século IV d.C. que se começou a festejar o nascimento do Menino Jesus, tendo o Papa Júlio I fixado a data no dia 25 de Dezembro, já que se desconhece a verdadeira data do Seu nascimento.
Uma das explicações para a escolha do dia 25 de Dezembro como sendo o dia de Natal prende-se como facto de esta data coincidir com a Saturnália dos romanos e com as festas germânicas e célticas do Solstício de Inverno, sendo todas estas festividades pagãs, a Igreja viu aqui uma oportunidade de cristianizar a data, colocando em segundo plano a sua conotação pagã. Algumas zonas optaram por festejar o acontecimento em 6 de Janeiro, contudo, gradualmente esta data foi sendo associada à chegada dos Reis Magos e não ao nascimento de Jesus Cristo.
O Natal é, assim, dedicado pelos cristãos a Cristo, que é o verdadeiro Sol de Justiça (Mateus 17,2; Apocalipse 1,16), e transformou-se numa das festividades centrais da Igreja, equiparada desde cedo à Páscoa.
Apesar de ser uma festa cristã, o Natal, com o passar do tempo, converteu-se numa festa familiar com tradições pagãs, em parte germânicas e em parte romanas.
Sob influência franciscana, espalhou-se, a partir de 1233, o costume de, em toda a cristandade, se construírem presépios, já que estes reconstituíam a cena do nascimento de Jesus. A árvore de Natal surge no século XVI, sendo enfeitada com luzes símbolo de Cristo, Luz do Mundo. Uma outra tradição de Natal é a troca de presentes, que são dados pelo Pai Natal ou pelo Menino Jesus, dependendo da tradição de cada país.
Apesar de todas estas tradições serem importantes (o Natal já nem pareceria Natal se não as cumpríssemos), a verdade é que não nos podemos esquecer que o verdadeiro significado de Natal prende-se com o nascimento de Cristo, que veio ao Mundo com um único propósito: o de justificar os nossos pecados através da sua própria morte. Nesses tempos, sempre que alguém pecava e desejava obter o perdão divino, oferecia um cordeiro em forma de sacrifício. Então, Deus enviou Jesus Cristo que, como um cordeiro sem pecados, veio ao mundo para limpar os pecados de toda a Humanidade através da Sua morte, para que um dia possamos alcançar a vida eterna, por intermédio Dele, Cristo, Filho de Deus.
Assim, não se esqueçam que o Natal não se resume a bonitas decorações e a presentes, pois a sua essência é o festejo do nascimento Daquele que deu a Sua vida por nós, Jesus Cristo."
Inicialmente, a Igreja Católica não comemorava o Natal. Foi em meados do século IV d.C. que se começou a festejar o nascimento do Menino Jesus, tendo o Papa Júlio I fixado a data no dia 25 de Dezembro, já que se desconhece a verdadeira data do Seu nascimento.
Uma das explicações para a escolha do dia 25 de Dezembro como sendo o dia de Natal prende-se como facto de esta data coincidir com a Saturnália dos romanos e com as festas germânicas e célticas do Solstício de Inverno, sendo todas estas festividades pagãs, a Igreja viu aqui uma oportunidade de cristianizar a data, colocando em segundo plano a sua conotação pagã. Algumas zonas optaram por festejar o acontecimento em 6 de Janeiro, contudo, gradualmente esta data foi sendo associada à chegada dos Reis Magos e não ao nascimento de Jesus Cristo.
O Natal é, assim, dedicado pelos cristãos a Cristo, que é o verdadeiro Sol de Justiça (Mateus 17,2; Apocalipse 1,16), e transformou-se numa das festividades centrais da Igreja, equiparada desde cedo à Páscoa.
Apesar de ser uma festa cristã, o Natal, com o passar do tempo, converteu-se numa festa familiar com tradições pagãs, em parte germânicas e em parte romanas.
Sob influência franciscana, espalhou-se, a partir de 1233, o costume de, em toda a cristandade, se construírem presépios, já que estes reconstituíam a cena do nascimento de Jesus. A árvore de Natal surge no século XVI, sendo enfeitada com luzes símbolo de Cristo, Luz do Mundo. Uma outra tradição de Natal é a troca de presentes, que são dados pelo Pai Natal ou pelo Menino Jesus, dependendo da tradição de cada país.
Apesar de todas estas tradições serem importantes (o Natal já nem pareceria Natal se não as cumpríssemos), a verdade é que não nos podemos esquecer que o verdadeiro significado de Natal prende-se com o nascimento de Cristo, que veio ao Mundo com um único propósito: o de justificar os nossos pecados através da sua própria morte. Nesses tempos, sempre que alguém pecava e desejava obter o perdão divino, oferecia um cordeiro em forma de sacrifício. Então, Deus enviou Jesus Cristo que, como um cordeiro sem pecados, veio ao mundo para limpar os pecados de toda a Humanidade através da Sua morte, para que um dia possamos alcançar a vida eterna, por intermédio Dele, Cristo, Filho de Deus.
Assim, não se esqueçam que o Natal não se resume a bonitas decorações e a presentes, pois a sua essência é o festejo do nascimento Daquele que deu a Sua vida por nós, Jesus Cristo."
Extraído de:
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Natal
terça-feira, dezembro 12, 2006
Antigo Regime
Esta expressão é utilizada para caracterizar o sistema sócio-económico e político que vigorou em quase toda a Europa Ocidental e Central entre o final da época feudal e a Revolução Francesa de 1789.
A expressão « Antigo Regime» ou « Ancien Régime» surgiu em França no século XVIII e pode ser caracterizada a três níveis:
- A nível político, caracteriza-se pelo Absolutismo;
- A nível económico, caracteriza-se por uma economia rural e pelo desenvolvimento de uma economia mercantil, único sector económico mais rentável;
- A nível social, caracteriza-se pela existência de uma sociedade de ordens: privilegiadas (Clero e Nobreza) e não privilegiadas (Povo e Burguesia*) muito hierarquizada e estratificada.
"Sites" a consultar para o estudo deste conteúdo:
Para observar a arte deste período faço-te 4 sugestões:
* esta estava integrada na terceira ordem social, ou seja, no Povo.
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8º ano,
Antigo Regime
terça-feira, dezembro 05, 2006
Vamos estudar a Civilização Grega?

Eis os "sites" que recomendo:
http://www.discoverybrasil.com/greece/_home/index.shtml
http://www.arqueologyc.hpg.ig.com.br/grecia.htm
http://www.planetaeducacao.com.br/new/colunas2.asp?id=265
http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=210
http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=43
http://www.simetria.info/net/?cat=28
Bom trabalho!
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7º ano,
grécia antiga,
Sítios interessantes para o 7º ano
quinta-feira, novembro 09, 2006
Igreja Matriz de Vila do Conde

Se quiseres saber mais sobre esta igreja matriz da linda cidade de Vila do Conde, clica no título desta postagem.
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Monumentos portugueses,
Vila do Conde
quarta-feira, novembro 08, 2006
Egiptomania
Se és daqueles(as) que gostas tanto do Egipto que já é uma mania, consulta estes"sites":
http://www.museu.gulbenkian.pt/serv_edu/navegar_no_antigo_egipto/egipto.html
http://www.egiptomania.com/arte/
http://www.momias.net/
http://www.egipcios.net/
http://www.egiptologia.com/
http://www.museu.gulbenkian.pt/serv_edu/navegar_no_antigo_egipto/egipto.html
http://www.egiptomania.com/arte/
http://www.momias.net/
http://www.egipcios.net/
http://www.egiptologia.com/
domingo, novembro 05, 2006
Aqui há Gato...

Os gatos são hoje animais domésticos muito comuns. No Antigo Egipto, o Gato era venerado como um animal dedicado e útil, o favorito da deusa Bastet (protectora dos lares, das mães e das crianças).
No santuário de Bastet, em Bubástis, foram encontrados milhares de gatos mumificados, assim como inúmeras efígies de bronze que provam a veneração a este animal.
Esta deusa era o símbolo da luz, do calor e da energia. Era também o símbolo da lua, e acreditava-se que tinha o poder de fertilizar a terra e os homens, curar doenças e conduzir as almas dos mortos. Nesta época, os gatos eram, por isso, considerados guardiões do outro mundo, e eram comuns em muitos amuletos.
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terça-feira, outubro 31, 2006
O Mito de Osíris
Osíris, o filho mais velho de Geb e Nut e deus do mundo subterrâneo, da ressurreição e da vida eterna, foi uma vez o rei do Egito. Ísis, sua irmã, era sua esposa e rainha. A Terra floresceu sob o reu reinado e o céu e todas as estrelas obedeciam-lhe. No entanto, o seu governo foi interrompido por um acto de extrema violência. Osíris foi atacado pelo seu irmão Seth, enquanto dormia sob uma árvore às margens do Nilo, tendo sido morto.
Seth cortou o corpo do irmão em diversos pedaços e espalhou-os pelas terras mais distantes para que ele jamais fosse encontrado. Mas Seth não conseguiria destruir o amor e encanto de Ísis, a consorte de Osíris. Ela percorreu todo o Nilo a fim de encontrar cada parte do corpo de seu marido. Quando as encontrou, e as juntou novamente, deu fôlego a Osíris para que pudessem desfrutar de seu amor mais uma vez.
Seth cortou o corpo do irmão em diversos pedaços e espalhou-os pelas terras mais distantes para que ele jamais fosse encontrado. Mas Seth não conseguiria destruir o amor e encanto de Ísis, a consorte de Osíris. Ela percorreu todo o Nilo a fim de encontrar cada parte do corpo de seu marido. Quando as encontrou, e as juntou novamente, deu fôlego a Osíris para que pudessem desfrutar de seu amor mais uma vez.
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egipto,
Mito de Osíris
Museu Nacional de Arqueologia
Se és um apaixonado(a) pelo Egipto, vale a pena ires ao "site" do Museu Nacional de Arqueologia para uma visita virtual.
quarta-feira, outubro 25, 2006
Mona Lisa Interactiva

Se quiseres observar o quadro mudar conforme as eventuais emoções de Mona Lisa, clica em:
http://www.citesciences.fr/english/ala_cite/expo/explora/image/mona/pt.php
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8º ano,
Mona Lisa,
Renascimento
Citações de Leonardo Da Vinci:

"Lastimável discípulo, que não ultrapassa o mestre."
"Quem pouco pensa, engana-se muito."
"Quanto mais conhecemos, mais amamos."
"A arte diz o indizível; exprime o inexprimível; traduz o intraduzível".
"Virá o tempo em que os seres humanos se contentarão com uma alimentação vegetariana e julgarão a matança de um animal inocente como hoje se julga o assassínio de um homem."
Para mais citações, navega até: http://www.consciencia.net/citacoes/cd/davinci.html
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8º ano,
Leonardo Da Vinci,
Renascimento
quinta-feira, outubro 19, 2006
Queres escrever o teu nome com Hieróglifos?
Clica no link seguinte e diverte-te....
O "site" é em inglês mas basta escreveres o teu nome que o programa converte-o em escrita hieroglífica.
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7º ano,
egipto,
hieróglifos
A lenda e os trechos do Livro dos Mortos
"Diz a lenda egípcia, que quando alguém morria, o seu corpo ia para um tribunal (tribunal de Osíris, deus do Além). Lá seria pesado seu coração, junto a "Maat" (A verdade), o coração deveria mostrar-se leve como tal.. O falecido também fazia uma confissão chamada, "Confissão Negativa", na qual se dirigia para uma espécie de júri composto por 42 deuses, recitando uma confissão para cada deus.
Partes da Confissão negativa, extraída do papiro de Nebseni (livro dos mortos da tumba de Nebseni):
1: Salve, ó tu, cujos passos são longos, que vens de Heliópolis, Não cometi iniquidade.
2:Salve, ó tu, que és abraçado pela chama, que vens de Quer-aha (cidade que surge nas proximidades de Mênfis), não roubei com violência.
3:Salve, ó tu, que és abraçado pela chama, que vens de Hermópolis, não fiz violência a homem algum.
4:Salve, ó, tu, que comes sombras, que vens do sítio onde o Nilo aparecen(eles achavam que o nilo nascia na região de Philae e Assuã). Não roubei.
5:Salve, Neha-hau, que vens de Re-stau, não matei homem nem mulher.
[...]
Partes da Confissão negativa, extraída do papiro de Nebseni (livro dos mortos da tumba de Nebseni):
1: Salve, ó tu, cujos passos são longos, que vens de Heliópolis, Não cometi iniquidade.
2:Salve, ó tu, que és abraçado pela chama, que vens de Quer-aha (cidade que surge nas proximidades de Mênfis), não roubei com violência.
3:Salve, ó tu, que és abraçado pela chama, que vens de Hermópolis, não fiz violência a homem algum.
4:Salve, ó, tu, que comes sombras, que vens do sítio onde o Nilo aparecen(eles achavam que o nilo nascia na região de Philae e Assuã). Não roubei.
5:Salve, Neha-hau, que vens de Re-stau, não matei homem nem mulher.
[...]
Outras confissões dizem:
"Nunca fiz ninguém chorar".
"Nunca espionei".
"Não pratiquei actos obscenos no lugar puro do templo".
"Não cometi adultério".(...)
"Nunca fiz ninguém chorar".
"Nunca espionei".
"Não pratiquei actos obscenos no lugar puro do templo".
"Não cometi adultério".(...)
Se o falecido se mostrava "Certo na voz" (dizia a verdade), então ingressava no reino de Osíris. Já quem era condenado, segundo poucas informações, ficaria por toda a eternidade de corpo fechado, passando fome e sede."
Para saberes tudo sobre o Antigo Egipto clica aqui!
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7º ano,
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Livro dos Mortos
O TEMPO HISTÓRICO

O tempo histórico pode ser divido em dois grandes períodos: a Pré-história (antes da invenção da escrita) e a História( depois da invenção da escrita). Pode também ser dividido tendo em atenção o nascimento de Cristo: Antes de Cristo (a.C.) e Depois de Cristo (d.C.).
A Pré-história pode ser dividida em dois períodos: o Paleolítico (Do aparecimento do Homem à invenção da agricultura) e o Neolítico (Da invenção da agricultura à invenção da escrita).
A História foi também dividida em quatro idades:
A Pré-história pode ser dividida em dois períodos: o Paleolítico (Do aparecimento do Homem à invenção da agricultura) e o Neolítico (Da invenção da agricultura à invenção da escrita).
A História foi também dividida em quatro idades:
- A Idade Antiga (Do 4º milénio a.C. - invenção da escrita - a 476 d.C.);
- A Idade Média (De 476 d.C. a 1453 d.C. - queda do império romano do Oriente, ou seja, do Império Bizantino);
- A Idade Moderna (De 1453 a 1789 - início da Revolução Francesa);
- A Idade Contemporânea (de 1789 aos nossos dias).
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9º ano,
Tempo histórico
Como apresentar a Bibliografia num trabalho escrito?

A indicação da bibliografia obedece a regras que deves seguir sempre. Para exemplificá-las vou, de seguida, apresentar um exemplo:
THIBAULT, Pierre, O Período das Ditaduras – 1918-1947, Lisboa, Publicações D. Quixote, 1981.
1ª Regra: o nome do autor é apresentado, como vês, colocando primeiro em letras maiúsculas todo o apelido, e depois o nome (neste caso só a primeira letra é maiúscula). O apelido e o nome aparecem separados por vírgulas.
2ª Regra: de seguida, apresentamos o título do livro que devemos sublinhar ou escrever em itálico e colocamos logo uma vírgula.
3ª Regra: devemos procurar na capa do livro a cidade em que este foi editado. No exemplo, corresponde a Lisboa o local de edição, mas poderia ser outra cidade. Registada a cidade deves, de imediato, pôr uma vírgula.
4ª Regra: na capa vem sempre indicado o nome da editora que editou o livro. Neste caso foi a “Publicações D. Quixote”, mas, como deves imaginar há muitas outras editoras no País e no Mundo. Não te esqueças de, logo a seguir à editora, colocar uma vírgula.
5ª Regra: na capa ou na contra – capa do livro deves localizar o ano em que a obra foi publicada, ou seja, a sua data de edição. Se acontecer o caso do livro que utilizaste na pesquisa não ter data, deves escrever: s/d, ou seja, sem data. Para a tua bibliografia estar completa falta colocar um ponto final.
THIBAULT, Pierre, O Período das Ditaduras – 1918-1947, Lisboa, Publicações D. Quixote, 1981.
1ª Regra: o nome do autor é apresentado, como vês, colocando primeiro em letras maiúsculas todo o apelido, e depois o nome (neste caso só a primeira letra é maiúscula). O apelido e o nome aparecem separados por vírgulas.
2ª Regra: de seguida, apresentamos o título do livro que devemos sublinhar ou escrever em itálico e colocamos logo uma vírgula.
3ª Regra: devemos procurar na capa do livro a cidade em que este foi editado. No exemplo, corresponde a Lisboa o local de edição, mas poderia ser outra cidade. Registada a cidade deves, de imediato, pôr uma vírgula.
4ª Regra: na capa vem sempre indicado o nome da editora que editou o livro. Neste caso foi a “Publicações D. Quixote”, mas, como deves imaginar há muitas outras editoras no País e no Mundo. Não te esqueças de, logo a seguir à editora, colocar uma vírgula.
5ª Regra: na capa ou na contra – capa do livro deves localizar o ano em que a obra foi publicada, ou seja, a sua data de edição. Se acontecer o caso do livro que utilizaste na pesquisa não ter data, deves escrever: s/d, ou seja, sem data. Para a tua bibliografia estar completa falta colocar um ponto final.
Bom trabalho!
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trabalho escolar
Saudades da Minha Praia
Tenho saudades de chegar....
Olhar o mar e sentir que fazia parte de ti,
Do teu cheiro, do teu mar...
sorrir...
Voar com as tuas gaivotas
O meu sonho de liberdade.
E eu...sempre quis ir para além dele...
Vã expectativa,
Mero sargaço que o mar, diligentemente,
Deixa a secar na praia.
O teu mar apagava as pegadas pesadas da minha caminhada e libertava-me...
O teu mar do qual conheço todas as tonalidades.
Agora moro longe e mortifica-me o medo de as esquecer...
Esquecer-me de mim...
Quero voltar a devolver ao mar as tuas estrelas.
Mas...
Ao pé de ti...
Eu não percebia o valor de poder chegar ao meu porto seguro...
Perdoa-me minha praia...
Hoje...
Sempre...
Eu tenho saudades tuas.
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Poesia,
Vila do Conde
sábado, outubro 07, 2006
5 de Outubro DIA MUNDIAL DO(A) PROFESSOR(A)
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5 de Outubro,
dia do professor
quinta-feira, setembro 21, 2006
Numismática
Para aqueles alunos que são coleccionardores de moedas, sugiro a consulta dos sites:
http://www.portugalmoedas.com.pt/default.htm
http://www.historiaehistoria.com.br/materia.cfm?tb=historiadores&id=37
http://www.portugal-tchat.com/historia-de-portugal-histoire/histoire/2/index.php
http://pmmsilva.no.sapo.pt/pmnumis/catalogo/1dinastia/moedas.html
http://www.portugalmoedas.com.pt/default.htm
http://www.historiaehistoria.com.br/materia.cfm?tb=historiadores&id=37
http://www.portugal-tchat.com/historia-de-portugal-histoire/histoire/2/index.php
http://pmmsilva.no.sapo.pt/pmnumis/catalogo/1dinastia/moedas.html
terça-feira, setembro 19, 2006
"O Mostrengo" de Fernando Pessoa

O mostrengo que está no fundo do mar
Na noite de breu ergueu-se a voar;
À roda da nau voou três vezes,
Voou três vezes a chiar, E disse:
"Quem é que ousou entrar
Nas minhas cavernas que não desvendo,
Meus tectos negros do fim do mundo?"
E o homem do leme disse, tremendo:
"El-Rei D. João Segundo!"
"De quem são as velas onde me roço?
De quem as quilhas que vejo e ouço?"
Disse o mostrengo, e rodou três vezes,
Três vezes rodou imundo e grosso.
"Quem vem poder o que só eu posso,
Que moro onde nunca ninguém me visse
E escorro os medos do mar sem fundo?"
E o homem do leme tremeu, e disse:
"El-Rei D. João Segundo!"
Três vezes do leme as mãos ergueu,
Três vezes ao leme as reprendeu,
E disse no fim de tremer três vezes:
"Aqui ao leme sou mais do que eu:
Sou um Povo que quer o mar que é teu;
E mais que o mostrengo, que me a alma teme
E roda nas trevas do fim do mundo,
Manda a vontade, que me ata ao leme,
De El-Rei D. João Segundo!"
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8º ano,
Escritores portugueses,
Fernando Pessoa,
Mostrengo,
Poesia
segunda-feira, setembro 18, 2006
O Triunfo da Morte
"Durante a Idade Média e início da Idade Moderna pragas, epidemias e guerras religiosas e políticas assolaram a Europa. Falou-se em "castigo divino", como se não houvesse possibilidade de salvação para a humanidade. Uma das formas em que esta visão apocalíptica do futuro proliferou-se foi A Dança da Morte: uma temática do imaginário popular medieval que gerou inúmeras manifestações populares, como a cerimônia realizada nos fundos da igreja (cemitério) no século XIV, que era acompanhada por sermões falando do caráter impiedoso da morte. Os principais personagens eram "a vítima" e "a morte" (representada por pessoas vestidas com uma roupa preta e justa, sobre a qual eram pintadas as linhas de um esqueleto, e usando uma máscara de caveira). Em todos os casos a morte triunfava ao final, ceifando a vida da vítima."
Pieter Bruegel “O Velho”O Triunfo da Morte, 1562, óleo sobre tela, 117 x 162 cm. Museu do Prado – Espanha: http://museoprado.mcu.es/muerte.html
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Bruegel,
Dança da Morte,
idade média,
Triunfo da Morte
Imagens da Peste negra

"A Peste Negra foi introduzida no Ocidente pelos ratos contaminados que vinham nos porões dos barcos que faziam o comércio com o Oriente". (VÁRIOS, História 8, Lisboa, Texto Editora, p.13)
"No início da epidemia, produziam-se inchações nas virilhas e nos sovacos (...). Depois, o mal passava a apresentar-sesob o aspecto de manchas negras, que apareciam em qualquer
parte do corpo." ( Decameron, citado em VÁRIOS, História 8, Lisboa, Texto Editora, p.12)
parte do corpo." ( Decameron, citado em VÁRIOS, História 8, Lisboa, Texto Editora, p.12)As pessoas temiam que a Peste fosse um castigo divino
, por isso, auto-flagelavam-se para aplacar a ira divina.
, por isso, auto-flagelavam-se para aplacar a ira divina.
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idade média,
Peste Negra
segunda-feira, agosto 28, 2006
Olá
Hoje estou um pouco triste. Devido a mudanças no blogger para a versão Beta, eu perdi muita informação que pacientemente tinha colocado nos meus links.
Um outro problema aconteceu com o contador de visitas, pois já eram mais de 600....
Vou tentar organizar tudo de novo. Espero que não haja mais problemas.
Um outro problema aconteceu com o contador de visitas, pois já eram mais de 600....
Vou tentar organizar tudo de novo. Espero que não haja mais problemas.
sábado, agosto 26, 2006
O Que É Um Bom Professor... as seis qualidades mais apreciadas
1. Os bons professores incentivam os alunos;
2. Os bons professores mantêm a ordem;
3. Os bons professores estão dispostos a ajudar;
4. Os bons professores explicam até que todos compreendam;
5. Os bons professores variam as actividades da sala de aula;
6. Os bons professores tentam compreender os alunos.
2. Os bons professores mantêm a ordem;
3. Os bons professores estão dispostos a ajudar;
4. Os bons professores explicam até que todos compreendam;
5. Os bons professores variam as actividades da sala de aula;
6. Os bons professores tentam compreender os alunos.
Dick Corbett eBruce Wilson "What Urbam Students Say About Good Teaching"
in Educational Leadership, vol.60, n.º1 , Alexandria, ASCD, 2002 (texto adaptado)
(transcrito do Dossiê do ProfAsa)
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terça-feira, agosto 22, 2006
"EU HOJE JOGUEI TANTA COISA FORA...." (Carlos Drummond Andrade)
"Não importa onde você parou... em que momento da vida
você cansou... o que importa
é que sempre é possível
e necessário "recomeçar".
você cansou... o que importa
é que sempre é possível
e necessário "recomeçar".
Recomeçar é dar
uma nova chance a si mesmo... é renovar as esperanças
na vida e o mais importante...acreditar em você de novo.
uma nova chance a si mesmo... é renovar as esperanças
na vida e o mais importante...acreditar em você de novo.
Sofreu muito nesse período? foi aprendizado...Chorou muito? foi limpeza da alma... Ficou com raiva das pessoas? foi para perdoá-las um dia...
Sentiu-se só por diversas vezes? é por que fechaste
a porta até para os anjos... Acreditou
que tudo estava perdido? era o indício da tua melhora...
a porta até para os anjos... Acreditou
que tudo estava perdido? era o indício da tua melhora...
Pois ...agora é hora de reiniciar... de pensar na luz...de encontrar prazer
nas coisas simples de novo. Que tal um novo emprego? Uma nova profissão?Um corte de cabelo
arrojado... diferente? Um novo curso...
ou aquele velho desejo
de aprender a pintar... desenhar...
dominar o computador...
qualquer outra coisa...
nas coisas simples de novo. Que tal um novo emprego? Uma nova profissão?Um corte de cabelo
arrojado... diferente? Um novo curso...
ou aquele velho desejo
de aprender a pintar... desenhar...
dominar o computador...
qualquer outra coisa...
Olha quanto desafio...
quanta coisa nova
nesse mundo de meu Deus
te esperando.Está se sentindo sozinho? besteira... tem tanta gente
que você afastou
com o seu período de isolamento tem tanta gente esperando
apenas um sorriso teu para "chegar" perto de você.
quanta coisa nova
nesse mundo de meu Deus
te esperando.Está se sentindo sozinho? besteira... tem tanta gente
que você afastou
com o seu período de isolamento tem tanta gente esperando
apenas um sorriso teu para "chegar" perto de você.
Quando nos trancamos
na tristeza...nem nós mesmos nos suportamos... ficamos horríveis...o mal humor
vai comendo nosso fígado...
até a boca fica amarga.
na tristeza...nem nós mesmos nos suportamos... ficamos horríveis...o mal humor
vai comendo nosso fígado...
até a boca fica amarga.
Recomeçar...
hoje é um bom dia
para começar novos desafios. Onde você quer chegar?
ir alto... sonhe alto...
queira o melhor do melhor... queira coisas boas para a vida... pensando assim trazemos
prá nós aquilo que desejamos... se pensamos pequeno...
coisas pequenas teremos... se desejarmos fortemente
o melhor e principalmente
lutarmos pelo melhor...o melhor vai se instalar
na nossa vida.
hoje é um bom dia
para começar novos desafios. Onde você quer chegar?
ir alto... sonhe alto...
queira o melhor do melhor... queira coisas boas para a vida... pensando assim trazemos
prá nós aquilo que desejamos... se pensamos pequeno...
coisas pequenas teremos... se desejarmos fortemente
o melhor e principalmente
lutarmos pelo melhor...o melhor vai se instalar
na nossa vida.
É hoje o dia da faxina mental... joga fora tudo
que te prende ao passado... ao mundinho de coisas tristes... fotos...
peças de roupa...
papel de bala... ingressos de cinema...
bilhetes de viagens... e toda aquela tranqueira
que guardamos
quando nos julgamos apaixonados...
que te prende ao passado... ao mundinho de coisas tristes... fotos...
peças de roupa...
papel de bala... ingressos de cinema...
bilhetes de viagens... e toda aquela tranqueira
que guardamos
quando nos julgamos apaixonados...
jogue tudo fora... mas principalmente...
esvazie seu coração... fique pronto para a vida...
para um novo amor...
esvazie seu coração... fique pronto para a vida...
para um novo amor...
Lembre-se somos apaixonáveis... somos sempre capazes
de amar muitas
e muitas vezes... afinal de contas...
de amar muitas
e muitas vezes... afinal de contas...
Nós somos o "Amor"...
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"O NAVIO NEGREIRO" Um poema de Castro Alves
Era um sonho dantesco...
O tombadilho
Que das luzernas avermelha o brilho,
Em sangue a se banhar.
Tinir de ferros... estalar do açoite...
Legiões de homens negros como a noite,
Legiões de homens negros como a noite,
Horrendos a dançar...
Negras mulheres, suspendendo às tetas
Magras crianças, cujas bocas pretas
Rega o sangue das mães:
Outras, moças... mas nuas, espantadas,
No turbilhão de espectros arrastadas,
Em ânsia e mágoa vãs.
E ri-se a orquestra, irônica, estridente...
E da ronda fantástica a serpente
Faz doudas espirais...
Se o velho arqueja... se no chão resvala,
Ouvem-se gritos... o chicote estala.
E voam mais e mais...
Presa nos elos de uma só cadeia,
A multidão faminta cambaleia,
E chora e dança ali!
Em ânsia e mágoa vãs.
E ri-se a orquestra, irônica, estridente...
E da ronda fantástica a serpente
Faz doudas espirais...
Se o velho arqueja... se no chão resvala,
Ouvem-se gritos... o chicote estala.
E voam mais e mais...
Presa nos elos de uma só cadeia,
A multidão faminta cambaleia,
E chora e dança ali!
Um de raiva delira, outro enlouquece...
Outro, que de martírios embrutece,
Outro, que de martírios embrutece,
Cantando, geme e ri!
No entanto o capitão manda a manobra
E após, fitando o céu que se desdobra
Tão puro sobre o mar,
Diz do fumo entre os densos nevoeiros:
"Vibrai rijo o chicote, marinheiros!
No entanto o capitão manda a manobra
E após, fitando o céu que se desdobra
Tão puro sobre o mar,
Diz do fumo entre os densos nevoeiros:
"Vibrai rijo o chicote, marinheiros!
Fazei-os mais dançar!..."
E ri-se a orquestra irônica, estridente...
E da roda fantástica a serpente
Faz doudas espirais!
E ri-se a orquestra irônica, estridente...
E da roda fantástica a serpente
Faz doudas espirais!
Qual num sonho dantesco as sombras voam...
Gritos, ais, maldições, preces ressoam!
Gritos, ais, maldições, preces ressoam!
E ri-se Satanás!...
Senhor Deus dos desgraçados!
Senhor Deus dos desgraçados!
Dizei-me vós, Senhor Deus!
Se é loucura... se é verdade
Tanto horror perante os céus...
Se é loucura... se é verdade
Tanto horror perante os céus...
Ó mar! por que não apagas
Co'a esponja de tuas vagas
De teu manto este borrão?...
Co'a esponja de tuas vagas
De teu manto este borrão?...
Astros! noite! tempestades!
Rolai das imensidades!
Rolai das imensidades!
Varrei os mares, tufão!...
Quem são estes desgraçados,
Que não encontram em vós,
Mais que o rir calmo da turba
Que excita a fúria do algoz?
Quem são?... Se a estrela se cala,
Quem são estes desgraçados,
Que não encontram em vós,
Mais que o rir calmo da turba
Que excita a fúria do algoz?
Quem são?... Se a estrela se cala,
Se a vaga à pressa resvala
Como um cúmplice fugaz,
Perante a noite confusa...
Como um cúmplice fugaz,
Perante a noite confusa...
Dize-o tu, severa musa,
Musa libérrima, audaz!
São os filhos do deserto
Onde a terra esposa a luz.
Onde voa em campo aberto
A tribo dos homens nus...
Musa libérrima, audaz!
São os filhos do deserto
Onde a terra esposa a luz.
Onde voa em campo aberto
A tribo dos homens nus...
São os guerreiros ousados,
Que com os tigres mosqueados
Combatem na solidão...
Que com os tigres mosqueados
Combatem na solidão...
Homens simples, fortes, bravos...
Hoje míseros escravos
Sem ar, sem luz, sem razão...
São mulheres desgraçadas
Como Agar o foi também,
Que sedentas, alquebradas,
De longe... bem longe vêm...
Hoje míseros escravos
Sem ar, sem luz, sem razão...
São mulheres desgraçadas
Como Agar o foi também,
Que sedentas, alquebradas,
De longe... bem longe vêm...
Trazendo com tíbios passos,
Filhos e algemas nos braços,
N'alma — lágrimas e fel.
Filhos e algemas nos braços,
N'alma — lágrimas e fel.
Como Agar sofrendo tanto
Que nem o leite do pranto
Têm que dar para Ismael...
Lá nas areias infindas,
Que nem o leite do pranto
Têm que dar para Ismael...
Lá nas areias infindas,
Das palmeiras no país,
Nasceram — crianças lindas,
Viveram — moças gentis...
Nasceram — crianças lindas,
Viveram — moças gentis...
Passa um dia a caravana
Quando a virgem na cabana
Cisma da noite nos véus......
Quando a virgem na cabana
Cisma da noite nos véus......
Adeus! ó choça do monte!......
Adeus! palmeiras da fonte!......
Adeus! palmeiras da fonte!......
Adeus! amores... adeus!...
Depois o areal extenso...
Depois o areal extenso...
Depois o oceano de pó...
Depois no horizonte imenso
Desertos... desertos só...
Depois no horizonte imenso
Desertos... desertos só...
E a fome, o cansaço, a sede...
Ai! quanto infeliz que cede,
E cai p'ra não mais s'erguer!...
Ai! quanto infeliz que cede,
E cai p'ra não mais s'erguer!...
Vaga um lugar na cadeia,
Mas o chacal sobre a areia
Mas o chacal sobre a areia
Acha um corpo que roer...
Ontem a Serra Leoa,
Ontem a Serra Leoa,
A guerra, a caça ao leão,
O sono dormindo à toa
Sob as tendas d'amplidão...
O sono dormindo à toa
Sob as tendas d'amplidão...
Hoje... o porão negro, fundo,
Infecto, apertado, imundo,tendo a peste por jaguar...
E o sono sempre cortado
Infecto, apertado, imundo,tendo a peste por jaguar...
E o sono sempre cortado
Pelo arranco de um finado,
E o baque de um corpo ao mar...
Ontem plena liberdade,
A vontade por poder...
E o baque de um corpo ao mar...
Ontem plena liberdade,
A vontade por poder...
Hoje... cum'lo de maldade
Nem são livres p'ra... morrer...
Nem são livres p'ra... morrer...
Prende-os a mesma corrente— Férrea, lúgubre serpente —
Nas rôscas da escravidão.
Nas rôscas da escravidão.
E assim roubados à morte,
Dança a lúgubre coorte
Ao som do açoite... Irrisão!...
Senhor Deus dos desgraçados!
Dança a lúgubre coorte
Ao som do açoite... Irrisão!...
Senhor Deus dos desgraçados!
Dizei-me vós, Senhor Deus!
Se eu deliro... ou se é verdade
Tanto horror perante os céus...
Se eu deliro... ou se é verdade
Tanto horror perante os céus...
Ó mar, por que não apagas
Co'a esponja de tuas vagas
Co'a esponja de tuas vagas
De teu manto este borrão?...
Astros! noite! tempestades!Rolai das imensidades!Varrei os mares, tufão!... "
Astros! noite! tempestades!Rolai das imensidades!Varrei os mares, tufão!... "
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sábado, agosto 19, 2006
Decálogo do bom professor

"Introdução:
Apresentamos um texto contendo dez princípios para actividade docente de um bom professor do terceiro milênio, século marcado pela informação e pelo conhecimento tecnológico.
O professor do século XXI é aquele que, além da competência, habilidade interpessoal, equilíbrio emocional, tem a consciência de que mais importante do que o desenvolvimento cognitivo é o desenvolvimento humano e que o respeito às diferenças está acima de toda pedagogia..A função do bom professor do século XXI não é apenas a de ensinar, mas de levar seus alunos ao reino da contemplação do saber.
Dez princípios:Eis então os dez passos na direção de uma pedagogia do desenvolvimento humano:
1º - Aprimorar o educando como pessoa humana - A nossa grande tarefa como professor ou educador não é a de instruir, mas a de educar nosso aluno como pessoa humana, como pessoa que vai trabalhar no mundo tecnológico, mas povoado de corações, de dores, incertezas e inquietações humanas.
A escola não pode se limitar a educar pelo conhecimento destituído da compreensão do homem real, de carne e osso, de corpo e alma. De nada adianta o conhecimento bem ministrado em sala de aula, se fora da escola, o aluno se torna um homem brutalizado, desumano e patrocinador da barbárie. Educamos pela vida como perspectiva de favorecer a felicidade e a paz entre os homens.
2º - Preparar o educando para o exercício da cidadania - Se de um lado, primordialmente, devemos ter como grande finalidade do nosso magistério o ministério de fazer o bem às pessoas, fazer o bem é preparar nosso para o exercício exemplar e pleno da cidadania.
O cidadão não começa quando os pais registram seus filhos no cartório nem quando os filhos, aos dezoito anos, tiram suas carteira de identidade civil, a cidadania começa na escola, desde os primeiros anos da educação infantil e se estende à educação superior, nas universidades; começa com o fim do medo de perguntar, de inquirir o professor, de cogitar outras possibilidades do fazer, enfim, quando o aluno aprende a fazer fazer, a construir espaço de sua utopia e criar um clima de paz e bem-estar social, política e econômico no meio social.
3º - Construir uma escola democrática - A gestão democrática é a palavra de ordem na administração das escolas. Os educadores que atuarão no novo milênio devem ter na gestão democrática um princípio em que não arredam pé, não abrem mão.
Quanto mais a escola for democrática, mais transparente. Quanto mais a escola é democrática, menos erra, tem mais acerto e possibilidade de atender com eqüidade as demandas sociais. Quanto mais exercitamos a gestão democrática nas escolas, mais no preparamos para a gestão da sociedade política e civil organizada.
Aqui, pois, reside uma possibilidade concreta: chegar à universidade e concluir um curso de educação superior e estar preparado para tarefas de gestão na governo do Estado, nas prefeituras municipais e nos órgãos governamentais.
Quem exercita a democracia em pequenas unidades escolares, constrói um espaço próprio e competente para assumir responsabilidades maiores na estrutura do Estado. Portanto, quem chega à universidade não deve nunca descartar a possibilidade de inserção no meio político e poder exercitar a melhor política do mundo, a democracia.
4º - Qualificar o educando para progredir no mundo do trabalho - Por mais que a escola qualifique seus recursos humanos, por mais que adquira o melhor do mundo tecnológico, por mais que atualize suas ações pedagógicas, era sempre estará marcando passo frente às novas transformações cibernéticas, mas a escola, através de seus professores, poderá qualificar o educando para aprender a progredir no mundo do trabalho, o que eqüivale a dizer a oferecer instrumentos para dar respostas, não acabadas ( porque a vida é processo inacabado) às novas demandas sociais, sem medo de perdas, sem medo de mudar, sem medo de se qualificar, sem medo do novo, principalmente o novo que vem nas novas ocupações e empregabilidade.
5º - Fortalecer a solidariedade humana - É papel da escola favorecer a solidariedade, mas não a solidariedade de ocasião, que nasce de uma catástrofe, mas do laço recíproco e cotidiano e de amor entre as pessoas. A solidariedade que cabe à escola ensinar é a solidariedade que não nasce apenas das perdas materiais, mas que chega como adesão às causas maiores da vida, principalmente às referentes à existência humana.
Enfim, é na solidariedade que a escola pode desenvolver, no aluno-cidadão, o sentido de sua adesão às causas do ser e apego à vida de todos os seres vivos, aos interesses da coletividade e às responsabilidades de uma sociedade a todo instante transformada e desafiada pela modernidade.
6º - Fortalecer a tolerância recíproca - Um dos mais importantes princípios de quem ensina e trabalha com crianças, jovens e adultos é o da tolerância, sem o qual todo magistério perde o sentido de ministério, de adesão aos processos de formação do educando.
A tolerância começa na aceitação, sem reserva, das diferenças humanas, expressas na cor, no cheiro, no falar e no jeito de ser de cada educando. Só a tolerância é capaz de fazer o educador admitir modos de pensar, de agir e de sentir que diferente dos de um indivíduo ou de grupos determinados, políticos ou religiosos.
7º - Zelar pela aprendizagem dos alunos - Muitos de nós professores, principalmente os do magistério da educação escolar, acreditam que o importante, em sala de aula, é o instruir bem, o que pode ser traduzido, ter domínio de conhecimento da matéria que ministra aula.
No entanto, o domínio de conhecimento não deve estar dissociado da capacidade de ensinar, de fazer aprender. De que adiante e conhecimento e não saber, de forma autônoma e crítica, aplicar as informações? O conhecimento não se faz apenas com metalinguagem, com conceitos a, b ou c, e sim, com didática, com pedagogia do desenvolvimento do ser humano, sua mediação fundamental.
O zelo pela aprendizagem passa pela recuperação daqueles que têm dificuldade de assimilar informações, sejam por limitações pessoais ou sociais. Daí, a necessidade de uma educação dialógica, marcada pela troca de idéias e opiniões, de uma conversa colaborativa em que não se cogita o insucesso do aluno.
Se o aluno fracassa, a escola também fracassou. A escola deve riscar do dicionário a palavra FRACASSO. Quando o aluno sofre com o insucesso, também fracassa o professor. A ordem, pois, é fazer sempre progredir, dedicar-se mais do que as horas oficialmente destinadas ao trabalho e reconhecer que nosso magistério é missão, às vezes árdua, mas prazerosa, às vezes sem recompensa financeira condigna que merecemos, mas que pouco a pouco vamos construindo a consciência na sociedade, principalmente a política, de que a educação, se não é panacéia, é o caminho mais seguro para reverter as situações mais inquietantes e vexatórias da vida social.
8º - Colaborar com a articulação da escola com a família - O professor do novo milênio deve ter em mente que o profissional de ensino não é mais pedestal, dono da verdade, representante de todos os saberes, capaz de dar respostas para tudo. Articular-se com as famílias é a primeira missão dos docentes, inclusive para contornar situações desafiadoras em sala de aula.
Quanto mais conhecemos a família dos nossos alunos, mais os entendemos e mais os amamos. Uma criança amada é disciplinada. Os pais, são, portanto, coadjuvantes do processo ensino-aprendizagem, sem os quais nossa ensinança fica coxa, não vai adiante, não educa.
A sala de aula não é sala-de-estar do nosso lar, mas nada impede que os pais possam ajudar nos desafios da pedagogia dos docentes nem inoportuno é que os professores se aproximam dos lares para conhecerem de perto a realidade dos alunos e possam juntos, pais e professores, fazer a aliança de uma pedagogia de conhecimento mútuo, compartilhado e mais solidário.
9º - Participar ativamente da proposta pedagógica da escola - A proposta pedagógica não deve ser exclusividade dos diretores da escola. Cabe ao professor participar do processo de elaboração da proposta pedagógica da escola até mesmo para definir de forma clara os grandes objetivos da escola para seus educandos.
Um professor que não participa, se trumbica, se perde na solidão de suas aulas e não tem como pensar-se como ser participante de um processo maior, holístico e globalizado. O mundo globalizado para o professor começa por sentir-se parte no seu chão das decisões da escola, da sua organização administrativa e pedagógica.
10º - Respeitar as diferenças - Se de um lado, devemos levantar a bandeira da tolerância, como um dos princípios do ensino, o respeito às diferenças conjuga-se com esse princípio, de modo a favorecer a unidade na diversidade, a semelhança na dessemelhança. Decerto, o respeito às diferenças de linguagem, às variedades lingüísticas e culturais, é a grande tarefa dos educadores do novo milênio.
O respeito às diferenças não tem sido uma prática no nosso cotidiano, mas, depois de cinco séculos de civilização tropical, descobrimos que a igualdade passa pelo respeito às diferenças ideológicas, às concepções plurais de vida, de pedagogia, às formas de agir e de ser feliz dos gêneros humanos.
O educador, pois, deve ter a preocupação é reeducar-se de forma contínua uma vez que nossa sociedade ainda traz no seu tecido social as teorias da homogeneidade para as realizações humanas, teoria que, depois de 500 anos, conseguiu apenas reforçar as desigualdades sociais. Nossa missão, é dizer que podemos amar, viver e ser felizes com as diferenças, pois, nelas, encontraremos nossas semelhanças históricas e ancestrais: é, dessa maneira, a nossa forma de dizer ao mundo que as diferenças nunca diminuem, e sim, somam valores e multiplicam os gestos de fraternidade e paz entre os homens."
Apresentamos um texto contendo dez princípios para actividade docente de um bom professor do terceiro milênio, século marcado pela informação e pelo conhecimento tecnológico.
O professor do século XXI é aquele que, além da competência, habilidade interpessoal, equilíbrio emocional, tem a consciência de que mais importante do que o desenvolvimento cognitivo é o desenvolvimento humano e que o respeito às diferenças está acima de toda pedagogia..A função do bom professor do século XXI não é apenas a de ensinar, mas de levar seus alunos ao reino da contemplação do saber.
Dez princípios:Eis então os dez passos na direção de uma pedagogia do desenvolvimento humano:
1º - Aprimorar o educando como pessoa humana - A nossa grande tarefa como professor ou educador não é a de instruir, mas a de educar nosso aluno como pessoa humana, como pessoa que vai trabalhar no mundo tecnológico, mas povoado de corações, de dores, incertezas e inquietações humanas.
A escola não pode se limitar a educar pelo conhecimento destituído da compreensão do homem real, de carne e osso, de corpo e alma. De nada adianta o conhecimento bem ministrado em sala de aula, se fora da escola, o aluno se torna um homem brutalizado, desumano e patrocinador da barbárie. Educamos pela vida como perspectiva de favorecer a felicidade e a paz entre os homens.
2º - Preparar o educando para o exercício da cidadania - Se de um lado, primordialmente, devemos ter como grande finalidade do nosso magistério o ministério de fazer o bem às pessoas, fazer o bem é preparar nosso para o exercício exemplar e pleno da cidadania.
O cidadão não começa quando os pais registram seus filhos no cartório nem quando os filhos, aos dezoito anos, tiram suas carteira de identidade civil, a cidadania começa na escola, desde os primeiros anos da educação infantil e se estende à educação superior, nas universidades; começa com o fim do medo de perguntar, de inquirir o professor, de cogitar outras possibilidades do fazer, enfim, quando o aluno aprende a fazer fazer, a construir espaço de sua utopia e criar um clima de paz e bem-estar social, política e econômico no meio social.
3º - Construir uma escola democrática - A gestão democrática é a palavra de ordem na administração das escolas. Os educadores que atuarão no novo milênio devem ter na gestão democrática um princípio em que não arredam pé, não abrem mão.
Quanto mais a escola for democrática, mais transparente. Quanto mais a escola é democrática, menos erra, tem mais acerto e possibilidade de atender com eqüidade as demandas sociais. Quanto mais exercitamos a gestão democrática nas escolas, mais no preparamos para a gestão da sociedade política e civil organizada.
Aqui, pois, reside uma possibilidade concreta: chegar à universidade e concluir um curso de educação superior e estar preparado para tarefas de gestão na governo do Estado, nas prefeituras municipais e nos órgãos governamentais.
Quem exercita a democracia em pequenas unidades escolares, constrói um espaço próprio e competente para assumir responsabilidades maiores na estrutura do Estado. Portanto, quem chega à universidade não deve nunca descartar a possibilidade de inserção no meio político e poder exercitar a melhor política do mundo, a democracia.
4º - Qualificar o educando para progredir no mundo do trabalho - Por mais que a escola qualifique seus recursos humanos, por mais que adquira o melhor do mundo tecnológico, por mais que atualize suas ações pedagógicas, era sempre estará marcando passo frente às novas transformações cibernéticas, mas a escola, através de seus professores, poderá qualificar o educando para aprender a progredir no mundo do trabalho, o que eqüivale a dizer a oferecer instrumentos para dar respostas, não acabadas ( porque a vida é processo inacabado) às novas demandas sociais, sem medo de perdas, sem medo de mudar, sem medo de se qualificar, sem medo do novo, principalmente o novo que vem nas novas ocupações e empregabilidade.
5º - Fortalecer a solidariedade humana - É papel da escola favorecer a solidariedade, mas não a solidariedade de ocasião, que nasce de uma catástrofe, mas do laço recíproco e cotidiano e de amor entre as pessoas. A solidariedade que cabe à escola ensinar é a solidariedade que não nasce apenas das perdas materiais, mas que chega como adesão às causas maiores da vida, principalmente às referentes à existência humana.
Enfim, é na solidariedade que a escola pode desenvolver, no aluno-cidadão, o sentido de sua adesão às causas do ser e apego à vida de todos os seres vivos, aos interesses da coletividade e às responsabilidades de uma sociedade a todo instante transformada e desafiada pela modernidade.
6º - Fortalecer a tolerância recíproca - Um dos mais importantes princípios de quem ensina e trabalha com crianças, jovens e adultos é o da tolerância, sem o qual todo magistério perde o sentido de ministério, de adesão aos processos de formação do educando.
A tolerância começa na aceitação, sem reserva, das diferenças humanas, expressas na cor, no cheiro, no falar e no jeito de ser de cada educando. Só a tolerância é capaz de fazer o educador admitir modos de pensar, de agir e de sentir que diferente dos de um indivíduo ou de grupos determinados, políticos ou religiosos.
7º - Zelar pela aprendizagem dos alunos - Muitos de nós professores, principalmente os do magistério da educação escolar, acreditam que o importante, em sala de aula, é o instruir bem, o que pode ser traduzido, ter domínio de conhecimento da matéria que ministra aula.
No entanto, o domínio de conhecimento não deve estar dissociado da capacidade de ensinar, de fazer aprender. De que adiante e conhecimento e não saber, de forma autônoma e crítica, aplicar as informações? O conhecimento não se faz apenas com metalinguagem, com conceitos a, b ou c, e sim, com didática, com pedagogia do desenvolvimento do ser humano, sua mediação fundamental.
O zelo pela aprendizagem passa pela recuperação daqueles que têm dificuldade de assimilar informações, sejam por limitações pessoais ou sociais. Daí, a necessidade de uma educação dialógica, marcada pela troca de idéias e opiniões, de uma conversa colaborativa em que não se cogita o insucesso do aluno.
Se o aluno fracassa, a escola também fracassou. A escola deve riscar do dicionário a palavra FRACASSO. Quando o aluno sofre com o insucesso, também fracassa o professor. A ordem, pois, é fazer sempre progredir, dedicar-se mais do que as horas oficialmente destinadas ao trabalho e reconhecer que nosso magistério é missão, às vezes árdua, mas prazerosa, às vezes sem recompensa financeira condigna que merecemos, mas que pouco a pouco vamos construindo a consciência na sociedade, principalmente a política, de que a educação, se não é panacéia, é o caminho mais seguro para reverter as situações mais inquietantes e vexatórias da vida social.
8º - Colaborar com a articulação da escola com a família - O professor do novo milênio deve ter em mente que o profissional de ensino não é mais pedestal, dono da verdade, representante de todos os saberes, capaz de dar respostas para tudo. Articular-se com as famílias é a primeira missão dos docentes, inclusive para contornar situações desafiadoras em sala de aula.
Quanto mais conhecemos a família dos nossos alunos, mais os entendemos e mais os amamos. Uma criança amada é disciplinada. Os pais, são, portanto, coadjuvantes do processo ensino-aprendizagem, sem os quais nossa ensinança fica coxa, não vai adiante, não educa.
A sala de aula não é sala-de-estar do nosso lar, mas nada impede que os pais possam ajudar nos desafios da pedagogia dos docentes nem inoportuno é que os professores se aproximam dos lares para conhecerem de perto a realidade dos alunos e possam juntos, pais e professores, fazer a aliança de uma pedagogia de conhecimento mútuo, compartilhado e mais solidário.
9º - Participar ativamente da proposta pedagógica da escola - A proposta pedagógica não deve ser exclusividade dos diretores da escola. Cabe ao professor participar do processo de elaboração da proposta pedagógica da escola até mesmo para definir de forma clara os grandes objetivos da escola para seus educandos.
Um professor que não participa, se trumbica, se perde na solidão de suas aulas e não tem como pensar-se como ser participante de um processo maior, holístico e globalizado. O mundo globalizado para o professor começa por sentir-se parte no seu chão das decisões da escola, da sua organização administrativa e pedagógica.
10º - Respeitar as diferenças - Se de um lado, devemos levantar a bandeira da tolerância, como um dos princípios do ensino, o respeito às diferenças conjuga-se com esse princípio, de modo a favorecer a unidade na diversidade, a semelhança na dessemelhança. Decerto, o respeito às diferenças de linguagem, às variedades lingüísticas e culturais, é a grande tarefa dos educadores do novo milênio.
O respeito às diferenças não tem sido uma prática no nosso cotidiano, mas, depois de cinco séculos de civilização tropical, descobrimos que a igualdade passa pelo respeito às diferenças ideológicas, às concepções plurais de vida, de pedagogia, às formas de agir e de ser feliz dos gêneros humanos.
O educador, pois, deve ter a preocupação é reeducar-se de forma contínua uma vez que nossa sociedade ainda traz no seu tecido social as teorias da homogeneidade para as realizações humanas, teoria que, depois de 500 anos, conseguiu apenas reforçar as desigualdades sociais. Nossa missão, é dizer que podemos amar, viver e ser felizes com as diferenças, pois, nelas, encontraremos nossas semelhanças históricas e ancestrais: é, dessa maneira, a nossa forma de dizer ao mundo que as diferenças nunca diminuem, e sim, somam valores e multiplicam os gestos de fraternidade e paz entre os homens."
Autor:
Vicente Martins possui mestrado em educação pela Universidade Federal do Ceará (UFC)e graduação e pós-graduação lato sensu em Lingüística. Atualmente, é professor do Centro de Letras e Artes da Universidade EstadualVale do Acaraú (UVA), no Brasil.
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LISTAS DE COLOCAÇÃO E NÃO COLOCAÇÃO

Finalmente foram publicadas as listas de colocação de professores. Estas podem ser consultadas em:
http://www.dgrhe.min-edu.pt/CONCURSO2006/LISTAS_NR/Listas.asp
Pode também consultar informações sobre as colocações enviando um SMS para o 4903. Disponível até 31-08-2006
Escrever mensagem com o código: “DGRHE”[Espaço]”número de candidatura”
Bom ano lectivo a todos.
segunda-feira, julho 31, 2006
POR FAVOR AJUDEM ESTES ANIMAIS

Para adopção URGENTE no Canil Municipal de Torres Vedras (50 kms de Lisboa) estão muitos animais (450) que, se não ajudarmos, irão morrer.
Se os quiserem conhecer e ajudar, cliquem no link:
http://www.companhiadosanimais.pt/forum/viewtopic.php?t=13370&highlight
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quinta-feira, julho 20, 2006
O Código Da Vinci

No decorrer deste ano lectivo, na minha escola, um excelente aluno do 8º ano, o Renato Nolasco, percorria todos os lugares com o "O Código Da Vinci" nas mãos, por vezes, lendo em andamento....
Seria assim tão interessante?
Não quis mais saber o que a crítica dizia sobre o livro.... Prometi a mim mesma que, um dia, eu ia lê-lo, pois gostaria de verificar se seria merecedor de tanta atenção por parte do meu aluno.
Agora que já vi o filme e começo a leitura do livro, senti a necessidade de deixar aqui um registo de alguns sites sobre "O Código Da Vinci"(livro e filme).
http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%B3digo_de_Da_Vinci( um resumo equilibrado)
http://www.sonypictures.com.br/hotsites/cinema/367/index.htm ( Para ver o "trailler" do filme)
http://www.chamada.com.br/mensagens/codigo_da_vinci.html (argumentos para ser contra o Código)
http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=615 ( Refletindo sobre o livro e os ditos "factos" lá narrados)
http://www.elsecreto.net/ (Para jogar)
http://www.conelpapa.com/codigo/ ( O Código Da Vinci, livro e filme em 10 minutos)
http://www.visitdavincicode.com/PRT/?source=google (Para viajar pelos locais das filmagens)
http://fumacas.weblog.com.pt/arquivo/cat_o_codigo_da_vinci.html ( Um blog a descodificar... muito interessante...)
http://bmotta.planetaclix.pt/codigodavinci.html ( perguntas e respostas)
Gostaria também de dizer este livro é apenas um romance, por isso, não sintamos a necessidade de concordar com o que vem escrito no "Código da Vinci". Vamos dar-lhe simplesmente o valor de um enredo intrigante, não de História (a Ciência), de História da Arte ou de Religião.
Boas leituras!
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quinta-feira, julho 13, 2006
Notas sobre a organização do ano lectivo 2006 / 2007
Algumas notas sobre a elaboração dos horários e sobre a distribuição das horas dos cargos de orientação educativa e de supervisão pedagógica.
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Despacho nº 13599/2006

Estabelece as regras e os princípios orientadores para a elaboração do horário dos professores bem como para a programação das actividades educativas.
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domingo, julho 09, 2006
Grande golo.....

Eu tinha razão.....
Viva o Nuno Gomes!... Que espectáculo!... que maravilha!
Obrigada selecção! Sejam bemvindos!
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sábado, julho 08, 2006
O Mundial de 2006

Para mim... o Mundial termina hoje...Independentemente do resultado de Portugal, eu estarei feliz e orgulhosa da nossa selecção.
Obrigada pelas emoções, fortes, pelos sucessos, pelos sofrimentos...
Obrigada por continuarem a lutar, mesmo quando são vítimas de injustiça.
Um lamento porém... não gostei de ver o Nuno Gomes no banco. Tenho muito respeito por todos os jogadores, mas não se deixa no banco um valor destes!
Força Nuno!
Viva Portugal!
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domingo, julho 02, 2006
Rosas
É muito bom acabar um ano lectivo recebendo rosas.É mesmo muito bom... especialmente se, quem as dá, já está connosco há dois anos, dentro de uma qualquer sala de aula, a aprender, a rir, a divertir-se, a sonhar, a barafustar...
Agradeço ao 9ºB pelas rosas e pelo convite para jantar.
Gostei muito de estar convosco neste jantar de fim-de-ano .
Um grande abraço da vossa professora de História....
Até sempre.
sexta-feira, junho 16, 2006
Ao meu 9º B

Levem convosco a minha amizade e um sentimento enorme de saudades.
Sejam felizes, muito felizes.
Um grande abraço
Professora Elisabete
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quarta-feira, junho 14, 2006
Testes de História para o 9º ano "on-line"
Se quiseres fazer testes na internet para reveres os teus conhecimentos de História, "clica" aqui.
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quarta-feira, junho 07, 2006
A REVOLUÇÃO FRANCESA
Para estudares este tema deste aceder a:
http://educaterra.terra.com.br/voltaire/especial/home_rev_francesa.htm
http://www.tg3.com.br/francesa/revolucao_francesa.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_Francesa
http://educaterra.terra.com.br/voltaire/especial/home_rev_francesa.htm
http://www.tg3.com.br/francesa/revolucao_francesa.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_Francesa
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quinta-feira, junho 01, 2006
DIA MUNDIAL DA CRIANÇA

PARABÉNS A TODAS AS CRIANÇAS DO MUNDO!
Mas... o que é isto do Dia Mundial da Crianças?
Resposta aqui.
Qual a situação das crianças em Portugal?
Resposta aqui.
Quais são os direitos das crianças?
Resposta aqui.
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Dia mundial da Criança
quarta-feira, maio 31, 2006
O Tabaco e o Tabagismo
"O tabagismo é a principal causa de morte evitável em todo o mundo. A OMS estima que um terço da população mundial adulta, isto é, 1 bilhão e 200 milhões de pessoas (entre as quais 200 milhões de mulheres), sejam fumantes. Mais de 15 bilhões de cigarros são consumidos diarimente mundo afora. Nos últimos cem anos, o consumo mundial pulou de 50 bilhões de cigarros por ano para 5,5 trilhões de cilindros. Cerca de 47% de toda a população masculina e 12% da população feminina no mundo fumam. Enquanto nos países em desenvolvimento os fumantes constituem 48% da população masculina e 7% da população feminina, nos países desenvolvidos a participação das mulheres mais do que triplica: 42% dos homens e 24% das mulheres têm o hábito de fumar. "
Para ter uma perspectiva histórica, cultural e científica deste terrível malefício, clique no link: http://72.21.62.210/alcooledrogas/drogas_historia_tabaco.htm
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Tabagismo
Um pouco sobre a história do Tabaco:
"O tabaco é uma planta que pode atingir 2 m. de altura, cujas folhas medem até 60 e 70 centímetros de comprimento; as flores dispostas em cachos ou em panículas, são vermelhas, amarelas ou brancas. Certas espécies constituem belas plantas ornamentais: tabaco branco cheiroso de grandes flores, de perfumaria muito suave; tabaco de flores compridas, cuja corola é primeiro branca, tornando se purpúrea; tabaco gigante, notável pela sua abundante e soberba fluorescência; tabaco tormentoso, tabaco de folhas de wigandia, etc. As suas espécies comerciais mais importantes são a nicociana tabacum e a nicociana rustica. Chama-se vulgarmente erva-santa. Sabe-se que o tabaco é de origem americana; no entretanto, há escritores como Lotario Becker, que pretendem que seja uma planta asiática, e que tenha podido ser levada em tempos muito remotos para o Novo Continente. Becker demonstra que na Pérsia, por exemplo, cultivou-se e fumou-se uma ou talvez mais espécies de tabaco, muito antes da descoberta da América, Outros supõem que o tabaco é uma erva africana, baseando-se em que não é crível que este vegetal pudesse generalizar-se tanto em todo aquele continente, e enraizar-se em usos tão diferentes nos costumes dos povos depois do descobrimento da América. Alguns viajantes da Austrália, com iguais argumentos, sustentam que o tabaco é oriundo do norte daquele continente, e citam em seu favor as comunicações de Cook, Gregory, e outros, sobre plantas narcóticas que viram mascar, fumar ou sorver em forma de pó. Mas também é certo, que em parte alguma se menciona, que o tabaco existisse no velho mundo antes do descobrimento da América, o que leva a crer que seja esta efectivamente a sua verdadeira pátria. Cristóvão Colombo, em 1492, abordou a ilha de S. Salvador, e fê-la reconhecer por Luís de Torres e Rodrigo de Jerez, os quais notaram, nas margens do rio Canau, que os habitantes de ambos os sexos fumavam por meio dum instrumento, denominado pelos indígenas tabacos, composto dum pequeno tubo, dividido em duas partes, de diferente calibre; introduziam a mais estreita na boca para absorver o fumo; e a mais larga servia para conter folhas secas de cohiba, nome dado pelos naturais da ilha Guanahani (S. Salvador) à nicotina. A maioria, porém, desta pobre gente substituía o tubo pelas próprias folhas enroladas, em guisa de tosco charuto, constituindo os chamados canudinhos. Segundo alguns, não pertence a Colombo a descoberta da erva-santa, mas a Grijalva, que dizem tê-la estudado quando visitou a ilha de Tabago ou Tabasco em 1518, opinião insustentável ante os factos históricos. A ilha de Tabago foi reconhecida em 1498 por Colombo e ocupada, em 1632, pelos holandeses; Fernando Cortez, na viagem à América, viu em Tabasco os naturais consumirem o tabaco, e em 1518 enviou a Carlos V de Espanha as sementes que pôde ali obter. No mesmo ano de 1518, o missionário espanhol Frei Romano Pane enviará da América, para onde fora em companhia de Colombo, algumas sementes de nicociana, ao mesmo imperador Carlos V. Hernandez de Toledo, fidalgo e médico espanhol, trouxe de S. Domingos, em 1559, sementes para Espanha e Portugal; depois João Nicot, embaixador de Francisco II, de França, junto à corte de D. Sebastião, de Portugal, no tempo que decorreu de 1559 a 1561, obteve-as dum flamengo e semeou-as no seu jardim, reconhecendo nas plantas que vingaram qualidades recomendáveis. Por este facto remeteu alguns pés para Paris em 1560, com destino a Catarina de Medicis; daqui vem a chamar-se ao tabaco erva ou pó da rainha, porque apenas o aproveitava pulverizado. Também se denominou nicociana ou erva do embaixador, por ter sido Nicot que o introduziu em França. Nesse tempo era igualmente conhecida por erva-santa, em virtude das qualidades medicinais que então lhe atribuíam. Já os índios a supunham remédio (eficaz para a cura de todas as doenças, pela embriaguez que o habito tornava agradável. Os europeus consideravam o tabaco uma verdadeira panaceia; remédio infalível para as enxaquecas, pneumonia, chagas, gota, raiva e servindo até como narcotizo, aperitivo, etc. O cardeal de Santa Cruz, núncio apostólico em Portugal, foi o primeiro que o enviou para Roma; por esse tempo Afonso de Tarnabon, bispo de Bruges, o divulgava em França. A planta tomou ainda nessa época, os nomes de erva-santa Cruz e de Tarnabon, que lhe foram conferidos em homenagens aos dois prelados. É muito curiosa a história do tabaco, pelo desenvolvimento extraordinário que tomou desde que se conheceram as suas muitas propriedades. Hoje cultiva-se em quase todos os países do mundo. O seu aspecto como as suas qualidades são muito variáveis segundo os Iugares de produção. A Vuelta Abajo (ilha de Cuba) fornece as folhas de havano, dum custo muito elevado por causa do seu aroma delicioso. Sumatra e Java dão folhas muito finas, de cor clara, utilizadas para a capa dos charutos. O Brasil (província da Baia) produz bons tabacos para o interior dos charutos. Os Estados Unidos colhem uma enorme quantidade de tabacos servindo para o fabrico dos seaferlatis (Kentucky, Maryland, Ohio, Virginia). A Turquia e a Ásia Menor fornecem folhas de pequenas dimensões, de cor amarela e dum aroma especial muito penetrante. No ponto de vista químico, o tabaco é caracterizado pela presença dum alcalóide especial. a nicotina. O tabaco aplicava-se primitivamente, em alguns pontos, como simples adorno, e em outros, como medicina. Parece que o hábito de se fumar foi introduzido primeiro em Inglaterra, em 1585 por sir Francisco Drake, que de volta da Virgínia, propagou e ensinou a manipular o tabaco, segundo o processo dos naturais daquela região. Então abriu-se a primeira casa de venda para o consumo da planta em França, e em Espanha supõe-se ser o uso do tabaco de fumo, devido a um frade espanhol, residente muitos anos na ilha de S. Domingos. O gosto da substância fornecia grandes proventos aos estados apesar de se reconhecer que era pernicioso ao organismo. Parece que foi no principio do século XVII, pouco mais ou menos, que em Portugal começou o seu consumo com uma certa importância sempre crescente, dando origem a um pequeno imposto arbitrado pelo rei, imposto este, que foi dia a dia aumentando com a gradual progressão dos lucros, que os comerciantes auferiam. Antes da aclamação de D. João IV, o contrato do tabaco foi arrematado pelo espaço de 3 anos na corte de Madrid, por um português em 40$000 reis por ano; passado esse prazo, Inácio de Azevedo, também português, o ajustou por 60$000 reis, mas tendo falecido, passou de novo o contrato ao primeiro. O acrescimento foi subindo de ano para ano, e em 1640, foi o contrato arrematado por 10:000 cruzados, e em 1674, por 66:000 cruzados. Do ano de 1675 em diante rendeu o tabaco 500:000 cruzados até um 1 milhão de cruzados, e no anuo de 1698 aumentou o dito contrato a 1 milhão e 600:000 cruzados e finalmente nos anos de 1707 e 1708 o castelhano D. João António de la Concha trouxe o contrato do tabaco arrendado por 2 milhões e 200.000 cruzados, em cada ano, não com pequena admiração da prodigiosa química, com que pó e fumo, em prata e ouro se convertiam. Assim se conservou algum tempo, para do novo retomar o aumento progressivo e chegar afinal à importância de 1520 contos anuais, que foi o preço do contrato que findou em 1864. Tendo sido abolido por lei das cortes o monopólio do tabaco a contar do 1º de Janeiro de 1865, foi posto em praça publica o contrato pelo segundo se mestre de 1864, e arrematado por uma companhia, juntamente com o edifício, maquinas e utensílios da fabrica, por 1:410$500 reis. A companhia havia sido instalada em 1845, por, ordem do governo, no edifício do antigo convento de Xabregas. Ao princípio foi este monopólio arrendado sem concorrência. Depois introduziu-se o uso de se dar em arrematação em praça pública a quem oferecesse maior lanço, para o que se organizavam companhias de capitalistas."Transcrito por Manuel Amaral
Portugal - Dicionário Histórico, Corográfico, Heráldico, Biográfico, Bibliográfico, Numismático e Artístico, Volume VII, págs. 5 e 6.
Portugal - Dicionário Histórico, Corográfico, Heráldico, Biográfico, Bibliográfico, Numismático e Artístico, Volume VII, págs. 5 e 6.
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terça-feira, maio 30, 2006
Ops...enganaram-se.... Professor sofre...

CONCURSO DE EDUCADORES DE INFÂNCIA E DE
PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO
PARA O ANO DE 2006
Publicação do Aviso de publicitação das listas
definitivas
República nº 104, de 30 de Maio, o aviso de publicitação das listas definitivas dos candidatos ordenados, colocados, não colocados, dos que pediram a desistência e dos candidatos excluídos, com os respectivos fundamentos, relativas ao concurso aberto pelo Aviso nº 2174- A(2ª série) publicado no Diário da República, nº 35, de 17 de Fevereiro de 2006.
O referido aviso será rectificado através da sua publicação integral em Diário da República em
data a divulgar oportunamente, devendo ser considerado para todos os efeitos.
DGRHE, 30 de Maio de 2006
Texto do Projecto apresentado pelo ME para a Revisão do ECD, do Regime de Administração e Gestão das Escolas e da Formação Contínua dos docentes
Se quiser conhecer , clique aqui.
Para ler ou reler o estatuto tal como está no momento, clique aqui.
Para ler ou reler o estatuto tal como está no momento, clique aqui.
sábado, maio 27, 2006
Circular nº.: 13/DSEE/2006
Assunto:
Adopção de Manuais Escolares para o Ano Lectivo de 2006/07
Adopção de Manuais Escolares para o Ano Lectivo de 2006/07
"A presente circular estabelece as orientações a respeitar na adopção dos manuais escolares para o ano
lectivo de 2006/07, referentes aos 4.º, 7.º, 10.º (Língua Estrangeira III - nível de iniciação) e 12.º anos de
escolaridade. São também definidas as orientações a observar relativamente ao ensino recorrente (1.º e
2.º ciclos, 3.º ciclo por unidades, ensino secundário por unidades, 10.º ano na disciplina de Língua
Estrangeira III - nível de iniciação - (Formação Geral), 11.º ano na disciplina de Aplicações de
Informática B e 12.º ano do ensino secundário por módulos capitalizáveis)."
lectivo de 2006/07, referentes aos 4.º, 7.º, 10.º (Língua Estrangeira III - nível de iniciação) e 12.º anos de
escolaridade. São também definidas as orientações a observar relativamente ao ensino recorrente (1.º e
2.º ciclos, 3.º ciclo por unidades, ensino secundário por unidades, 10.º ano na disciplina de Língua
Estrangeira III - nível de iniciação - (Formação Geral), 11.º ano na disciplina de Aplicações de
Informática B e 12.º ano do ensino secundário por módulos capitalizáveis)."
Os anexos a preencher estão disponíveis aqui.
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legislação escolar
Obrigada

Agradeço, mais uma vez, às minhas alunas todo o apoio que me têm dado.
A minha auto-estima está ao nível da do gato da imagem...
quinta-feira, maio 25, 2006
Blogs na educação: por que não?
"Se você acredita que blogs são coisas apenas para adolescentes que gostam de espalhar suas aventuras pela rede, pode se preparar para rever seus conceitos.
Cada vez mais educadores vêm percebendo - e valorizando - o potencial pedagógico desta e de outras ferramentas disponíveis na Internet, além dos bons momentos de diversão para alunos e professores que são proporcionadas pelo recurso.
Experiências bem-sucedidas não faltam para convencer aqueles que ainda não se renderam aos seus encantos."
Leia o artigo completo em:http://www.microsoft.com/brasil/educacao/parceiro/blogs_na_educacao.mspx
Publicada por
Combates pela História
em
quinta-feira, maio 25, 2006
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